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Fabrício Oliveira

Prefeito de Balneário Camboriú

Nome: Fabrício José Sátiro de Oliveira
Idade: 44 anos
Natural: Curitiba (PR)
Estado civil: Casado
Filhos: Uma filha

Essa é a cidade turística mais segura do país”

Balneário Camboriú se destaca pelas belezas naturais, a qualidade e a pujança da construção civil, além da estrutura urbana de uma grande cidade. Só na festa da virada, recebeu mais de um milhão de pessoas. O turismo é a mola propulsora, que atrai visitantes de várias partes do país e do mundo. Em 2020, o prefeito Fabrício Oliveira (PSB) chega ao seu último ano de mandato e se prepara para disputar à reeleição. Para falar dos desafios de governar Balneário, a jornalista Franciele Marcon questionou o prefeito sobre grandes projetos anunciados, como restruturação da faixa de areia, obras da Quarta avenida, reurbanização da avenida Central, o novo emissário de esgoto, plano cicloviário entre outros. O prefeito também explicou a polêmica medida de tentar fechar as portas do pronto socorro do Ruth Cardoso para moradores de fora da cidade e o feito histórico de conseguir a balneabilidade positiva em todas as praias. O plano de reeleição e as críticas da oposição também foram outros temas dessa entrevista. As fotos são de Fabrício Pitella.

DIARINHO – Fabrício, você está na reta final do primeiro mandato. Os últimos meses foram marcados pela troca de secretários e algumas dificuldades para implantar projetos do seu governo, mas também pelo anúncio de inúmeras obras. Qual marca você quer deixar e como pretende ajustar as dificuldades para 2020?
Fabrício: A cidade de Balneário Camboriú funciona de maneira atípica. Nós temos uma população em determinado momento e depois temos uma população que triplica ou quadriplica. A cidade precisa estar preparada. Obras de infraestrutura são muito importantes, como a questão de abastecimento, e por isso não faltou água. Segurança pública, hoje nós temos o maior número de efetivo de guarda Municipal de Santa Catarina. Essa é a cidade turística mais segura do país. Investimentos técnicos, como também na limpeza, na manutenção da cidade, na iluminação pública e outras obras de infraestrutura de mobilidade. São obras importantes que nós estamos anunciando e colocando de pé. Uma marca que eu considero muito importante para Balneário Camboriú é você trabalhar para que as pessoas possam se sentir bem dentro da própria cidade. Programas nas áreas humanas são fundamentais, como o programa Abraço, Abraço ao Idoso, Abraço à Vida, Abraço à Mulher, programas de proteção emocional, que são pioneiros no Brasil, e que começaram aqui. Balneário Camboriú é conhecida pelo número elevado de suicídios, e nós passamos oito meses sem ter um suicídio na cidade. Um trabalho de prevenção que envolve a comunidade, os apoiadores e voluntários. Temos uma casa de voluntários. Eu creio que essa é uma marca muito importante: Balneário ser conhecida como cidade turística é muito importante, nós vivemos disso. Mas é uma cidade onde o poder público se preocupa também com o lado emocional dos habitantes. Por isso, há diversos programas pioneiros no Brasil.

