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Prédio dos Correios pode virar centro cultural

Prefa trocaria um terreno por prédio abandonado da área central que é da União

O prédio e o terreno da antiga sede dos Correios, na rua Gil Stein Ferreira, no centro de Itajaí, pode ser repassado para a administração municipal e virar um centro de cultura.
O prefeito Volnei Morastoni (PMDB) conversou com a diretoria executiva da empresa na terça-feira e negocia uma permuta para que o município reforme e ocupe o espaço abandonado. O presidente dos Correios, Guilherme Campos Júnior, disse que dará apoio à iniciativa.
O assunto é discutido desde a transição do governo Jandir Bellini. “Saí muito otimista e contente dessa reunião. O presidente Guilherme demonstrou todo o interesse em tornar real o nosso projeto”, comenta o prefeito Volnei.
Os Correios têm a intenção de fazer novos investimentos na cidade, que ainda são mantidos em sigilo, e manifestou interesse em oficializar uma troca de terrenos com o poder público municipal.
Três terrenos foram ofertados. O que chamou a atenção da empresa é um lote do municipio no bairro Cordeiros.
A prefeitura ficaria com o prédio do centro, para reformar e ampliar o prédio na esquina das ruas Felipe Schmidt e Gil Stein Ferreira. O prédio, que foi construído para ser a sede dos Correios em 1942, seria usado para um centro cultural.
O superintendente da fundação Cultural, Normélio Pedro Weber, diz que aquele espaço é ideal para abrigar, por exemplo, um Museu de Artes – espaço que Itajaí ainda não tem.
“A efervescência do nosso movimento cultural pede mais espaços para darmos visibilidade à produção artística de Itajaí. Temos muitas obras de arte guardadas, pois nos falta espaço para expor”, comenta.

Só dor de cabeça
Desde 2015, quando o prédio foi desocupado, andarilhos tomam conta do local, depredam o prédio e deixam a maior sujeira. A prefeitura chegou a fechar todas as entradas do imóvel, mesmo assim o problema não foi resolvido ainda.
O lixo acumulado e o fedor são reclamações constantes dos comerciantes e vizinhos do prédio. O programa de Combate à Dengue, por duas vezes já limpou o local este ano, para retirar o lixo e evitar que a água parada atraia o mosquito da dengue.
Só que o prédio precisa ser monitorado com frequência, porqueé sempre invadido. fm n

Fran Marcon
Formada em Jornalismo pela Univali, com MBA em Gestão Editorial. fran@diarinho.com.br
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