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Maioria dos brasileiros defende isolamento social e tem medo de contrair o coronavírus, aponta pesquisa

Em 18, 19 e 20 de março, o DataFolha fez uma pesquisa com 1558 brasileiros, por telefone, para saber a opinião da população quanto ao isolamento social e se acredita estar bem informada. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%.

A maioria dos brasileiros (73%) é a favor do governo manter o isolamento social e proibir por algum tempo que todas as pessoas saiam às ruas, como forma de diminuir o contágio pelo coronavírus. Há 24% que são contra a medida e os demais são indiferentes (2%) ou não responderam (1%).

Quase todos os entrevistados (99%) disseram que tomaram conhecimento do surto de coronavírus que atingiu o país. Dessa parcela, 72% disseram que estão bem informados sobre o assunto. Aqui cabe uma observação: o índice aumenta conforme cresce o grau de instrução, renda familiar mensal e faixa etária do entrevistado. Ainda da parcela, 24% disseram estar mais ou menos informados e 3% consideram-se mal informados. Uma parcela de 1% não tem conhecimento sobre o tema.

O DataFolha também questionou a população sobre o medo de ser infectado pelo coronavírus. Três em cada quatro entrevistados (74%) disse que têm algum medo de contrair o vírus (entre os mais velhos o índice é de 66%). Desses 74%, 36% têm muito medo e 38% um pouco de medo. Um quarto dos entrevistados (26%) não têm medo de ficar doente.

A maioria dos entrevistados (83%) acredita que corre algum risco de se infectar com o coronavírus. Desse total, 20% acredita ter grande chances, 33% média e 30% pequena chances. Há 12% que acredita não ter chances e 5% que não opinaram.

Nove em cada dez (88%) avaliam o surto de coronavírus como algo muito sério no Brasil, 11% avaliam que não é motivo para tanta preocupação e 1% não opinou. Para 44%, os brasileiros de modo geral estão menos preocupados do que deveriam estar, para 34%, estão preocupados na medida certa e para 20%, estão menos preocupados do que deveriam. Uma parcela de 2% não opinou.

Quanto ao número de mortes que a pandemia pode provocar no Brasil, os entrevistados ficaram divididos. Para 45% haverá muitas mortes, para 46% haverá poucas mortes e 9% não opinaram.

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