Home Colunistas Direto de Brasília Lula deve depor sobre a venda de MP

Lula deve depor sobre a venda de MP

“Vou tentar fazer”
Eduardo Cunha sobre a análise do pedido de impeachment de Dilma até novembro

O ex-presidente Lula deve ser convocado a depor no escândalo de venda de medidas provisórias, que, segundo a Polícia Federal, rendeu R$ 2,4 milhões a seu filho Luiz Cláudio Lula da Silva só no caso da MP 471, que prorrogou benefícios fiscais para montadoras de automóveis. Já investigado por tráfico internacional de influência, Lula também foi denunciado em casos de corrupção no âmbito da Operação Lava Jato.

Convocação inevitável
As referências a Lula no escândalo da venda de medidas provisórias, dizem experientes fontes policiais, tornam inevitável sua convocação.

Governo era de Dilma
Foi criada em 2011 a empresa do filho de Lula que recebeu dinheiro do lobista Mauro Marcondes Machado, preso ontem. Dilma era presidente.

Lobista de luxo
Lula já prestou um primeiro depoimento ao Ministério Público Federal sobre a suspeita de que ser um “lobista de luxo” da Odebrecht.

Operação casada
O MPF apura atuação de Lula viabilizando negócios para Odebrecht no exterior em “operação casada” com belos financiamentos do BNDES.

Demissão de Cardozo é ‘questão de honra’
Foram as maracutaias na venda de medidas provisórias que motivaram a busca da Polícia Federal na LFT Marketing Esportivo, empresa do filho de Lula, Luís Claudio Lula da Silva, que levou R$ 2,4 milhões do esquema. Mas Lula e seu séquito culpam o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), por “não controlar” a PF. Para Lula, é “questão de honra” demitir Cardozo, segundo um dos líderes do PT no Congresso.

Ordem judicial, mané
Petistas ligados a Lula ignoram que a PF cumpre ordem da Justiça, nas prisões, nas buscas e conduções coercitivas. Nada a ver com Cardozo.

PODER SEM PUDOR
Homem de visão
Penalizado com o ostracismo e admirador do estilo de Jânio Quadros, o jornalista Boris Casoy decidiu telefonar para marcar uma visita ao ex-presidente. Durante a conversa ao telefone, Jânio avisou que estava “cego”, deixou Boris ainda mais pungido. Ao chegar para a visita, ele se espantou com Jânio exclamando de sua cadeira:
– Viva o jornalista Casoy!
Boris estranhou o fato de ter sido imediatamente reconhecido por alguém que se dizia cego, mas Jânio se apressou em explicar:
– Não enxergo, mas vejo sombras, e a sua é inconfundível!

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