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Acusado de planejar assalto é morto pela PM

Ele teria arquitetado assalto a loja da Hercílio Luz; comparsas foram presos

Anderson Celso Gundhner Filho morreu ao ser baleado pela polícia Militar, na manhã de ontem, numa casa na rua João Américo Watzko, no bairro São Vicente, em Itajaí. Ele é acusado de ser mentor de um assalto a uma loja. Anderson já tinha passagens na polícia por assaltos a postos de gasolina e era monitorado por uma tornozeleira eletrônica.
Anderson estaria armado no momento da chegada da PM. Segundo a polícia Militar, foi dada ordem pra que largasse o revólver, mas ele não obedeceu e continuou ameaçando a polícia. Acabou foi baleado. Os bombeiros foram chamados, mas Anderson já estava morto.
Outras três pessoas acusadas de envolvimento no assalto foram presas. A PM diz que Anderson teria sido o mentor do roubo e o responsável por passar informações da loja que seria atacada. O plano era que, após o crime, o grupo se reuniria na casa dele pra fazer a partilha do roubo.

Hercílio Luz
A polícia recebeu informações de que uma loja na rua Hercílio Luz seria assaltada ontem cedo. Por volta das 8h30, a PM foi até o calçadão, onde todas as lojas ainda estavam fechadas.
Durante a ronda, a PM viu dois homens saindo com bolsas de uma loja e indo em direção a um carro na rua Dagoberto Nogueira, onde outro comparsa esperava.
O trio fugiu, mas abandonou o carro na rua Lauro Muller, de onde continuou a fugir a pé. Apesar da correria, eles foram rendidos e presos.
Com um deles foi apreendido um revólver calibre 38 com três munições intactas. Os outros dois tavam carregando os produtos roubados. A polícia ainda apreendeu dois celulares e o veículo usado no crime.
Segundo a PM, eles afirmaram que o crime tinha sido arquitetado por Anderson e que iriam pra casa dele após o roubo. Os policiais foram até a moradia do cara, que teria confrontado e ameaçado os policiais durante a abordagem, e acabou morto. A arma dele foi recolhida para perícia.

Família fala em execução
Pelas redes sociais, amigos e familiares alegam que Anderson foi baleado sem esboçar qualquer reação ou ameaça. Segundo a versão dos familiares, ele estaria tomando café quando foi morto. “Foi muita crueldade. Mataram dentro de casa, na frente da família”, disse um dos conhecidos, afirmando que não houve qualquer confronto.
A família confirma que ele era monitorado por uma tornozeleira eletrônica, mas afirma que ele tava levando uma vida digna.

Monitorado
Conhecido da polícia, Anderson e outros comparsas tinham sido presos em janeiro. Eles foram acusados de praticar mais de 10 roubos a postos de gasolina em Itajaí.
A investigação durou quatro meses e apontava Anderson como o cabeça da quadrilha. Na ocasião, ele foi preso pela polícia Civil.

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