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Pontuação e desafios da Volvo Ocean Race

 

Por: Anairam Ohana de Andrade Anacleto, 14 anos,  e

Alberty Phelipe Oliveira de Carvalho, 13 anos

 

Logo chegarão os veleiros que estão participando da regata Volvo Ocean Race. E este trajeto entre Nova Zelândia e Itajaí é o que contará mais pontos.

De acordo com o professor de Geografia da Escola Aníbal Cesar, Ezequiel Borges, os navegadores devem passar pelo perigoso Cabo Horn. “Muito frio, com ventos de até 200 km por hora, e com um mar bem agitado”. Houve registro de ondas que já chegaram a 35 metros.

Este caminho é cheio de obstáculos apavorantes e faz os navegadores ficarem nervosos. Eles passam por uma distância bem significativa: é a maior dessa regata, sem escala, e com barco a vela.

 

Mar perigoso, pontuação dobrada

Um dos organizadores da comunicação da regata Volvo é o jornalista Flávio Perez. Eles nos explicou que o vencedor ganha sete pontos e mais um bônus. Já nas três etapas que atravessam os mares do Sul e o Atlântico, a pontuação é dobrada. “Isso porque é tradição da regata passar por esses mares bem perigosos e desafiadores”, comenta.

Também existe a pontuação de quem cruzar o Cabo Horn em primeiro lugar, e velejar em menor tempo. Uma das regras principais para pontuar é não ligar o motor, que é proibido. Uma desistência nesta etapa também faria com que os velejadores não somassem ponto.

Vamos torcer para que os barcos que estão disputando esta etapa, que promete ser uma das mais desafiadoras, cheguem em terras brasileiras sem muitos danos e que todos os velejadores estejam bem.

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