Home Notícias Especial BC 55 anos : A trajetória meteórica de um balneário destinado a ser metrópole

BC 55 anos : A trajetória meteórica de um balneário destinado a ser metrópole

Renata Rosa

Mergulhar nas origens de Balneário Camboriú, a partir do ponto de vista de quem acompanhou o processo de criação do município foi uma tarefa instigante para quem já teve o prazer de morar na cidade, mas desconhecia boa parte dos fatos históricos. Quem vive o dia a dia da metrópole não presta atenção no nome de praças ou como a cidade se desenvolveu. Só quando acordamos do piloto automático e paramos para ouvir as testemunhas desta história recente, afinal, Balneário é uma jovem de 55 anos, nos damos conta do tanto de sangue, suor e lágrimas foram derramados no caminho.
Neste sentido, o DIARINHO convida o leitor a fazer uma viagem no tempo, para conhecer as origens do município, que até os anos 60 ainda era apenas uma estância de veraneio para o público de ascendência alemã, o primeiro a se encantar com a praia. Saber das lutas que a comunidade se envolveu para emancipar a cidade de Camboriú e atender às necessidades de infraestrutura, assim como a saga do primeiro prefeito eleito, que deixou marcas profundas na geração que viu Balneário nascer.
Também trazemos uma reportagem sobre a reviravolta no destino da Barra Sul por causa da pane no monomotor de um empresário, e porque a avenida Atlântica era chamada de “Praia Presidencial” nos anos 60. O Caderno Especial também revela a polêmica trazida por um historiador autodidata, sobre o primeiro povoado na região, por causa de suas pesquisas sobre a genealogia de sua família e a distribuição de terras no século 18.
Um jornalista com mais de 30 anos de praia faz revelações sobre ícones da cidade, como a praia do Pinho. Uma professora aposentada e seu marido relatam a dureza dos tempos em que as avenidas foram abertas na marra, num tempo em que bairros populosos, como o Nações, ainda eram zona rural. E um morador da Barra conta como a vida mudou depois que a Barra Sul foi reinventada.
Prefeitos de ontem e de hoje falam das obras que fizeram o município se desenvolver para além da praia, além dos projetos governamentais para equacionar o crescimento econômico à responsabilidade ambiental e social. E moradores antigos descrevem como era morar em Balneário Camboriú nos anos 70 e 80.
O leitor também vai conhecer o herdeiro dos cinemas da cidade, que ergueu um museu de seis andares para mostrar às novas gerações a evolução da tecnologia da comunicação, o MIS. Ele faz parte de um grupo que se reúne todos os meses para garantir que a identidade cultural da cidade não se apague, assim como as fotos manchadas pelo tempo.
Boa leitura!

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