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Cemitério de cá

Sexta-feira, AC/DC bebê – A banda australiana que incendeia a todos estará em BC, sexta-feira – a cover, viu! Trata-se da banda Alta Voltagem, de Brusque, que há 12 anos perpetua os clássicos do AC/DC. Imperdível! O crédito da foto é de Luis Filho

Esta semana, fiquei sabendo que o cemitério da Barra está em processo de esgotamento. Conforme revelado, estariam faltando 200 covinhas para serem habitadas e não há mais espaço pra expansão. Difícil também despejar defuntos, pois praticamente todos estão sendo pagos, religiosamente.

Verticaliza
Sugeri para os defuntos a mesma tendência dos vivos em BC: a verticalização. Só essas 200 covas poderiam ser transformadas, sei lá, em duas mil gavetas. Não é muito, mas já é um folegozinho ao nosso cemitério municipal.

Cemitério de lá
O mesmo drama vive o cemitério de Bombinhas. Só que lá há ainda para onde expandir. Só que a prefeita anda trocando os pés pelas mãos e desvalorizando terrenos vizinhos abaixo do preço de mercado. E com um agravante: o cemitério é pertinho da praia. Vixe!

Pedágio sem noção
Já que o assunto é Bombinhas, não poderíamos deixar de comentar sobre o pedágio, digo, ingresso para acessar a cidade, aprovado pelos vereadores. E o assunto não é de agora. Muito já se falou a respeito e, finalmente, virou realidade. Na minha ignorância, entendo ser algo totalmente down by law, afinal, retira-se o direito de ir e vir. E mais: se existisse um grande plano de desenvolvimento de Bombinhas ainda vá lá, mas não existe. A cidade foi criada e nenhum governo que passou por lá disse pra que veio. Pagar para circular naquelas ruas cheias de buraco de Mariscal? Dá um tempo.

Os slogans I
Retomando os slogans de nossos candidatos, retorno ao slogan de Fábio Flor. Não é candidatura do bem, mas política do bem. Para o nosso analista de plantão, a emenda saiu pior que o soneto, pois, segundo ele, o nível de arrogância é maior. Sob a perspectiva da semiótica, nosso analista afirma: “O candidato se apropria do bem como se o restante fosse do mal. Maniqueísmo na essência”.

Os slogans II
Para o analista, o slogan de Dão Koeddermann é direto e sem maiores estripulias. Para ele, Renovação no congresso parece certeiro, afinal, Dão, se eleito, é efetivamente uma renovação.

Os slogans III
O slogan de Cláudio Dalvesco é muito confuso. Para o analista, “Turismo com Segurança” remete a diversas interpretações. Uma delas pode assustar o turista, se ele interpretar o slogan como sendo Santa Catarina um estado sem segurança e que o candidato dará um jeito.

Invasão
Conforme antecipado, a campanha de Leonel Pavan começa a invadir a cidade numa estratégia de eleição municipal. Em função disso tudo é que os aliados do prefeito ERD apostam cada vez mais – e de forma exclusiva – na candidatura de Cláudio Dalvesco. Um analista de plantão – e contrário a Pavan – acha que ele faz 16 mil votos aqui, em BC. Eu retruquei: se ele fizer só 16 mil votos, vai mofar com a pomba na balaia se pretende retornar como candidato a prefeito.

Da série…
…morro e não vejo tudo. E não é que o assunto teleférico na Atlântica foi retomado e colocado até num pedincho de grana federal? Quando falaram do tal teleférico, já algum tempo, lembro que escrevi sobre como ficarão contentes os proprietários de apartamentos dos segundos, terceiros andares dos chiquetosos prédios de frente pro mar. Abrem as janelas e dão de cara com a turistada passeando de teleférico.

Zoo humano
A privacidade dos frequentadores desses apartamentos vai pro espaço. Verdadeiro zoo humano. Tem que tomar muito cuidado no que faz em seu próprio domínio territorial. Cortina fechada é a melhor prevenção. Sem falar na desvalorização de seus ex-caros apartamentos.

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