Home Notícias Quentinhas Marcílio fica na frente da Chapecoense por duas vezes, mas empata no fim do jogo

Marcílio fica na frente da Chapecoense por duas vezes, mas empata no fim do jogo

A marujada vai demorar um tempo pra esquecer o duelo com a poderosa Chapecoense. Depois de estar duas vezes na frente do placar e com um jogador a menos, o Marcílio Dias tomou um gol duvidoso no finzinho da partida e ficou no empate de 2 a 2 com a colonada. Com o empate na Arena Condá, Marcílio e Chapecoense somam os primeiros pontos na competição. O Marinheiro volta a campo no próximo sábado, quando recebe o Avaí, no Gigantão das Avenidas. Já a Chape vai pegar o Joinville domingo, na Arena Bolshoi.
A equipe da Rádio Menina FM, a única a acompanhar o Cílio, ficou puteada com a arbitragem de Heber Roberto Lopes. Segundo a tchurma da rádio, três jogadores da Chapecoense estavam na banheira no lance do gol que definiu o placar na noite de ontem. Os marcilistas preferiram não entrar na polêmica e comemoraram o ponto ganho no Oeste. “É um bom resultado. Enfrentamos uma grande equipe, que está na série A do Brasileirão. É um time forte fisicamente e muito rápido. O mais importante é que a equipe está mostrando evolução e vai evoluir ainda mais”, comentou técnico Guilherme Macuglia.
Principal figura em campo, o goleiro Rodolpho destacou a luta do time após a expulsão do volante Serginho. “Não deixamos de lutar, não deixamos de atacar. Mas a Chapecoense pressionou o tempo todo, e uma hora a bola ia acabar entrando”, disse ele, que evitou entrar em polêmica sobre a posição do centroavante Rodrigo Gral. “É muito difícil dizer. A defesa tava saindo, eu fiz a defesa e o Gral completou pro gol. Não dá pra saber se ele estava em impedimento ou não”, concluiu o goleirão marcilista.
O jogo
Ao contrário do que se previa, o Marinheiro não se encolheu diante da Chapecoense. Os primeiros minutos de partida foram muito equilibrados, mas o time peixeiro tava o tempo todo buscando o ataque. Schwenck, titular pela primeira vez, deu trabalho pra zaga de série A da colonada. A superioridade virou gol aos 12 minutos. Márcio Careca cobrou escanteio, o zagueirão Baggio subiu mais que todo mundo e testou pro fundo do gol: 1 a 0 Cílio.
Meio sumido no jogo, Schwenck teve a chance de se consagrar aos 38 minutos. O lateral-direito Thoni puxou ótimo contra-ataque pela ponta e cruzou pra área; o camisa nove apareceu livre, mas pegou mal na bola e mandou por cima. Daí em diante, o Marinheiro conseguiu se segurar e foi pro intervalo com a vantagem.
O início do segundo tempo só não foi igual ao da estreia, contra o Metropolitano, porque o goleiro Rodolpho estava lá. Logos aos 30 segundos, Bergson fez o cruzamento, Rodrigo Gral mandou pro gol e o goleirão salvou o Marinheiro. Esta defesa, aliás, foi a primeira de uma série do ex-jogador da Chape. Aos cinco minutos, Bergson arriscou e Rodoplho apareceu dinovo pra mandar pra escanteio. Quatro minutos depois, o camisa um justificou a titularidade mais uma vez, ao fazer um milagre após cabeçada de Rodrigo Gral.
De tanto pressionar, a colonada chegou ao empate com uma forcinha do capitão marcilista. Aos 12, Baggio tentou cortar um cruzamento vindo da direita e jogou contra o patrimônio: 1 a 1. Mas o pior ainda tava por vir. Dois minutos depois do gol, o volante Serginho fez falta em Wescley, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Pouco depois, o técnico Guilherme Macuglia também foi expulso, pra revolta dos marcilistas.
Com um a menos, o Marinheiro seguiu apostando na bola aérea pra buscar o segundo gol. Aos 20, Thoni jogou pra área e Schwenck quase marcou de cabeça. O jogo ficou morno, e a torcida da casa começou a pressionar. Sobrou principalmente pro técnico Gilmar Dalpozzo, muito vaiado após tirar Bergson pra promover a entrada de Soares. A redenção do Marinheiro veio aos 38 minutos. E foi com um gol de placa. Dênis Willian se livrou de dois marcadores e meteu na gaveta do goleiro Nivaldo.
A alegria, porém, durou só dois minutos. No lançamento pra área, três jogadores da Chapecoense apareceram em posição muito duvidosa na área do Marcílio Dias. O bandeirinha não viu, e Rodrigo Gral pegou o rebote de Rodolpho pra fazer o 2 a 2. O empate foi frustrante pro Marinheiro, que esteve pertinho da vitória. Mas somar um ponto contra um time de série A do campeonato Brasileiro nunca é ruim.

Tudo dinovo
Os problemas nos estádios que tanto atormentaram o Catarinão no ano passado também já dão as caras em 2014. Interditado, o estádio do Sesi, em Blumenau, não pôde receber a partida de ontem entre Brusque e Atlético de Ibirama. Sendo assim, a partida entre Metropolitano e Joinville, às 19h30 desta noite, foi transferida para o Gigantão das Avenidas, em Itajaí. A FCF confirma o jogo, mas até a noite de ontem, a PM peixeira não tava sabendo de nada.
A interdição do estádio do Sesi rolou devido a uma ação civil pública, movida pelo ministério Público da Terra dos Alemóns, na qual foram solicitadas algumas melhorias no estádio, mas o Sesi não conseguiu deixar o estádio nos trinques.

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