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Balneário tem Atlântica Ativa


BC tem Atlântica Ativa

Balneário Camboriú promove o Atlântica Ativa, aos domingos, das 7 às 12h30, quando a avenida Atlântica bloqueia trechos para o uso de pedestres e ciclistas. Nossas cidades precisam investir em políticas sociais, em saúde, educação, cultura, esportes e lazer. Qualidade de vida se traduz em segurança, que é uma reivindicação permanente da sociedade. Ruas devem ser ocupadas por todos e não há porque a prioridade ser do automóvel em detrimento das pessoas. Tomara que a iniciativa dos prefeitos de BC e Itajaí permita uma evolução na forma de enxergarmos o espaço público. Conviver nas ruas, ao invés de somente em ambientes privados, é um avanço civilizatório.

Lá no Google
Boa a iniciativa do prefeito Fabrício Oliveira (PSB) de procurar o Google propondo uma parceria com a rede pública de educação de Balneário Camboriú. Só ficou estranho porque, na mesma semana em que o prefeito posava para fotos na sede da multinacional de tecnologia em SP, uma escola do município, com mais de 700 alunos, adiasse o retorno das aulas porque sua estrutura ameaçava ruir.

Aqui na Vila Real
O colégio Armando Cesar Ghislandi suspendeu as aulas em 10 de julho, anunciando o risco de queda da cobertura do pátio, que se deteriorou. Foi anunciada uma reforma emergencial, mas as obras só começaram poucos antes do reinício do segundo semestre. A escola ficou quase um mês fechada esperando pelo reparo. Segundo o município, a partir de15 de agosto, a escola, enfim, reabre. A estrutura danificada foi retirada, mas a reforma completa só sai nas férias de verão.

Rua de Lazer
Parabéns à prefeitura de Itajaí e à coordenadoria de Trânsito que anunciaram o fechamento parcial da avenida Beira Rio, nos fins de semana, sempre que não chover. O trânsito de veículos será interrompido ao redor da praça, das 14 às 18 horas, aos sábados, e nos domingos, das 8 às 18 horas. A cidade, especialmente a criançada, agradece.

Inovou
Soltar pipa, pedalar, jogar bola, andar de patins, patinetes. Tudo sem a ameaça dos carros, que transitam em alta velocidade ao redor da praça, é um convite às famílias curtirem a Beira Rio. Parabéns ao prefeito Volnei Morastoni (PMDB) que teve coragem de fazer o que o antecessor não fez porque tinha medo de criar polêmicas com o comércio e a vizinhança. Volnei optou pelo que é melhor para a coletividade. E com mais pessoas freqüentando o local, serão beneficiados também os donos de bares, quiosques e restaurantes.

Sem-noção
Esperar no sol ou na chuva, horas e horas, para receber de volta um dinheiro que é seu. A Coletivo Itajaí cobrou o dinheiro do cartão SIM e agora enrola para fazer a devolução aos usuários. Alegando dificuldades financeiras, depois de décadas de reinado, quando não só teve o monopólio do transporte coletivo como o da exploração do terminal rodoviário de Itajaí, a empresa fecha as portas devendo…

Os maltratados
Como fiasco pouco é bobagem, a Coletivo contratou seguranças particulares para “proteger” a sede da empresa enquanto o povão, feito bobo, espera na fila, do lado de fora. Vamos ver até quando vão adiar a devolução do dinheiro dos trabalhadores itajaienses. O Procon diz que vai ingressar com uma ação civil pública contra a empresa. Esperamos que a prefeitura e a câmara de vereadores também comprem essa briga em favor dos lesados.

Pena de nós
Da Transpiedade, que começou com problemas normais num processo abrupto e não divulgado de mudança, espera-se, por ora, que seja melhor que a Coletivo. Os usuários merecem respeito para início de qualquer conversa. Sejam eficientes. Já da prefeitura espera-se que os estudos contratados para o diagnóstico do transporte público sejam produtivos. Como resolver a baixa no número de usuários sem majorar os valores das passagens e sem rarear a freqüência dos carros nas ruas?

Para todos
Há sugestões de curiosos dizendo que as vans podem ser eficazes, assim como os ônibus menores. Monopólio de uma única empresa ou concorrência entre duas ou mais? A conclusão dos estudos é que deve apontar o caminho. Mas a solução será em médio prazo. Até lá, o município tem que investir em organização para que a cidade ganhe em mobilidade. Ciclovias, ônibus confiáveis, táxis, Uber, fiscalização do trânsito, calçadas seguras para os pedestres. A mobilidade será sempre uma aliada do transporte coletivo. Vamos torcer e cobrar.

Triste fim
Para coroar as décadas de péssimos serviços prestados aos itajaienses, a Coletivo encerrou as atividades e não pagou as rescisões dos funcionários. Pior, se apropriou do dinheiro dos usuários que, na boa fé, pagaram pelo vale-transporte, através dos cartões SIM. As filas gigantescas na sede da empresa são de pessoas lesadas. Tem sido uma via sacra. Em dias determinados são distribuídas senhas. Depois, é preciso fazer um cadastro que vai para “análise”. Aí será decidido se o usuário terá ou não o direito de receber de volta o que pagou pelo serviço que não foi prestado. Um escárnio! Apenas 300 senhas foram distribuídas no início desta semana. Ontem, nova rodada de senhas e novo suplício do povão esperando o atendimento na chuva.

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