Home Notícias Especial DIARINHO 40 ANOS | Políticos destacam o trabalho jornalístico para o processo democrático

DIARINHO 40 ANOS | Políticos destacam o trabalho jornalístico para o processo democrático

O ex-secretário de Obras e agricultura de Itajaí, Tarcízio Zanelato, 61 anos, acredita que o atual cenário confuso, em que as pessoas não sabem mais o que é verdade por causa da disseminação de fake news vai promover uma volta ao jornalismo profissional. “As redes sociais estão perdendo credibilidade. No jornal, a notícia é concreta, foi feita por um profissional que entrevistou os dois lados, estudou pra isso, não tem comparação com corrente de internet”, acredita.
Ele disse que já foi alvo de muita matéria investigativa nas duas vezes que trabalhou na gestão Jandir Belini, e nem por isso deixou de acompanhar o jornal. “Eu já dei dezenas de entrevistas para esclarecer denúncias e é para isso que o jornalismo serve, para fiscalizar o poder público. Não podemos abrir mão dele”, declarou.
O ex-prefeito de Navegantes, Roberto Carlos de Sousa, o Bob Carlos, concorda com Tarcízio. “As redes sociais são um tiroteio. Do Facebook eu já desisti. Não sou de esquerda nem nunca fui, mas a campanha de difamação que fazem em cima do PT é absurda. É possível fazer política sem ataques de ódio, sem tratar a política como um jogo de futebol”, compara.
Para Bob, o DIARINHO se mantém relevante porque tem identidade regional e prima pela apuração das informações, com abertura para o contraditório. Já o senador Esperidião Amin, presente na Gororoba do JC, disse que o DIARINHO é um modelo de imprensa. “Eu sempre levo algumas edições em minhas viagens e mostro para os colegas conhecerem como se faz jornalismo com linguagem da minha terra e comprometido com os fatos”, elogiou.
O superintendente das fundações da prefeitura de Itajaí, Normélio Weber, vai além. “Só o jornalismo no estilo do DIARINHO é capaz de trazer uma notícia isenta porque confronta os pontos de vista, afinal, nossas diferenças são de origem política, no campo das ideias, e isso o jornal faz de forma cada vez mais profissional”, conclui.
O empresário Auri Pavoni, 60 anos, é outro que não deixa de acompanhar o jornal por nada. “Nosso país nunca teve radicalismo e a liberdade de imprensa é essencial para que o debate sobre a sociedade se mantenha vivo”, declarou. Segundo Auri, o jornal se mantém atuante, também, por se concentrar no cenário local. “Notícia nacional a gente se informa nos grandes portais, quando quer saber o que está pegando por aqui é no DIARINHO que se acha”, afirma.

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