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Bacia de evolução em testes

Novo acesso aquaviário deve ser testado nos próximos dias

Para se manterem competitivos, os portos de Itajaí e Navegantes precisam receber navios cada vez maiores. A obra da nova bacia de evolução custou cerca R$ 185 milhões e deve garantir a entrada de embarcações com até 350 metros de comprimento. Agora é a Marinha do Brasil e teste técnicos que darão a obra como concluída.
O porto de Itajaí deve realizar, nos próximos dias, os primeiros testes do novo acesso aquaviário, que fica na entrada do Saco da Fazenda, antes da Marina Itajaí. Os testes também precisam ser autorizados pela Marinha.
Segundo o superintendente do porto de Itajaí, Heder Cassiano Moritz, os primeiros testes serão com navios de 306 metros, que é a capacidade máxima atual. “As primeiras manobras serão com navegação a ré entre os Terminais (Porto de Itajaí e TUP Portonave) até o giro na nova bacia de evolução no Saco da Fazenda”, explica.
A data do primeiro teste ainda não foi definida, mas nas escalas de janeiro há 16 navios com esse porte e que poderão ser utilizados para estrear a nova área de manobras.
A liberação da nova bacia de evolução é fundamental para que os terminais do complexo portuário de Itajaí se mantenham competitivos. Com objetivo de baratear o frete, os novos navios estão sendo construídos cada vez maiores e é preciso que a infraestrutura portuária acompanhe esse crescimento.

Expectativa é para breve
De acordo com o diretor Técnico da superintendência do Porto de Itajaí, a liberação de navios maiores precisa sair nos próximos meses. “Para que possamos nos manter em condições iguais aos demais terminais concorrentes, necessitamos estar em condições de receber navios com até 350 metros de comprimento e boca de 48,50 metros, ainda no primeiro trimestre de 2020”, avalia.
A obra da nova bacia de evolução custou cerca de R$ 185 milhões, sendo que R$ 140 milhões foram pagos pelo governo federal. “A superintendência do porto de Itajaí, entre obras, projetos, estudos, simulações, estudos de manobrabilidade, nova sinalização náutica/balizamento e sistema de monitoramento, arcou com mais cerca de 45 milhões”, conclui Heder Moritz.

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