Pra refletir

A inauguração da ponte Tancredo Neves pelo prefeit Volnei Morastoni esquentou os ânimos, ops, a friaca do finde…

“Há uma diferença entre ser um líder e ser um chefe. Os dois são baseados em autoridade. Um chefe demanda obediência cega; um líder conquista sua autoridade por meio da compreensão e confiança.” – Klaus Balkenhol, cavaleiro alemão.

Inauguração da ponte
A inauguração da ponte Tancredo Neves teve de tudo. Povão de Cordeiros e São Vicente feliz da vida, uma renca de autoridades e puxas do prefeito barbudinho, Volnei Morastoni (PMDB), servidores protestando e até um princípio de confusão, envolvendo prefeito, secretário e barnabés.

Aplausos
Após um ano e meio de espera, finalmente a comunidade dos dois bairros mais populosos de Itajaí ganhou a ponte de volta. E Volnei recebeu os parabéns do povão por ter concluído os trabalhos que estavam parados, em apenas seis meses de governo.

Travessia
O antigo e o atual secretário de Obras, respectivamente, Amarildo Madeira e Dedé, também merecem aplausos pela agilidade no trabalho. Apesar de esquecerem do ex-secretário, narigudo Tarcízio Zanelatto.

Nem tudo são flores
Mas nem tudo foi comemoração na reabertura da Tancredo Neves. Um grupo de barnabés, com faixas e apitos, protestou contra o decreto de contingenciamento da prefa, que pretende passar um pente fino nas gratificações irregulares.

Berreiro
Os servidores fizeram o maior berreiro, especialmente na fala do prefeito Volnei que, ao invés de contemporizar, deixou-se levar pelo sangue italiano e partiu para o revide verbal.

Coisa feia
Vivemos numa democracia e todos têm o direito de se manifestar e protestar. Porém, um fato bem feioso rolou quando os servidores que tavam protestando vaiaram a falas dos religiosos que foram abençoar a ponte. Uma total falta de respeito, repudiada pelo povão que tava presente.

Confusão
Outro perrengue envolveu o servidor e presidente do PT de Itajaí, o entisicado Rômulo Mafra, e o secretário de Fazenda, Erico Laurentino. Linguarudos que estavam lá contam que o secretário assistia diboa os pronunciamentos, quando o petista se aproximou por trás, sorrateiramente, e ligou um megafone com uma sirene no zovido de Erico.

Griteiro
O secretário tomou o maior cagaço e, por instinto, levantou o braço e acertou a mão do petista, derrubando o megafone. Rômulo não demorou muito pra fazer o maior auê político e colocar em seu Feicibúqui que foi agredido por Erico, um senhor de idade…

Sério!?
O secretário chegou a dar entrada em um pronto socorro, pois teria se machucado no episódio. O megafone chegou a bater sem querer na cabeça do secretario. Há quem diga que tanto Erico, quanto Rômulo fizeram BOs.

Ficou feio
O sindicato não havia procurado a administração para conversar quanto ao pacote de maldades, mas foi para uma inauguração com apitos e barulho fazer confusão. Detonaram até a bênção do pastor.

Papeleira
O grande problema é que o prefeito barbudinho não se conteve e provocou, também, os barnabés na sua falação. Isso não é papel de líder, de conciliador. Assim como não é papel de presidente de partido político o papelão do Rômulo. Tampouco foi bonito o papel do presidente do sindicato dos barnabés, o Chico, que armou a confusão.

Itajaí, acima de tudo
E, nessa toada, também, entra a ação do Erico Laurentino que é um dos mais fortes abobrões palacianos. Todo mundo errou e errou feio. E quem paga a conta é o povão aqu embaixo. Mais diálogo e menos brigas. Acima de tudo o bem estar da população e da nossa amada Itajaí.

Preocupou
O pior é que teve quem ficasse preocupado com a história da guarda armada pela brigaçada na ponte, que teria sido de certa forma contida pelo pessoal da segurança do evento.

Sandálias da humildade
Como vamos ganhar um batalhão de polícia sob o comando maior do prefeito, temos que refletir. “É prudente tanto poder nas mãos de quem não calça as sandálias da humildade e não demonstra disposição ao diálogo, pelos atos e fatos na ponte”, lascou um político de sete costados que não quis divulgar seu nome.

Raquel
As lideranças políticas peixeiras – de parte a parte, de oposicionistas e situacionistas – andam sacudas com a petista Raquel Gastaldi, inexplicavelmente guindada à chefe de gabinete do prefeito barbudinho Volnei Morastoni.

Lá na piramidal…
A insatisfação se dá, principalmente, porque segundo um vereador da base, Raquel entende nada de política e é igual tartaruga em cima de árvore: ninguém sabe como chegou lá, mas vai cair.

JC
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
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