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Moradores pedem nova pinguela em Itajuba

Travessia foi destruída. Povão tá fazendo caminho maior desde a sacanagem

Protesto começa às 9h na entrada da boca da Barra

Centenas de moradores do loteamento Jardim Residencial Andreia participam hoje de um protesto pacífico. Eles pedem a construção de uma nova ponte de madeira sobre o rio Itajuba, para ligar as ruas Maristela Mendes Amorin e Eurides Tomazoni, no bairro Itajuba, em Barra Velha. A pingela foi queimada por pescadores no dia 30 de outubro.
Quem quiser pode participar do protesto, que começa às nove e vai até às 11h, na entrada da boca da Barra, na avenida Itajuba.
O organizador da manifestação, Waldir Rodrigues, 75 anos, comenta que desde que a ponte foi queimada, os moradores aguardam a construção de uma nova passagem, prometida pela administração municipal, mas que até agora não aconteceu.
Enquanto isso, cerca de 800 moradores do loteamento, entre crianças, idosos e trabalhadores, que usavam diariamente a ponte, estão sendo prejudicados. Eles têm que fazer um percurso bem maior. A polícia Militar já foi comunicada do protesto, que deve ser amigável e sem baderna, promete Waldir.
A ponte amanheceu queimada no dia 30 de outubro. Elton Cunha, diretor da defesa Civil, contou que o fogo e os danos causados no pilar abalaram a estrutura da ponte, que foi interditada. A secretaria de Obras desmanchou a travessia no dia seguinte.
Na época, o secretário de Obras, Valdemar Paiva, comentou que já tinha recebido vários pedidos para deixar a ponte mais alta. No dia que tacaram fogo, a estrutura ia começar a ser erguida para permitir a passagem de barcos. Os pescadores teriam queimado a ponte para facilitar o acesso ao mar. 

franciele
Formada em Jornalismo pela Univali, com MBA em Gestão Editorial. fran@diarinho.com.br
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