Silêncio

O ministro da Casa Civil, Carlos Marum, ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, acompanhados do governador Pinho Moreira e do prefeito Fabrício Oliveira realizaram visita ao futuro Centro de Eventos

Nos corredores do paço da Vila Operária, o silêncio do prefeito barbudinho Volnei Morastoni (MDB) é um suspense só. Depois de várias exonerações feitas à distânciaão apareceu na prefa e não atende telefone, muito menos zapzap.

Pedetês fora?
Tudo indica que o barbudinho tá trancado em algum canto refazendo as contas do governo e tomando decisões para recompor sua base e iniciar o processo de reeleição. Perdigueiros ecoam que o PDT deve estar fora da conta.

Resmungando
Além de Marcelo Saldré, ops, Sodré, e a sua patroa, Kátia, ontem, foi dia de choradeira. Os linguarudos de plantão assopram que o secretário de Desenvolvimento Social, Fabrício Marinho, do PPS, andava soltando o verbo para todos os lados que não aceitaria exonerações dos seus e que se não for o presidente da piramidal promete tocar fogo no paço. Eitcha!

Fato
Fico aqui matutando com os botões de minha surrada camisa, sobre as opções que o prefeito barbudinho teria para se recompor depois deste pleito e visando o próximo. A engenharia deve ser medonha e as caras devem arrepiar.

Difícil
Enquanto algumas figuras continuarem empedradas naquele gabinete, vai ser jogo duro VM conseguir reorganizar politicamente seu governo com sobra para mandar andar o PDT e o PPS. A não ser que no velho modelo Jandir de ser, se isole os líderes e se aninhe suas pernas e braços. Será?

Troca-troca
Poderia também haver uma troca de siglas de lá pra cá, daqui pra lá como diria Dilma, além de uma possível nova aliança oficial recomposta com novas figuras no PR do topetudo Osvaldo Gern e PP do entisicado Fernando Pegorini com barba cabelo e bigode. Nesse caso, quem sabe, até PSB pode voar para o ninho. Alguém dúvida de que a política é dinâmica e tudo pode acontecer?

Tucanos sem ninho
Com a derrota acachapante estadual e nacional do PSDB, quem sabe os tucanos não acenam com cara de pidão para o prefeito barbudinho? Já que estavam agarradinhos em coligação até domingo… Tudo pode acontecer daqui por diante. Que comece o jogo!

Correria
Por um lado com as exonerações pipocando no paço da Vila Operária, o prefeito barbudinho Volnei Morastoni (MDB) criou um baita problemão para o governo. De um lado a bronca de quem perdeu o cargo e quem o indicou de outro lado, excelências excelentíssimas da piramidal casa do povo, querendo emplacar na vaga de quem perdeu a boca. Um furdunço danado.

Nunca foi
O vereador Samuel Paganelli (PSDB), do outro lado da vala, em contato com a coluna, diz que a sua filha, Eloisa Paganelli, nunca foi indicação sua no governo de Itajaí. E, que, inclusive a aconselhou a não ir, mas que ela que é jornalista com pós em Gestão de Cidades – abraçou o desafio e trabalhou com zelo e competência na função.

Bob pediu
Samuel afirmou à coluna que realmente Bob Carlos (PSDB) pediu a cabeça da sua filha. Bob tem a sua patroa trabalhando na prefa de Itajaí. E que tal atitude demonstra grande pequenez do ex-prefeito de Navegantes, na opinião do vereador emplumado. Já que Eloisa não tem nada com as questões eleitorais do último pleito.

Enfureceu
Paganelli diz ainda que a atitude do prefeito meio-careca, Emílio Vieira (PSDB), de exonerar alguns cargos foi por ter sido afrontado. Diz que Bob deflagrou o processo eleitoral de 2020, se colocando como candidato. O que teria enfurecido o atual prefeito. A confusão e a brigaçada seguem.

Ficou atentado
Ontem, no final da tarde, o clímax aconteceu em Navegantes, com o prefeito Emilio, usando a caneta e exonerando o ex-prefeito Bob Carlos do cargo de Assessor Técnico I na prefa. A caneteada promete esquentar ainda mais o caldeirão, que acabou de transbordar… Salve-se quem puder!

Feio
Pegou muito mal a nota emitida por Fabrício Marinho, falando da reeleição da deputada Carmen Zanoto (PPS). Na nota, Marinho ameaça companheiros de sigla com o conselho de ética, por não terem apoiado a candidatura do partido. O que deixou muita gente do PPS com o nariz torcido. Invés de agregar, desagrega.

Erro
Circula um vídeo, onde o vice-prefeito da Maravilha do Atlântico, Carlos Humberto (PR), afirma que o grande erro estratégico de sua eleição foi não ter declarado apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro, no momento certo, em que a onda era crescente em favor do candidato do PSL, lhe conferindo ampla margem do seu principal adversário, aqui na Santa & Bela.

Prudência
Carlos Humberto foi prudente ao fazer uma análise ainda com a cabeça no calor eleitoral, pois sabe bem, que se atribuísse parte de sua derrota ao governo municipal, poderia estar rifando de vez, digo, enterrando as pretensões políticas para o projeto de reeleição do prefeito pop star, Fabrício Oliveira (PSB).

Engasgado
Pois nesta altura do campeonato, em que até a eleição de Gelson Merísio (PSD) tá sob ameaça pela onda da renovação, não é hora de romper com aliados, nem de brigar com os adversários.

JC
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
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