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Professora reclama de desorganização

O processo de remoção dos professores da rede municipal de Itajaí, que a cada final de ano tem opção de escolherem um novo colégio para trabalhar no próximo ano letivo, foi tumultuado. Os pedidos aconteceram há três semanas, mas o processo acabou cancelado por determinação do Ministério Público.
O processo foi suspenso e depois refeito na segunda-feira da semana passada. Ainda assim, há professores insatisfeitos. Como é o caso da pedagoga S.C.S.
A servidora efetiva de Itajaí explica que o processo teve somente uma repescagem de vagas, fazendo com que vagas próximas à casa dos servidores acabassem “sobrando” para professores que serão contratados temporariamente.
S. leva 30 minutos entre a casa dela e o centro de Educação Infantil onde leciona. Pra 2018, ela conseguiu uma vaga um pouco mais perto, mais que ainda não é a vaga desejada.
Segundo S., restaram duas vagas próximas ao bairro que ela em mora, mas não conseguiu escolher nenhuma delas durante o processo. “Faltou organização. Tive que pegar outra vaga e isso não é justo”, reclama.

Preferência
A secretaria de Educação explicou que todo final de ano é aberto o processo de remoção. O professor pode pedir transferência para outra escola mais perto de casa. O critério de transferência é o tempo de serviço.
Quem estiver trabalhando há mais tempo na rede fica em primeiro lugar na lista. São oferecidas as vagas inicialmente ao mais antigo, porém se o professor não quiser, ela passa para o segundo colocado e assim por diante, até esgotar a lista. sr n

franciele
Formada em Jornalismo pela Univali, com MBA em Gestão Editorial. fran@diarinho.com.br
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