DIARINHO – Entre os projetos anunciados, há os historicamente aguardados, como a reestruturação da faixa de areia, as obras da Quarta avenida, a reurbanização da Central, as obras do novo emissário de esgoto. Há também projetos inovadores como o plano cicloviário e a avenida Ecopark. Há dinheiro em caixa e logística para tocar tantas obras simultaneamente?
Fabrício: Uma das coisas no Brasil que eu acredito que serão mudadas, aos poucos, será essa burocracia. Todos esses projetos que você citou nós teremos recursos, já temos alguns, por exemplo, para a restruturação da faixa de areia já temos recurso. O projeto está sendo licitado, e vai mudar a composição econômica da cidade, projeto também de cunho ambiental, para proporcionar novos quiosques, novas ciclovias, novas áreas de lazer, uma nova economia para a cidade. Já está licitando e nós já temos os recursos. Projetos de mobilidade urbana, como o do elevado da Quarta avenida, que está licitando, também da avenida Panorâmica que está em obras, da continuidade da Quarta avenida, que também nós temos recursos, e o plano cicloviário. A maior malha cicloviária proporcional do Brasil será em Balneário Camboriú. Nós queremos fazer uma cidade para as pessoas e uma cidade de contemplação. Para tudo isso nós temos os recursos. As nossas licitações são muito criteriosas, e eu vou dar dois exemplos: a avenida Panorâmica nós economizamos R$ 350 mil. O molhe do Pontal Norte, nós economizamos R$ 1,7 milhão. Tudo isso porque é um processo muito transparente, nós temos regras de condutas na prefeitura. Ajustando a gestão, ajustando os projetos, ajustando os recursos, nós temos garantidos os recursos, os cronogramas das obras, algumas com atraso e outras nem tanto, mas a verdade é que todas essas obras ficarão de pé e servirão para melhorar a infraestrutura da cidade, com recursos e, acima de tudo, com um critério básico que é a transparência e o uso correto do recurso público.

DIARINHO – Balneário recorre da decisão da justiça que obriga a cidade a manter aberto o pronto socorro do Ruth Cardoso para o atendimento de moradores de toda a região. O governo do estado chegou a oferecer repasses e a justiça decretou o sequestro de dinheiro do estado paga garantir o funcionamento do hospital. O senhor justifica que não há infraestrutura que comporte atender tanta gente. Não é contraditório que uma gigante do turismo, como Balneário, negligencie atendimentos num pronto socorro público?
Fabrício: Não. Nós estamos abrindo prontos-atendimentos em várias outras áreas. Por exemplo, o PA do bairro da Barra, onde 35% das pessoas atendidas são de fora. Vamos abrir também o PA do bairro das Nações, que também deverá atender todas as pessoas. No bairro dos Municípios, que é um grande PA, também atenderá pessoas de fora e as pessoas da cidade. O hospital Ruth Cardoso foi construído para ser municipal. O hospital foi improvisado para atender toda a região. O pronto socorro é improvisado. Na medida que as pessoas são atendidas daquela forma, não podemos conceber como algo normal. Portanto, além de custear financeiramente até agora, de maneira solitária o hospital, o hospital não tem infraestrutura para receber o número de pessoas que está recebendo, porque não foi construído para isso. Nós fizemos um ajuste e dizemos o seguinte: vamos atender turistas, vamos atender pessoas de fora, mas vamos atender em outras unidades. O hospital funcionará para atender as cirurgias eletivas de Balneário Camboriú, que estão represadas, e tem milhares de cirurgias que estão represadas, porque o centro cirúrgico está sempre ocupado por cirurgias de outros municípios e até de outros encaminhamentos. Outro exemplo: nascem 300 bebês, a média é de 36% de Balneário. O restante é de fora. Mas não vamos paralisar neste momento o atendimento da maternidade, da obstetrícia, porque isso não atrapalha a infraestrutura do hospital. Temos condições de continuar fazendo todos esses partos, embora não ache justo só a cidade pagar esta conta. E vou cobrar essa conta para que Balneário Camboriú não tenha que arcar sozinha. De 300 partos, 36% de Balneário, o restante é de fora e nós custeamos. Essa adequação tem que ter a liderança do estado de Santa Catarina, que não tem. Tem que ter a participação e a consciência de pegar todos os hospitais da região, e perceber a vocação desses hospitais. Isso que nós estamos pedindo. Da maneira que está não pode continuar e por isso eu vou recorrer à justiça

Eu sou entusiasta de tudo aquilo que promove o turismo de maneira sustentável, de maneira equilibrada, de maneira que a cidade possa caminhar”

