Home Notícias Polícia Morte a tiros em briga de bar foi legítima defesa, entende a polícia Civil

Morte a tiros em briga de bar foi legítima defesa, entende a polícia Civil

Lucas teria agredido autor dos disparos. (Foto: arquivo pessoal)

A polícia Civil concluiu o inquérito que investigava a morte de Lucas Tavares, 18 anos, que foi morto a tiros em frente ao bar do Barroso, no bairro São Cristóvão, em Barra Velha, na madrugada de 20 de outubro. A investigação concluiu que F.P., autor dos disparos, atirou por legítima defesa.

F. estava no bar quando quatro homens começaram a agredi-lo gravemente. Ele até conseguiu escapar e tentou fugir com o carro, mas Lucas, que era um dos agressores, conseguiu alcançá-lo. O rapaz tentava tirar F. do carro para continuar as agressões. Foi quando F. sacou a arma que estava no chão do carro e disparou contra Lucas. Na época, testemunhas contaram à polícia que Lucas, após ser atingido, ainda saiu correndo pra buscar abrigo dentro do bar, onde caiu morto.

A polícia entendeu, a partir das investigações, que F. disparou “unicamente com o objetivo de parar as graves agressões a que vinha sendo submetido” pelo grupo de forma injusta. Tal resultado configura o crime como legítima defesa e F. não responderá por homicídio. Mas, o autor dos disparos foi indiciado por porte de arma de fogo de uso permitido, já que tinha a arma de forma irregular.

O irmão de Lucas, que fazia parte dos quatro homens que agrediram F., foi indiciado por lesão corporal. O inquérito  foi encaminhado à Justiça e ao Ministério Público.

Lucas e o irmão são conhecidos da polícia de Barra Velha, com envolvimento com o mundo do tráfico e facções criminosas. No começo do ano, o rapaz já tinha sido preso pela polícia.

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