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Mudanças no trânsito deixam esquina perigosa no São Judas e provocam filas na rua Brusque

Conversão na Carolina Vailatti é proibida para caminhões acima de 25 toneladas ou mais de 12 metros de comprimento

A esquina das ruas Carolina Vailatti com a Luciano Pinheiro da Silva, no bairro São Judas, em Itajaí, tem sido palco de manobras indevidas e perigosas por parte de motoristas de caminhões. Os caminhoneiros estão desrespeitando a sinalização ao entrar para a Luciano Pinheiro pela Carolina Vailatti. A conversão é proibida para caminhões acima de 25 toneladas ou com mais de 12 metros de comprimentos.

Uma moradora do local tem registrado diariamente as manobras dos caminhoneiros, que insistem em virar à esquerda. A vizinha destaca que a rua tem duas faixas mas não comporta que caminhões grandes façam a conversão. Os caminhoneiros chegam a trancar o fluxo na Carolina Vailatti e até a dar ré nos caminhões, obrigando carros e motos a voltarem pra trás e abrir espaço pra manobra.

A vizinha conta que já rolou discussões, buzinaço e gritarias de motoristas que se encabreiraram com os caminhoneiros. “Atrasa todo o trânsito, fecha as duas sinaleiras. O pessoal não consegue passar, o caminhão fica preso, prendendo todo o cruzamento”, relata, destacando que há risco de acidentes com motoqueiros e outros veículos.

Devido às manobras dos caminhões, o meio-fio da esquina já tá detonado e com marcas de pneus e uma placa de velocidade na rua Luciano Pinheiro está inclinada e arranhada pelos brutos que até invadem a calçada. Pneus de caminhões também já estouraram na esquina.

“Em dia de chuva fica ainda mais perigoso. A situação é horrível. Muito barulho, briga, um caos”, relata a vizinha. Ela pede mais fiscalização da Codetran e diz que deveria ter uma placa proibindo a conversão. No local há sinalização avisando que os caminhões grandes e pesados devem seguir reto pela Carolina Vailatti.

A rua Luciano Pereira da Silva foi prolongada há cerca dois meses com sentido único até a rua Heitor Liberato, fazendo parte de diversas mudanças viárias na região que incluíram a retirada da rótula do Vanolli.

O chefe da Codetran, Robson Costa, informa que foi considerado na abertura da rua um raio parar virar à esquerda, mas os grandes caminhões não podem fazer a conversão por ali. Ele adiantou que a situação no local será analisada.

Para fazer o retorno ou acessar a Heitor Liberato, Robson destaca que os caminhões que vem pela avenida Adolfo Konder devem fazer o contorno por trás das lojas Havan. O caminho é pela Antônio Adão Dias, entrando pela Luciano Pereira da Silva e cruzando a Carolina Vailatti.

Fila na rua Brusque após mudança na rua Uruguai

Outro ponto que ainda gera críticas após as mudanças no trânsito na região central de Itajaí é o cruzamento na rua Brusque com a Uruguai. As ruas tiveram o sentido alterado, com a Brusque indo em direção aos bairros e a Uruguai no sentido bairro-centro.

De acordo com o relato de uma moradora, o trajeto ficou ruim na Brusque com duas faixas em sentido único. “A fila de carros vindo da Marcos Konder, na [loja] Rainha das Peças, fica enorme e não anda devido ao próprio fluxo da rua Uruguai”, analisa, sugerindo melhorias.

O chefe da Codetran, Robson Costas, ressaltou que não recebeu nenhum relato sobre o problema, destacando que o acúmulo de carros é normal. “Mas com a abertura do semáforo todos os carros fluem”, diz.

Segundo ele, de modo geral as mudanças surtiram efeitos positivos, sem registro de pontos de conflito. “O percurso que se demorava mais de 30 minutos antigamente, hoje se faz em, no máximo cinco minutos, com reflexo na mobilidade da cidade”, defende.

João Batista
Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Associação Educacional Luterana Bom Jesus/Ielusc, de Joinville (SC). E-mail: geral.diarinho@gmail.com
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