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Eleições 2016

O ministro do Superior Tribunal de Justiça, o catarinense Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, visitou a Festa do Colono. Ele elogiou pacas o evento. Na imagem com o secretário de Agricultura de Itajaí, Artur de Jesus

Itajaí deve ser submetida a um debate positivo em 2016. Um ciclo de 34 anos de gestão a quatro mãos se encerra. Será possível avaliar temas pra lá de importantes, aprendendo com o passado e construindo o futuro.

Futuro
Iniciando com a polêmica e enérgica gestão Arnaldo Schimdt, passando pelo arrefecimento de João Macagnan, progressismo reprimido de Volnei Morastoni e um longo, florido e quase sereno período de Jandir Bellini e seu importante legado. Será possível perfilar com essas experiências o que foi, é, e o que será de Itajaí nos próximos 20 anos.

Corrupção
Pontuais ocorrências e prejuízos, que poderão ser expostos de maneira transparente e nominal. É importante que se tenha, além de propostas, boas práticas diante destas fraturas de legado que, claro, ninguém vai brigar pela paternidade no próximo pleito.

Renovação
Uma renovação natural dos quadros, ideias e, principalmente, de eleitores deve surgir, na proposição de novos programas e cobranças. Os jovens amadureceram e aprenderam a respeitar a experiência e entenderam o processo dinâmico da atualização dos debates. Quem não fez a lição de casa, deve desaparecer.

Desenvolvimento econômico
Propor alternativas de diversificação econômica e fomento será de bom tom, porém, muitas pessoas investiram suas economias no preparo para o mercado de trabalho que orbita a atividade portuária. Isso envolve uma camada significativa de jovens formados ou ainda no ambiente acadêmico, além dos de formação profissionalizante.

Estratégico
A construção naval é extremamente dependente dos projetos de petróleo e gás, mercado que passa por um momento difícil e incerto, mas o petróleo e o gás estão no mesmo lugar, em uma bacia que vai de Santos a Laguna. Itajaí e Navegantes estão posicionadas em ponto geograficamente estratégico e reúnem boas perspectivas de logística para a atividade.

Pesca
A pesca vem sofrendo ataques pela legislação confusa e mutante, enfrentando problemas de toda ordem e lutando muito pra se manter como atividade econômica de peso na esteira das demais. Classe unida e com articulação política vem tentando pautar governos e instituições quanto a sua importância, buscando fomento e desenvolvimento a níveis da agricultura e pecuária.

Turismo
O turismo será falácia, como sempre foi, a não ser que tratemos este tema como linha auxiliar, pois estamos no meio de grandes centros turísticos e que tratam esta atividade como matriz econômica, canalizando fortes demandas dos governos para sua sustentabilidade e fomento.

Harmonia
Na opinião deste socadinho escriba, Itajaí deve tratar o turismo em harmonia com as grandes regionais e tentar obter vantagem no caso do turismo de negócios. É fato que nem leitos-hoteleiros temos para suportar um evento de médio porte. Priorizar o turismo em Itajaí é flertar com o fracasso. A caminhada é longa.

Logística e mobilidade
Itajaí deu um nó cego nesse quesito, parou no tempo e esbarrou nas flores. Humanizar e reavivar ruas e avenidas não resolve os problemas, o problema é espaço e fluidez, não estético. Grandes cidades abriram mão da estética para aliviar as pessoas.

Básicos
Saúde, educação e segurança levam a segunda maior fatia do bolo, perdendo apenas para a folha de pagamento. Um debate franco e transparente deverá romper com essa demanda reprimida, que custa caro e é mal gerida. A ineficiência destas incentiva mercados lucrativos, leiam-se planos de saúde, escolas e universidades particulares, bem como o megamercado de segurança privada.

Apendicite
O ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), foi acometido de uma crise de apendicite na última sexta-feira. Foi operado no mesmo dia. A previsão era de alta na tarde de sábado. O burgomestre progressista deve permanecer alguns dias de molho, recuperando-se.

Dois
Encontrei a vice-prefeita Dalva Rhenius na Festa do Colono. Questionada sobre o pleito de 2016, a muié lascou que o momento é de trabalhar, pois eleição só no ano que vem. Lembrei-lhe de que tinha dito que o seu partido, o PSB, ia ter candidato à majoritária. Dalva saiu pela tangente, dizendo que a sigla tem até dois candidatos. E nada mais disse, foi circular no meio do povão. Hummmm…

De 21 pra 12!
O desassossegado presidente do legislativo peixeiro, Luiz Carlos Pissetti (DEM), protocolou na sexta-feira a proposta de mudança na Lei Orgânica do Município, que passa dos atuais 21 vereadores para 12. Foiçada de nove cadeiras para a próxima legislatura. Isso quer dizer que metade dos atuais vereadores não tem condição nenhuma de retornar na eleição do ano que vem. Ai, ai, ai que dor!

Ah, para né!
Que história esquisita a de que a prefa do outro lado da vala estaria deixando no limbo quem se aposenta, compulsoriamente, depois dos 70 anos. Os linguarudos falam em mais de 10 casos, onde os velhinhos estão entre o INSS e o sistema previdenciário do munícipio, sem saber o que fazer e como agir. Complicado!

Amigos
O Encontro dos Amigos rolou neste sábado de sol, com a presença de ilustres e de desconhecidos. Uma pá de candidatos desfilou na avenida Atlântica, todos sorridentes e posando para fotos com os grupos que estavam pra lá de animados.

Bateram pernas
Os pré-candidatos ao paço Peixeiro e ao da Maravilha do Atlântico, Paulinho Bornhausen e Fabrício Oliveira, ambos do PSB, foram bastante disputados e bateram pernas por toda a avenida.

Festa
A festa dos Amigos é uma tradição importada da galega Blumenau, onde qualquer feriado é dia de festa. Acontece que na Maravilha, apesar do evento já ter se consolidado, não se tem um espaço adequado para receber os “amigos”, uma vez que faltam banheiros e estrutura para tanta gente. 

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