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Obras de duplicação da Antônio Heil devem recomeçar

Obras de duplicação da Antônio Heil devem recomeçar. Foto: Divulgação

Durante reunião realizada na noite de quarta-feira, no gabinete do prefeito de Brusque, o secretário de Infraestrutura de Santa Catarina, Carlos Hassler, informou que as obras de duplicação da rodovia Antônio Heil devem ser retomadas nos próximos dias.
A execução da parte final da obra será concluída pela Compasa, que fazia parte do atual consórcio com a Triunfo. Hassler defendeu que a empresa tem capacidade pra concluir a obra e que, sem romper o contrato com o atual consórcio, o governo poderá usar os recursos integrais do financiamento internacional com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para custear a ação. Resta finalizar 35% da duplicação.
Durante a reunião, o secretário Hassler tomou conhecimento de um estudo avaliativo preliminar contendo 14 pedidos sobre medidas de segurança. Os pedidos foram entregues pela comunidade durante as reuniões realizadas esse ano. As solicitações também foram entregues pelo vereador Rubens Angioletti (PSB), de Itajaí, dia 24 de abril, em Florianópolis, contendo as necessidades quilômetro a quilômetro.
Com base nos pedidos da população, engenheiros de Brusque e Itajaí fizeram uma avaliação prévia, em cada local, pra modificação do projeto inicial e entregaram o estudo ao secretário. A estimativa do custo ficou em torno de R$ 60 milhões.
Hassler informou que neste momento, para não perder o empréstimo internacional, será executado o projeto original, enquanto técnicos analisam a viabilidade das melhorias solicitadas.
A obra
A ordem de serviço para a obra foi assinada em 31 de outubro de 2014, com prazo para conclusão em 31 de março de 2017. A data, no entanto, vem se arrastando. Não há previsão pra finalização da parte restante.
Em fevereiro de 2018, o vereador Rubens Angioletti (PSB) apresentou denúncia ao Ministério Público contra o departamento Estadual de Infraestrutura com o objetivo de garantir segurança às pessoas que utilizam a rodovia.

Em maio deste ano a justiça determinou que o governo do Estado concluísse em até seis meses todas as travessias de pedestres e sinalizações relativas ao contrato; a implantação de no mínimo três medidores fixos de velocidade ganhou o prazo de 12 meses.

 

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