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Taxista sai pra pagar conta e desaparece

Carro dele foi encontrado com sangue na maçaneta

O paradeiro do taxista Nilton Santos da Silva Filho, 48 anos, é um mistério. Ele foi visto pela última vez na segunda-feira à tarde, na rua Indaial, em Itajaí. O carro dele, uma Saveiro branca, foi encontrado ontem, às 10h, na rua Peterson André Machado, no Cidade Nova. O carro estava batido e tinha manchas de sangue.
Nilton é dono da Cicles Center, oficina de conserto, venda de peças e acessórios para bicicletas, ali perto da rótula do São João.
Segunda, às 16h, ele avisou ao funcionário Tobias Vitalino, 34, que iria fazer uns pagamentos. “Mas ele não me disse onde”, lembra Tobias, que foi a última pessoa a falar com o patrão.
A família e os taxistas amigos tentaram contato com ele no resto da segunda-feira, mas não conseguiram. O celular estava sempre desligado. Ontem, por volta das 10h, os guardas da Codetran receberam a informação de que o carro foi abandonado na rua do Promorar.

Sangue
A Saveiro, placa QHM 5056 (Itajaí), tava batida na traseira e tinha uma mancha vermelha que parecia sangue na maçaneta. A chave estava na ignição e as portas e vidros abertos. Os vizinhos contaram que a Saveiro estava estacionada desde a noite de segunda-feira.
Ontem, a família passou o dia procurando em hospitais da região e no instituto Médico Legal (IML), mas não teve nenhuma informação sobre o desaparecido.
Sônia Cabral, 60, irmã do taxista, contou que Nilton recebeu uma ameaça de morte em uma ligação anônima. Ela preferiu não dar muitos detalhes da ameaça, apenas contou que o irmão é casado e tem um filho de 18 anos. “Ele não tinha envolvimento com coisa errada. Eu falei com ele na sexta-feira (1) e combinamos de nos encontrar no meu apartamento, mas ele não apareceu”, narra a irmã.

Trabalha na rodoviária
Nilton trabalha no ponto de táxi da rodoviária de Itajaí, uma das portas de entrada à Itajaí. A Saveiro dele não era usada para o trabalho, explica o presidente do sindicato dos taxistas de Itajaí, Luiz Carlos Lapa da Silva, 53. “Estamos assustados com essa situação. Ele simplesmente desapareceu”, fala Lapa.
O caso foi registrado na polícia Civil como desaparecimento. Quem tiver informações do paradeiro do taxista, pode ligar para os telefones 190 (emergência da PM) ou para a família do Nilton, no (47) 3344-4151.

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