Home Colunistas Memórias & Fatos Ainda sobre Itajaí de antigamente

Ainda sobre Itajaí de antigamente

São tantas as reminiscências de Itajaí que vale a pena dar continuidade ao artigo que muito repercutiu no Diarinho. Lembramos a construção da nova Igreja Matriz que começou em 1942, ficando perto da antiga Prefeitura e do Colégio Vitor Meireles. Lembramos da Agência Mundial de Viagens, do Edifício Rio do Ouro, do Dr. Bini dentista, do Dr. Picolli, do Paulo Brisolara, do Reynaldo Wanderech. Do Nino sapateiro, da Banda Os Foliões, do gaiteiro e pianista Nêne, da banda Os Incandescentes. Do Toni Ivan, do Adolfo Canhoto, do gaiteiro Mussi, do Juca Retratista, da Churrascaria Taí, do Restaurante Caiçaras. Da Casa do Rádio, do Binha da Casa da Armação, do Edifício Dona Dora, da Gráfica Bilula. Da Comércio e Navegação Bauer, da Navita, da Banusa, da Atlas e da Casa Rodi. Da Balsa da Barra do Rio, do Bar dos Irmãos Albino, da Madeireira Piazzera, dos Irmãos Pinto, das Esquadrias Irmãos Victorino, da Autopeças Itajaí do Laércio Silva. Do Castelo Monte Mar no Morro da Cruz, da igrejinha de Cabeçudas, da Casa Zatar, da Casa Carlos Cesar, da Dutra & Cia. Do Dimas Cabeleireiro e do Maurício, do Orestes da Lux Tintas, do Odílio Garcia, do João Macagnan, do Arnaldo Schmitt. Itajaí de Nilton Kucker, do Arno Cugnier, do Chico Pauletti, do Alceu Rauber, do despachante Tadeu. A Itajaí de Edison d’Ávila, Juventino Linhares, Arnaldo Brandão, Marcos Konder, Nemésio Heusi, Beto Severino e Magru Floriano. Do Banco Inco, do Besc, do Bamerindus, do Banco Nacional do Comércio, do Banco Real. Da Estiva, do Porto, dos trapiches, dos barcos sardinheiros do João Antenor. Das empresas de Pesca Nicacio da Costa, Kowalski, Cooperativa Nipo-brasileira. Dos estaleiros Ebrasa e Corena. Itajaí da Estrada de Ferro, do Arroz Maísa, do Trigo Peônia, da Distribuidora Pimpa, da Fepevi. Da Irene Boemer, da Onadir Tedeo, da Lausimar Laus. Do Professor Paulo Maes, do Dr. Edson Vilela, do Diolindo, do Lito Seara. Explanações e mais detalhes estão no livro ITAJAÍ NOS MEUS APONTAMENTOS que logo será editado.

Memórias & Fatos
Cláudio Bersi de Souza é um escritor, romancista, historiador e cronista brasileiro. Considerado o mais prolífico autor de Penha, Bersi começou a publicar nos anos 1980, após uma carreira como marinheiro em embarcações pesqueiras. Seu primeiro livro foi lançado em 1984, "Um beijo na Tempestade". A esses se seguiram "Uma Luz na Solidão" (1988), "Muralhas de Água" (1992), "Penha: A história para Todos" (1995), "Pirajá" (1999) e "Piçarras de Todos os Tempos" (2000).
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