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Ambiental explica o caso dos recicláveis no aterro sanitário

Caixa Postal

“(…) A Ambiental não está descartando lixo reciclável no aterro sanitário, como acusa a Coopermar, cooperativa que atua na usina municipal de reciclagem da Várzea do Ranchinho.
Declarei ao jornalista que aquela cooperativa não tinha capacidade de receber as cargas semanais, por isso a administração de Balneário Camboriú indicou outras cooperativas, essas situadas em Camboriú, exatamente para evitar que o material reciclável fosse desperdiçado.
Em dezembro de 2018, a Coopermar recebeu apenas quatro cargas: nos dias 07/12, 20/12, 24/12 e 27/12, pois a própria Coopermar pediu que a Ambiental levasse somente quando eles solicitassem.
Em janeiro de 2019, continuaram recebendo de uma a duas cargas semanais nas duas primeiras semanas e, a partir da segunda quinzena, atendendo a solicitação, aumentamos a quantidade para aproximadamente três cargas diárias. Até o dia 27/01 foram entregues 30 cargas.
Não é novidade para a imprensa regional que a Coopermar, repetidas vezes, reclamou na imprensa em interesse próprio, como está ocorrendo novamente.
A prefeitura de Balneário Camboriú irá construir neste ano uma nova usina de reciclagem na Várzea do Ranchinho, e, por determinação da administração municipal, essa será aberta a outras cooperativas que queiram se instalar no local.
Aparentemente é contra isso que a Coopermar se insurge.
A Coopermar reclamar é assunto que diz respeito a ela, mas ao distorcer informações agride o nosso direito, afinal a Ambiental em 18 anos recolheu 21.064 toneladas de resíduos recicláveis e nunca constatamos um funcionário nosso desviando material como acusam na reportagem.”
Ass: Waldemar Cezar Neto – Assessoria de imprensa da Ambiental
(Transcrito Ipsis Litteris)

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