Home Notícias Especial DIARINHO 40 ANOS | Empresários ressaltam a importância institucional do DIARINHO

DIARINHO 40 ANOS | Empresários ressaltam a importância institucional do DIARINHO

Julio Tedesco, 71 anos, vive entre Balneário Camboriú, Porto Alegre e São Paulo para acompanhar a administração de suas empresas, mas nem a vida corrida o impede de fazer um ritual todo domingo pela manhã: ele reserva pelo menos duas horas para degustar as últimas notícias do DIARINHO e ficar por dentro de tudo que rolou na região. “Até a assinatura da Zero Hora eu dispensei por estar constantemente viajando, mas do DIARINHO eu não abro mão. Eu acompanho o trabalho ao longo desses 40 anos e fico feliz que ainda exista um jornal sem papas na língua, que critica quando tem que criticar e elogia também”, declarou.
O empresário disse que as críticas são essenciais para que o serviço prestado por suas empresas se aprimore. “A gente que lida com o público precisa saber se algo não está sendo feito corretamente para que seja corrigido. Eu gosto, sobretudo, desta isenção do jornal em não poupar ninguém. Sei que, se saiu no DIARINHO, é porque é verdade”, destacou. Julio disse que não só é assinante do jornal como compra exemplares extras para funcionários e clientes. “Todo mundo quer dar uma olhada”, complementa.
Outro empresário que tem assinatura dupla para que os funcionários não disputem o DIARINHO a tapa é Vandelino Raimondi, 61 anos. Ele trabalha no ramo de artefatos de cimento e é tão fã das tretas políticas da Coluna do JC que virou patrocinador da Gororoba, evento que reuniu cerca de 1500 pessoas na sede da Sociedade Fazenda, no último sábado. “Eu adoro ficar por dentro das fofocas da hora, e o JC é um cara bem informado, sabe de coisas que os outros só vão dar depois”, elogia.
Vandelino destaca a linguagem do jornal e a do colunista como maiores diferenciais do DIARINHO, desde os primórdios. “O Dalmo era mais direto, o JC mais light, mas ambos originais”, compara. O empresário disse que prefere a versão impressa porque as notícias ficam registradas e dá até para guardar, caso precise depois. “Na internet some e depois não se acha mais. Tem coisa que a gente nem sabe de onde vem”, reclama.
Já o presidente da Associação Comercial de Navegantes, Liba Fronza, 48 anos, destacou a importância institucional de um jornal com a credibilidade do DIARINHO para o empresariado. “Antigamente, a maioria dos negócios se faziam pelos classificados, que aos poucos foram migrando para o meio digital, mas para consolidar uma marca com um anúncio impactante, esta parceria com o jornal impresso continua sendo fundamental”, avalia.
Liba é proprietário da Top Haus, padoca moderninha que conquistou moradores e turistas no bairro Gravatá e também revende o DIARINHO. Segundo ele, a galera acima dos 30 anos não abre mão da versão impressa ao invés da digital. “De manhã cedinho vem gente comprar o pão e não esquece de levar o seu exemplar. Já é tradição”, revela.

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