DIARINHO – Balneário conseguiu um feito inédito que foi conseguir a balneabilidade simultânea da praia central, das agrestes e até mesmo da lagoa de Taquaras. O mérito é do seu governo. Como conseguiu o feito?
Fabrício: É um trabalho de formiguinha, desde as fiscalizações, os lacres, a mudança da legislação. Por exemplo, nós lacramos centenas de imóveis, punimos, mostramos a realidade, mudamos a legislação. As pessoas inclusive que não têm condições de fazer a conexão do esgoto, nós estamos financiando. Em compensação também exigimos dos prédios uma declaração. A nossa finalidade não é punir, nem multar, mas trazer as pessoas pro compromisso público. O rio é um compromisso de todos. Vou te dar um exemplo: nós tínhamos na bacia do rio Marambaia 2500 casas irregulares, hoje nós não temos 50. Trabalho do “Se Liga na Rede”, da Emasa, trabalho formiguinha que vai lá orienta, lacra. Estamos fazendo com que os prédios possam se auto fiscalizar, coisa que não acontecia. Muitos prédios jogam e jogavam o esgoto na rede pluvial sem saber que estavam fazendo isso. Prédios que, inclusive, faziam manifestação nas redes sociais contra a poluição, mas não sabiam. Trazendo essas pessoas para o programa nós conseguimos avançar. Por isso, o canal do Marambaia, o novo emissário, essa rede de esgoto, que é da década de 80, e agora nós atualizamos para mais 40 anos ainda, que já está em funcionamento, que não deu problema, está garantindo que não extravase a rede de esgoto e que as águas possam ficar cada vez mais protegidas. Esse é um trabalho que nós fizemos e que em décadas ninguém nunca mexeu. Quando falam: essa é a Dubai do Brasil? Eu vou falar não. Eu creio que em Dubai um governo não demoraria décadas para enfrentar um problema, como nós estamos enfrentando. E agora estamos vendo pessoas engajadas na busca da solução. Isso é muito importante. Fizemos a rede de esgoto do bairro de Laranjeiras, que não tinha. Em Taquaras a balneabilidade está positiva porque nós fizemos uma rede coletora de esgoto, desligamos aquela estação que poluía o rio e vamos fazer em Estaleiro e Estaleirinho. Fizemos em São Judas, no bairro da Barra, no bairro dos Municípios vamos terminar, no bairro Nova Esperança, no parque Bandeirantes, no loteamento Schultz. Tudo isso serve, em outras situações, para que Balneário tenha a balneabilidade positiva. No canal do Marambaia, aquele lodo acumulado de tantos anos, nós precisamos tirar. Isso ainda causa o odor, o cheiro ruim. Vem uma chuva e mexe com aquilo. A contribuição de poluição no canal está diminuindo a cada dia pelo trabalho incansável da equipe, pela atuação do emissário, pelas obras que ainda continuarão. Ainda que essas obras sejam por debaixo da terra, o resultado está aí. Uma temporada fantástica, com a balneabilidade positiva, hotéis lotados e as pessoas satisfeitas com a cidade.

DIARINHO – Há quem diga que se começarem as chuvas essa balneabilidade não se sustenta. O que o senhor tem a dizer aos críticos e céticos?
Fabrício: Em todos lugares do mundo qualquer medição após uma chuva não dá positiva. Porque a água lava a cidade, estamos falando de uma cidade em nível, e vai trazendo toda a poluição que está nas ruas, calçadas, na rede pluvial. Qualquer cidade do mundo, após a chuva, terá a balneabilidade comprometida. Por isso, a gente mede a balneabilidade com uma empresa que é homologada pelo IMA [Instituto de Meio Ambiente], três vezes por semana, para poder monitorar constantemente. Se após a chuva, der negativa, não pode influenciar as demais medições, como muitas vezes acontecia. Nós medimos e divulgamos também.

