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Diz que PM atropelou cão de propósito

O sobrinho de um morador do bairro Espinheiros, em Itajaí, denunciou que uma guarnição da polícia Militar teria atropelado de propósito o cachorro da família após o atendimento de uma ocorrência de perturbação do sossego, por volta do meio dia de domingo. Os policiais não teriam prestado socorro ao animal, que acabou morrendo.

O caso foi na rua Oswaldo Leal, no loteamento Portal 2. O rapaz conta que um vizinho denunciou que havia som alto na casa do tio e chamou a polícia Militar. Ele diz que não tinha nenhuma festa, sendo que na casa estava apenas o tio, o pedreiro e um servente que estavam na laje trabalhando numa construção.

De acordo com o rapaz, a guarnição bateu no endereço por volta do meio dia e foi recebida pelo tio. “Meu tio foi super educado, o policial também, e ele abaixou o som”, relata. “Mas quando os policiais foram embora o cachorro começou a latir e correu atrás da viatura. E o policial jogou a viatura pra cima do cachorro de propósito”, acusa.

Ela conta que, após o atropelamento, a guarnição foi embora sem socorrer o cão, que agonizou no chão e morreu em seguida. O cachorro da família tinha 10 anos de idade. “Chamávamos ele de Pequeno ou carinhosamente de Feioso pelo jeito que ele apareceu na oficina do meu tio todo sujo”, lembra. O animal era dócil e, por isso, não ficava preso. Um boletim de ocorrência seria registrado ontem pelo tio do rapaz.

De acordo com o batalhão da PM de Itajaí, nenhuma ocorrência foi registrada para o endereço, não sendo possível averiguar sobre a denúncia. O único registro de perturbação de sossego no Espinheiros, domingo, foi às uma da madrugada, em atendimento que foi dispensado, segundo o batalhão. 

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