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Porto de Itajaí tem tudo pra sofrer com a operação Carne Fraca

Especialistas e profissionais da área dizem que ainda é cedo pra poder medir o tamanho do prejuízo

Os resultados da operação Carne Fraca, que investiga um esquema de corrupção na fiscalização de frigoríficos, deve respingar no complexo portuário de Itajaí, um dos principais exportadores de frango congelados do país. A exportação do produto em contêineres frigorificados representaram 37,6% da movimentação em peso e quase 45% em valor comercial, conforme o relatório de fevereiro da superintendência do Porto de Itajaí. A saída de carne ocupa a terceira posição, com 13,21% da movimentação, mas ficando na vice-liderança em volume comercial (17,96%).
Só no mês passado, passaram mais de 7.000 contêineres de carga refrigeradas do complexo, a maior parte operada pela Portonave. De acordo com o assessor de Direção da superintendência, Heder Cassiano Moritz, o segmento de carnes congeladas, principalmente aves e carne suína, é muito representativo tanto na movimentação em toneladas quanto em valor comercial. Somando as exportações de frango e carne do último mês, são quase 300 milhões de dólares em negócios.
Veja na edição de sexta-feira a matéria completa sobre o assunto, incluindo a lista dos frigoríficos que são investigados na operação Carne Fraca.

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