DIARINHO – Apesar da anunciada balneabilidade os briozoários continuam manchando a praia central de negro e provocando mau cheiro. Foi anunciada a parceria com a Univali pra investigar a causa do fenômeno, mas nada foi divulgado ainda de progresso. Como está essa situação?
Fabrício: As algas, briozoários e tudo isso são fenômenos que estão acontecendo não só aqui, mas no mundo. Até esse ano foi muito menor a incidência, mas não atrapalha o aspecto de balneabilidade. Ele não polui a praia, dá um aspecto desagradável, não fica atrativo para o banho. Embora esse ano tenha diminuído, a gente está limpando sempre. Contratamos a Univali para identificar a raiz disso, e de onde vem? De onde se alimenta? É, claro, são fatores diversos, desde a composição orgânica, que muitas vezes é alimentada pela poluição, como outros fatores que ainda estão sendo investigados. É um trabalho minucioso, bastante difícil, mas está sendo feito para que nós possamos entender a raiz do problema. Um ponto muito positivo, que diminuiu, é que a balneabilidade também melhorou. A tendência é cada ano melhorar, cada ano avançarmos mais no combate à poluição, na melhoria dos rios e também a própria reestruturação da faixa de areia vai dar um aspecto bom, porque vai vir uma granulometria virgem, uma areia não contaminada, que vai dar um aspecto muito positivo na água.

Nenhuma região cresce como a nossa: 3,2% ao ano”

DIARINHO – A cidade fez um acordo inédito para o armazenamento de água com os rizicultores de Camboriú. A estimativa é que, em um período de seca, a água reservada abasteça BC e Camboriú por 12 dias. No réveillon não faltou água, apesar das barragens clandestinas descobertas. A conta desse investimento é paga pela Emasa. Camboriú tem uma empresa concessionária de água privada, mas Balneário se dispôs a resolver o problema e pagar a conta das duas cidades. Valeu a pena?
Fabrício: Valeu muito a pena. Diferente de muitas cidades, aqui mesmo da região, que tiveram problemas de abastecimento, infraestrutura para uma cidade turística é fundamental, imagina faltar água? Muito ruim. Nós estamos trabalhando não somente nisso, mas em melhorias, avanços tecnológicos do tratamento como a distribuição de água. Todos os anos nós aumentamos o número de reservatórios, a qualidade da água, os filtros, as bombas que chegam para distribuir água. Nesse ano, além de ter a decisão judicial que nos dá o direito que a passagem do rio esteja desobstruída, nós também fizemos um acordo com os rizicultores, bancamos isso, para ter uma colaboração e foi um sucesso. Ainda que, um dia depois da virada, eu fui com a Emasa tirar as barragens criminosas, e que tem que ser investigadas, porque quem fez isso queria atrapalhar a cidade, queria comprometer o abastecimento e não conseguiu. Nós tínhamos a segurança que na cidade não ia faltar água. Eu gravei um vídeo e disse: “não vai faltar água”. Tinha certeza de um trabalho bem estruturado, muito bem feito, de abastecimento. Agora vamos avançar para um trabalho que vai ficar permanente, que é o parque inundável. Já estamos pedindo autorização do IMA para fazer todas as questões ambientais. Será um parque inundável que vai ajudar a cidade de Camboriú, sendo que de alguma forma nós vamos financiar e pagar. A Emasa vai fazer. Isso vale a pena, abastecimento de água com qualidade. Como vale a pena investir em tratamento de esgoto, em melhorias na captação e na infraestrutura. São coisas básicas que, muitas vezes, as pessoas não olham porque não dá visibilidade, mas dá resultado. E começamos a colher o resultado agora na balneabilidade. Inadmissível que uma cidade que se diz turística não tenha as condições básicas. Como segurança pública, por exemplo, é outro quesito fundamental. A cidade tem que estar segura.

DIARINHO – Os idealizadores do BC Port, terminal turístico para transatlânticos na costa de Balneário Camboriú, dizem que o senhor “persegue” o projeto. O senhor é entusiasta da atracação de cruzeiros na cidade, atualmente através do Atracadouro Barra Sul. Qual a sua visão sobre as duas propostas?
Fabrício: Eu sou entusiasta de tudo aquilo que promove o turismo de maneira sustentável, de maneira equilibrada, de maneira que a cidade possa caminhar, sabendo que esses equipamentos são muito importantes. Roda gigante vai ter, o aquário que já está funcionando e é um sucesso, e outros projetos que estamos trabalhando. São equipamentos que comungam com o funcionamento da cidade. Sabendo as características e as limitações da cidade. Limitações pelo pequeno espaço territorial. Tem que ter o meio ambiente como o seu grande parceiro e não digladiar com o meio ambiente. Por isso todos os projetos com cunho ambiental de sustentabilidade, que sejam projetos que comunguem com a cidade, eu tenho o dever de apoiar, de incentivar. Eu falo isso respondendo essa colocação que diz sobre dois temas. Os projetos têm que ser debatidos, ter o cunho ambiental, ter a sustentabilidade, a infraestrutura adaptada à realidade da cidade.

