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Ex-deputado do Paraná é preso em Balneário Camboriú

Osmar Bertoldi é acusado pela ex-noiva de agredir, estuprar e manter a noiva trancafiada

O ex-deputado federal do Paraná, Osmar Stuart Bertoldi (DEM), 47 anos, foi preso na noite de quarta-feira em Balneário Camboriú. Contra ele, havia uma ordem de prisão do Tribunal de Justiça do Paraná. Ele responde pelos crimes de lesão corporal, constrangimento ilegal, ameaça, cárcere privado e estupro. Todos denunciados pela ex-noiva dele, a administradora de empresas Tatiane Bittencourt, 35 anos.
A prisão aconteceu por volta das 22h, quando ele chegava em um prédio na rua 2800. Osmar estava passando férias em Balneário, frequentando restaurantes e fazendo compras.
Há sete dias, a equipe da polícia Militar recebeu a informação de que o ex-deputado estaria escondido na cidade. Segundo o comandante da PM, Evaldo Hoffman Júnior, Osmar não ofereceu nenhuma resistência à prisão e estava tranquilo. A PF deu apoio à prisão.
O ex-deputado estava foragido da justiça desde o dia 1º de dezembro do ano passado, quando o TJ, com base na Lei Maria da Penha, determinou o cumprimento de medidas protetivas e autorizou a prisão preventiva do ex-deputado.
Ele foi denunciado pelo Ministério Público depois que a ex-noiva, com quem teve um relacionamento de dois anos, denunciou as violências supostamente cometidas por ele.
Tatiane acusou Bertoldi de mantê-la em cárcere privado, com a ajuda de três de seus funcionários, durante cinco dias. O caso aconteceu em agosto de 2015. A moça também disse que o deputado teria lhe oferecido uma quantia milionária para que ela não o denunciasse à justiça. Osmar foi direto pro cadeião da Canhanduba, em Itajaí.
O advogado de Bertoldi disse à imprensa que seu cliente não tem antecedentes criminais e está sendo acusado injustamente pelos crimes depois do fim do relacionamento.
Bertoldi trabalhava, até dezembro do ano passado, como diretor de programas da companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), mas foi exonerado após a repercussão do caso.

Aliviada
Ao site de notícias G1, Tatiana disse que está aliviada com a prisão do ex-companheiro. “Desde que eu tomei coragem de fazer a denúncia, em agosto de 2015, fiquei muito assustada porque a pressão foi grande. A minha casa, inclusive, foi invadida do nada. Não duvido que isso tenha sido a mando dele”, disse ao G1.

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