Home Notícias Especial MARCÍLIO DIAS 100 anos | 12 fatos e curiosidades da história do Marcílio Dias

MARCÍLIO DIAS 100 anos | 12 fatos e curiosidades da história do Marcílio Dias

Remo

O Marcílio Dias tem um grande número de conquistas no remo. Foi campeão da taça centenário de Itajahy de 1920, das taças Pira, Antarctica e Matarazzo de 1921, campeão catarinense de remo em 1925. Em 1922, os remadores marcilistas Gaspar da Costa Moraes, João Tabalipa, João Willert, Pedro Santos e José Corbeta protagonizaram o “Raid Itajaí-Florianópolis”, remando até a capital do Estado numa pequena iole de madeira, feito que teve repercussão nacional.

Fundação

O Marcílio Dias foi fundado pelos amigos Gabriel Collares, Victor Emmanoel Miranda e Alyrio Gandra. Curiosamente, até meados dos anos 2000 o aniversário do clube foi comemorado em 19 de março, quando a ata de fundação foi descoberta e a sua data oficial também: dia 17. O primeiro presidente foi Ignácio Mascarenhas Passos.

Cores

As cores do Marcílio Dias foram escolhidas em homenagem a dois clubes náuticos da capital: Riachuelo (azul) e Martinelli (vermelho), os quais serviram de inspiração aos jovens itajaienses na fundação.

Destaques

O Marcílio Dias nasceu como um clube náutico e a sua primeira atividade esportiva foi o remo. Porém, desde o seu ano de fundação, o Marinheiro desenvolveu outras práticas esportivas como futebol, tênis, polo aquático, natação, atletismo, vôlei, basquete, futsal e handebol, entre outras modalidades. Atualmente o clube reativou sua participação no remo, além de contar com equipes de handebol e futebol feminino. Também é destaque no futmesa e possui escolinhas de futsal.

Hino

O hino adotado como oficial pelo Marcílio Dias foi criado nos anos 1990 pelo compositor e então professor de música da Univali Arildo Simão. Desde então ganhou várias versões, do samba ao rock, sempre respeitando a letra composta por Arildo.

Nome

Marcílio Dias foi escolhido como nome na assembleia de fundação e aprovado por unanimidade: o bravo marinheiro negro e gaúcho Marcílio Dias, que sacrificou a vida em defesa da Pátria na Batalha Naval do Riachuelo.

Oito vezes vice-campeão

O Marcílio Dias já foi vice-campeão catarinense em oito oportunidades. Logo no primeiro ano que disputou o estadual, em 1930, e depois em 1944. Na década de 1960, auge do clube, foram três vices para o Metropol (60, 61 e 62) até enfim ser campeão em 63. Em 1967 voltou a perder o título para o Metropol. O Marinheiro ainda foi vice-campeão em 1986 e depois em 2000, na última vez que chegou a uma final do estadual.

Campeão Catarinense 

O único título de campeão catarinense da primeira divisão do Marcílio Dias veio em 1963, na competição organizada pela Federação Catarinense de Futebol e batizada de Torneio Luiza Mello. Na ocasião, o Metropol não participou da disputa, e o reconhecimento daquele torneio como o Campeonato Catarinense oficial de 1963 veio duas décadas depois.

Mais títulos

Ao longo de sua história o Marinheiro conquistou um grande número de taças no futebol. Os primeiros títulos vieram ainda nas décadas de 1930 e 1940, quando conquistou o campeonato de Itajaí e também dos Vale do Itajaí por quatro vezes. Dominou o torneio da Liga Itajaiense de Futebol em 1958, 1960, 1961, 1962 e 1963. Em 1984 conquistou a Taça FCF 60 anos, um torneio disputado pelas principais equipes do Estado. Já o time que ficou conhecida como Siri Mecânico conquistou um turno do estadual em 1988, além de levar dois turnos do Catarinense em 1989. Em 2007 voltou a se destacar com as conquistas da Copa Santa Catarina e da Recopa Sul-Brasileira. Da segunda divisão estadual o Marcílio também é um dos clubes com mais troféus, tendo vencido em 1999, 2010 e 2013.

Torcida

As torcidas organizadas começaram a marcar presença efetiva nos jogos do Marcílio Dias a partir da década de 1970, quando surgiram a Sangue Azul e também a Máfia, que se manteve ativa também nos anos 80. Nessa década quem também agitava a arquibancada era a Torcida Jovem, que se estendeu até os anos 90. Desde o início dos anos 2000 quem dá o ritmo e puxa o canto da galera é a Fúria Marcilista, que se mantém como a única torcida organizada do clube em atividade.

Marinheiros na Seleção

Ao longo dos anos o Marcílio Dias teve alguns jogadores que já vestiram a camisa da Seleção Brasileira. Nos anos 2000, o atacante Leandro Damião e o meia Renato Abreu usaram a amarelinha após passarem pelo rubro-anil. No fim dos anos 80, Rosemiro chegou veterano ao Marcílio e já tinha atuações pela Seleção no currículo. Já o ponta Ratinho, que fez sucesso no Marinheiro na década de 1960, esteve na primeira lista de relacionados para a Copa de 1970, mas não foi ao México. Por outro lado, Alfredo Mostarda (foto) passou pelo Marcílio Dias em 1968 emprestado pelo Palmeiras e foi a Copa de 1974.

Estádio

A praça esportiva Dr. Hercílio Luz foi doada pelo governo do Estado, através do governador que teve seu nome imortalizado com o batismo do estádio: Hercílio Luz, em 10 de setembro de 1921. A primeira arquibancada – a coberta – foi construída em 1959, enquanto o sistema de iluminação implantado em 1964. A descoberta, conhecida hoje como esquenta galho, surgiu apenas em 1979, enquanto em 1990 foi erguido o anel no lado da avenida Sete de Setembro.

 

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