DIARINHO – A virada de ano de BC ofereceu infraestrutura, um bonito espetáculo e segurança. Por outro lado, o trânsito e a quantidade de lixo gerados questionam se esse modelo de turismo é sustentável ao futuro da cidade. Como o senhor enxerga essa questão?
Fabrício: O trânsito é uma realidade hoje em todo país. Na nossa região da Amfri, eu tenho debatido com a Concessionária Litoral para termos uma marginal para servir de interlocução entre os municípios. O modelo de transporte público que nós estamos defendendo, que é o modelo de transporte feito pelo consórcio da Amfri, um modelo que trouxesse os melhores cases nacionais e internacionais para aplicar aqui. Tanto que está sendo reconhecido pelo Banco Mundial, que aportou interesse de financiar isso, sem precisar do estado ou do governo federal. Precisamos ter modais de mobilidade que possam ser sustentáveis. Por isso estou fazendo uma malha cicloviária organizada, o transporte público tem que ser reinventado, trânsito tem que ser uma realidade sempre. O que precisamos é oferecer situações alternativas, transporte público, malha cicloviária, esses são alguns dos nortes que temos para poder amenizar o impacto. Simplesmente melhorar as condições de acessibilidade, como uma calçada boa, por isso a avenida Atlântica precisa ser reformulada. As partes centrais da cidade serão todas reformuladas, com novos comércios, novos conceitos, justamente para ser um atrativo. [Não existe jeito de resolver o problema do trânsito de Balneário, que não seja conurbando com Itajaí, Camboriú…] Não vejo alternativa. A BR 101 corta Balneário Camboriú. Estamos abrindo várias avenidas, mas a gente vai sempre afunilar na BR 101. Nós temos que entender que a região é uma das que mais cresce, cresce 3,2% ao ano. Nenhuma região no estado cresce como a nossa. Aumentam o número de pedestres, ciclistas, de condutores, de veículos, de motos, mas isso precisa ser ordenado e conjugado em novas alternativas, que nós começamos a oferecer através desses modais.


DIARINHO – O senhor é candidato à reeleição. Do outro lado há a organização de uma frente ampla que pretende uma chapa de oposição ao senhor, formada por ex-prefeitos, um coronel da polícia militar e alguns ex-secretários que querem derrotá-lo. Como o senhor enxerga essa mobilização política de oposição?
Fabrício: Tudo há um propósito. Eu governo a cidade por um propósito. Os propósitos são baseados na transparência, na gestão, discussões para avançar em temas, independentemente dos temas serem polêmicos ou não. E sempre dizendo a verdade. Quando eu vejo algumas pessoas que torcem para que as coisas ruins aconteçam para serem beneficiadas por isso, eu entendo que o “propósito” não existe. Por isso, eu continuo no meu propósito: fazer um governo decente, um governo transparente e acima de tudo um governo de resultados. E os resultados estão aí: a cidade está avançando. Somos a cidade mais saneada de Santa Catarina. A cidade turística mais segura do Brasil. O nosso nível de governança cada vez melhora. Somos uma cidade que colhe frutos de um trabalho estruturado e não de um trabalho ao vento. Nem do trabalho de quem torce para o pior da cidade. Estou muito tranquilo, enfrentando os desafios. Há tranquilidade na equipe, na certeza que estamos fazendo bem. Aqueles que apostam sempre no pior, os resultados passados já trouxeram à tona… A população é muito exigente, e vai sem dúvida nenhuma querer o melhor para a cidade, assim como nós queremos.

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