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Diz que coletores pedem refri e coxinha

Ambiental diz que morador deixa lixo acumular e garis não conseguem carregar

O comerciante Clóvis dos Anjos, 46 anos, dono do mercado Clóvis, na rua Rio Guaíra, em Camboriú, reclama que os funcionários da Ambiental se recusaram a recolher o lixo do estabelecimento porque ele não quis dar refrigerante e coxinhas aos trabalhadores.
Clóvis afirma que os lixeiros costumam fazer pedidos, pelo menos uma vez por semana. Caso não sejam atendidos, se recusam a realizar o trabalho. “Eles só carregam o lixo se eu der o refri”, reclama.
O comerciante procurou o coordenador da empresa para reclamar. Ele alegou que os sacos de lixo foram deixados para trás por serem muito pesados. “Mas se eu der o refri, aí não fica pesado, né?” diz, indignado.
Clóvis teve que levar o lixo até o aterro em Itajaí, pois a empresa se recusou a voltar para concluir a coleta.
Bruna Mariot, gerente da Ambiental, alega que a história do refri não foi confirmada. “Os nossos funcionários são devidamente instruídos para não ter esse tipo de comportamento,” alega.
Ela afirma que enviou um fiscal até o local e ele comprovou que os sacos estavam muito pesados, pois havia acúmulo de muitos dias de lixo. “Se ele não deixasse o lixo acumular e realmente o descartasse nos dias corretos, com certeza seria possível que nossos funcionários coletassem o lixo”, explicou Bruna.

franciele
Formada em Jornalismo pela Univali, com MBA em Gestão Editorial. fran@diarinho.com.br
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