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Gêmeas siamesas de Itajaí morrem logo depois do parto

Isabela e Isabeli faleceram logo após o parto; elas eram ligadinhas pelo abdômem e tórax; uma delas não tinha braços e pés

As gêmeas siamesas Isabela e Isabeli, filhas da itajaiense Monique Ramone Dunka, 23 anos, e de Pedro Ajala, nasceram na última sexta-feira e morreram logo depois do parto, no hospital das Clínicas em São Paulo. O caso já tinha sido noticiado em junho deste ano pelo DIARINHO, quando a família buscava ajuda pra garantir atendimento especializado.
Familiares informaram que a cesariana foi realizada por dois obstetras gemelares, como são chamados, um pediatra especializado em siameses e outros profissionais da área. A equipe optou por não separar as gêmeas no nascimento, pois queria esperar que elas crescessem um pouco e ficassem mais fortes.
A mãe tava bem e chegou a ser fotografada a caminho do centro cirúrgico. Porém, a notícia da morte das duas veio logo depois da cesariana.
O DIARINHO tentou contato com os famliiares e não conseguiu. A reportagem ainda não sabe quando a família voltará de São Paulo e onde ocorrerá o sepultamento das pequenas gêmeas.

Casal pensou em abortar, mas desistiu e mostrou fé
Já durante o pré-natal, aos cinco meses, foi identificado que as filhinhas de Monique eram duas meninas siamesas, que compartilhavam o tórax e o adbôdmen. Além disso, uma das meninas tinha problema no coração e a outra nos rins. Uma delas também não tinha os braços e os pés, os quais, segundo os exames prévios, tavam localizados dentro do corpinho da outra, perto do fêmur.
A família chegou a procurar um defensor público e deu entrada no pedido de interrupção da gravidez, mas desistiu antes do juiz canetear a decisão.
O casal se preparou pra receber as pequenas, mas também admitiu saber que elas poderiam não resistir e foi aí que, segundo a família, eles colocaram a decisão nas mãos de Deus.
Monique é consultora de vendas e foi notícia no DIARINHO em junho, pois apesar de já estar com sete meses, até então não tinha conseguido atendimento especializado. Na época, ela pleiteava conseguir mais ajuda do estado, pois foi liberada apenas a diária de R$ 24 por dia, pra alimentação e hospedagem enquanto ela estivesse em São Paulo. Ela também ganhou da secretaria de Saúde a passagem pra viagem.

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