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Matou o cunhado porque bateu na irmã grávida

Lucas matou o cunhado com uma facada. Ele agora foi preso pelo crime

A divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú prendeu Lucas Carmo da Silva, 19 anos, esta semana, no bairro São Judas Tadeu, em Balneário Camboriú. Lucas matou o cunhado Pedro Henrique de Castro, 23, porque ele bateu na namorada, a irmã do assassino, que está grávida.
Lucas matou o cunhado com uma facada no peito em uma casa da rua Julia Serrão, no bairro Nova Esperança, e depois fugiu a pé pelo bairro, no dia sete de janeiro. A DIC iniciou as investigações e confirmou que assassino e vítima eram cunhados e já tinham trocado socos um dia antes do assassinato.
O motivo da brigaçada foi porque Pedro bateu na namorada grávida. A agressão aconteceu há cerca de cinco meses. Pra vingar a irmã, Lucas matou o cunhado.
Lucas chegou a se apresentar na DIC acompanhado do advogado e confessou o crime. Ele alegou que matou o cunhado em legítima defesa, alegando que temia pela vida dele e da irmã. Com o crime esclarecido, a polícia pediu e a justiça autorizou a prisão temporária do acusado.
Lucas foi preso em casa na localidade do Brejo, no bairro São Judas Tadeu. A polícia fez buscas na casa procurando a arma usada no crime, mas mesmo depois de vascular toda a moradia, a faca não foi encontrada. Lucas foi encaminhado ao cadeião da Canhanduba.

Assassino condenado é preso
A DIC de Itajaí prendeu esta semana Jhonata Maciel, 28 anos, o Tutinho, condenado pela morte do latoeiro Júlio César Fagundes, 24 anos, em 5 de setembro de 2011, na boate Terra Brasil, antiga Kubanacan, no bairro Cordeiros, em Itajaí.
Jhonata estava sendo procurado pela justiça pela condenação de 16 anos de prisão. Os policiais identificaram o paradeiro dele e após o monitoramento na rua Constantino D´Ivaneko, no Imaruí, prenderam o cara.
A casa de Tutinho era branca e tinha uma placa escrita “Jesus” bem em frente, o que facilitou a localização pelos policiais. Com o cumprimento do mandado, Tutinho foi levado pro cadeião Canhanduba.
O condenado participou do crime ao lado de Leonardo Adriano Furtado, o Lele, autor dos disparos, e de Isionei Rosa, o Tuco, mandante do assassinato.
O latoeiro foi executado às 4h30 da madruga, quando saía do antigo Kubanacan, na avenida Reinaldo Schmithausen, nos Cordeiros. Ele estava de carona num Fox preto quando rolou o crime.
Com um revólver calibre 38, Lele enfiou o braço pela janela do carro e meteu cinco balaços. O tiro que provocou a morte de Júlio entrou pelas costas e atravessou o peito.
O rapaz era solteiro, morava no bairro Cidade Nova e já teria passagens pela polícia por porte de armas. O crime rolou porque Júlio César deu em cima de uma namorada de Tuco.

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