Home Notícias Voz do Povo Morador reclama de deque quebrado e de aparelhos turísticos em Itajaí

Morador reclama de deque quebrado e de aparelhos turísticos em Itajaí

Deque está detonado desde o ano passado

Um morador leu a reportagem “Verão será com parque da Atalaia fechado” e procurou o DIARINHO para relatar que o descaso e o abandono de aparelhos turísticos não se restringem apenas ao parque do bairro Fazenda.  Ele relata outras “barbeiragens” da prefeitura com o turismo da cidade.

M.X. diz que o deque de acesso ao molhe da Atalaia está detonado desde dezembro. O mirante do Morro da Cruz e a pedra de Cabeçudas estariam interditadas. Pra fechar ainda alega que vaza um esgoto na rua do caminho de Cabeçudas. “Situações de fácil e rápida solução. Tudo interditado durante toda a temporada. Barbeiragem da grossa”, reclama.

O secretário de Obras de Itajaí, Márcio Gonçalves, o Dedé, explica que a empreiteira abandonou a obra do deque e por isso ele não foi concluído. O acesso deveria estar pronto em novembro do ano passado. A revitalização do Caminho do Xinxaing ainda será feita e prevê uma  ciclovia, para ser uma continuação do caminho de Cabeçudas.

O coordenador da Defesa Civil, Carmos Dias, desmente que o mirante do Morro da Cruz esteja interditado. Sobre o acesso à pedra de Cabeçudas, quando há interdição ela é feita pelos bombeiros por motivo de segurança.

O tenente Felipe Coelho explica que o acesso facilita a subida na pedra, porém não há qualquer tipo de proteção no entorno. “Muitos banhistas utilizam o acesso para subir, e acabam se colocando em risco, pulando da pedra ou caminhando muito próximos à beirada escorregadia. Assim, quando as condições do mar estão ruins, aumentando o risco de afogamento, os guarda-vidas são orientados a fecharem o acesso”, informa.

Esgoto vazando

Mário César Angelo, diretor de fiscalização do Instituto Cidade Sustentável, informou que eles estiveram no local na semana passada. O esgoto corria na rua e chegava à praia do Geremias. A fiscalização não conseguiu descobrir de onde o esgoto estava escorrendo.

O instituto chamou a secretaria de Obras e a rua foi aberta para descobrir o problema. Havia uma ligação  clandestina de esgoto. “Lacramos esse cano pra não escorrer mais esgoto na rua. Acreditamos que ele deve vir de alguma casa, mas não foi possível saber de onde”, explicou.

Fran Marcon
Formada em Jornalismo pela Univali, com MBA em Gestão Editorial. fran@diarinho.com.br
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