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Penha vai ganhar complexo de ciência, tecnologia e inovação

Instituto Hestia e prefeitura assinaram na quinta-feira a carta de intenções. (Foto: prefeitura de Penha)

Penha pode se tornar uma cidade de referência quando assunto é ciência, tecnologia e inovação. Isso porque o Instituto Hestia assinou uma carta de intenções com o município nesta quinta-feira pra dar início ao processo de instalação de um complexo que fará pesquisas nesses assuntos e irá gerar produtos inovadores.

A estrutura desenvolverá pesquisas destinadas ao Brasil e ao mundo.  A prefeitura de Penha vai ceder 11 hectares de área pública ao Hestia pra construção do complexo. Além disso, também se comprometeu em levar as obras de urbanização, tecnologia e investimento social pra localidade São Francisco de Assis, no bairro Nossa Senhora de Fátima, no interior da cidade.

Assim que o complexo estiver pronto, pelo menos 40 mil cientistas devem circular por ano ali. A estrutura terá 14 laboratórios com tecnologia de ponta, o que vai atrair pesquisadores de todo o país à Penha.

Essa movimentação também vai atingir a rede hoteleira, comércio e serviços da cidade. “Os benefícios serão em prol de todo o município”, garante o prefeito Aquiles da Costa.

 O diretor superintendente da Hestia, Doutor Etney Neves, diz que todas as instituições, privadas ou públicas, podem se associar ao complexo, assim seus pesquisadores poderão usufruir da estrutura.

E por que Penha? Neves explica que a localização da cidade é estratégica, perto da BR 101 e de dois aeroportos, por isso acreditam ser o local ideal pra instalação do complexo.

A previsão é que tudo fique pronto em três anos, a partir do momento em que o instituto for liberado pra usar as terras doadas pela prefeitura.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Penha, Max Reisemberg Bastos, explica que, feita a assinatura da carta de intenções, que era o primeiro passo, agora vem a lei que cede as terras pra construção do complexo. “Também vamos elaborar uma lei de incentivo fiscal para este e outros empreendimentos do mesmo tipo no município”, adianta.

Hestia já vai lançar produto

Dentro de um mês, o instituto Hestia já vai lançar o primeiro produto desenvolvido por eles. Será uma embalagem industrial ecológica pra comercialização de castanhas colhidas por índios caiapós. Neves conta que um evento será feito pra divulgação do produto.

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