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Empresário de BC é preso com um milhão de dólares

Ele aterrissou com dinheiro vivo e armas. Passageiro fugiu ao ver a polícia

A polícia Civil apreendeu no aeroporto municipal de São Félix do Xingu, no sudeste do Pará, cerca de um milhão de dólares dentro de uma maleta. A grana estava com o empresário e piloto do aviãozinho Rafael Silveira Dias, de Balneário Camboriú. Ele é sócio da construtora Raka e de uma imobiliária da cidade. O passageiro do avião fugiu e não foi identificado ainda pela polícia.
A prisão aconteceu ao meio-dia do último sábado, depois que os policiais civis receberam denúncias de que uma aeronave, que estava na cabeceira da pista do aeroporto, transportava drogas. Os policiais foram até o local e flagraram a aeronave de prefixo PT-IHS. No avião não havia drogas, mas muita grana e armas.
Rafael informou que havia decolado de Paragominas com destino a Novo Progresso, no sudoeste do Pará, levando supostamente um passageiro. O suspeito fugiu ao notar a presença dos policiais.
No avião foram encontrados um revólver calibre 38 e dois galões com 50 litros de combustível. Rafael foi preso em flagrante. “Recebemos a denúncia de manhã cedo, que se tratava de tráfico de drogas, e acabamos fazendo a maior apreensão de dinheiro em dólar. São quase um milhão de dólares. As equipes da Decor e Core assumem as investigações”, informou o delegado-geral de polícia Civil, Alberto Teixeira.
O caso será investigado pela diretoria Estadual de Combate à Corrupção e a Coordenaria de Operações e Recursos Especiais (Core).

Empresário foi denunciado pelo MP por estelionato
Rafael Dias foi denunciado pelo ministério Público de Balneário Camboriú, em maio de 2017, por ter praticado pelo menos 29 vezes o crime de estelionato. Os golpes teriam sido aplicados através de dois empreendimentos: o Residencial Stefan, que fica na Vila Real, e o edifício Bora Bora, no centro da cidade. Ele foi acusado de vender o mesmo imóvel para mais de um comprador, não concluir o empreendimento e também por vender imóveis que não existiam.
A empresa de Rafael levantou o esqueleto dos prédios e terminou algumas salas comerciais térreas. Depois, manteve um ou dois funcionários fazendo de conta que trabalhava, e paralisou as construções.
Ele também teria vendido o mesmo apartamento ou sala comercial para mais de uma pessoa. Uma terceira variação do golpe foi a Raka ter comercializado apartamentos em andares que não foram aprovados pela prefeitura e que, portanto, não podem ser construídos.

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