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Barcos da regatona dão de cara com o frio

Atletas chegam a África do Sul no domingo

Na segunda-feira as sete equipes que disputam a Volvo Ocean Race 2017-18 começaram a enfrentar as baixas temperaturas. A razão é a aproximação aos mares do sul, ponto de passagem obrigatório da segunda etapa da volta ao mundo, disputada entre Lisboa, em Portugal, e a Cidade do Cabo, na África do Sul.
A medida em que as equipes se aproximam da famosa Latitude 40, os ventos fortes, a água gelada e ondas gigantes aparecem. Para dar ainda mais emoção à reta final da etapa, o Team Brunel optou por entrar no modo sigilo, ocultando sua posição perante aos rivais durante 24 horas. O objetivo do comandante Bouwe Bekking e de seu navegador Andrew Cape é colocar uma dúvida no MAPFRE, que lidera a etapa provisoriamente.
Antes de ficar invisível, o Team Brunel estava em segundo lugar numa posição central no Atlântico. Os barcos enfrentam agora ventos de até 30 nós ou 55 km/h. “Nas últimas 24 horas trocamos shorts e camisetas por roupas de tfrio. Já esfriou e vai ter vento nos próximos dias. Tudo isso molhado piora muito”, contou Sophie Ciszek do MAPFRE.
A previsão é que os veleiros cruzem a linha de chegada em 26 de novembro, ou seja, 21 dias após a largada de Lisboa. O líder na classificação geral é o Vestas 11th Hour Racing, vencedor da primeira etapa da Volvo Ocean Race.

Elaine Mafra
Jornalista formada pela Univali em 2006. elaine@diarinho.com.br
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