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Empresária denuncia discriminação em balada na Barra Sul

A empresária E. M. C., de 33 anos, reclamou do atendimento na balada La Belle, na barra Sul de Balneário Camboriú.

Ela passou por um constrangimento quando o estabelecimento quis  cobrar um valor maior pra entrada dela em relação a outros clientes. O motivo seria porque a mulher estava com o pé quebrado e engessado. No dia seguinte, ela foi à gerência relatar o ocorrido, afirmando que ficou ofendida com o atendimento.

Turista do Paraná, a empresária tava hospedada no prédio em cima da balada, na avenida Atlântica. Ela conta que foi na portaria da casa noturna e perguntou ao segurança o valor da entrada. “Ele me disse 200 reais. Quando outra moça chegou ao lado e perguntou a mesma coisa, ele falou que era 50 reais,” relata. “Fiquei indignada com tamanha humilhação, pois sou turista”, completa.

Segundo E., o segurança disse que a diferença de preço seria porque ela estava com o pé quebrado. “E ele achava que eu não deveria entrar”, comentou. A mulher estava com uma amiga. No dia seguinte, a empresária foi atendida na gerência. “Ela tentou reverter a situação dizendo que me buscaria na entrada, que eu não precisava pagar pra entrar, que ela reservava mesa e que cobriria a despesa, combo e tal”, informou a empresária, que não aceitou a proposta.

O sócio do clube, Fabinho Castro, esclareceu que o estabelecimento trabalha com valores diferentes conforme determinadas datas, horários e lotes de ingressos, mas contesta a versão da empresária. Também há diferença no preço pra quem tem o nome na lista. Foi isso que teria ocorrido no caso da turista. “A menina [com entrada de R$ 50] tinha nome na lista”, explicou.

Fabinho relatou que, tão logo soube da queixa, foi conversar com o segurança. Ele ressaltou que não procede que a diferença tivesse a ver com o fato de a mulher estar com o pé engessado. Ela também  não aceitou as cortesias oferecidas pelo clube. “A gente preza pelo bom atendimento. Todo mundo é tratado com igualdade”, defendeu o empresário.

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