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de cinco anos em bar

Mãe larga a filha 
de cinco anos em bar

Quando foi buscar a pequena, brigou com a dona do bar e acabou presa

Menina ficou largada mais de três horas no Grenal

Uma mulher de 36 anos foi presa na noite de domingo porque deixou a filha de cinco anos sozinha em um bar no centro de Balneário Camboriú. S. L. L. estava bêbada, possivelmente drogada e agrediu a dona do bar, que não deixou que a mãe levasse a criança embora. A guarda Municipal foi chamada. A mulher foi detida pelas agressões e o desacato aos guardas.
O caso aconteceu por volta das 19h, no bar e lanchonete Grenal, na rua 1001, centro. Segundo a guarda Municipal, a mãe e a filha foram até o bar por volta das 11horas da manhã.
No meio da tarde, a mulher saiu e deixou a menina sozinha. A dona do bar e alguns clientes passaram a cuidar da criança.
Pelas 19h, a mãe voltou ao bar atrás da filha. Só que ela estava completamente alterada. A menina não quis ir com a mãe e a dona do bar impediu que a mulher levasse a criança. S. chegou a agredir a dona do Grenal.
Mesmo com a presença dos guardinhas, S. não se controlou. Ela xingou e deu empurrões nos azuizinhos.
A mulher foi presa e levada à delegacia da rua Inglaterra. Na depê, acabou sendo liberada. O conselho Tutelar foi chamado e a criança foi entregue para uma tia. O DIARINHO esteve no bar Grenal para conversar com a dona, mas o local estava fechado na segunda-feira.

Problema com bebidas
A conselheira tutelar Ângela Rousselet Crizel informa que a mãe e a criança serão encaminhadas para acompanhamento psicológico. As duas moram sozinhas em uma casa na rua Nepal, no bairro das Nações.
Uma tia vive na casa em frente e recebeu um termo de responsabilidade provisório e emergencial para cuidar da criança.
Ângela conta que em 2015 o conselho Tutelar já tinha recebido denúncias de que S. estava abusando da birita. Na época, a mulher foi encaminhada para um programa de atendimento, porém, no mesmo ano, S. abandonou o programa.
“Agora também vamos acompanhá-la, porque não estava bem emocionalmente”, comenta.
S. trabalha como vendedora de salgados e, segundo a tia da menina, andava muito estressada nos últimos dias.

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