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O reitor da Univali, Valdir Cechinel, participou de reunião com o Observatório Social de Itajaí

Reunião do Observatório Social peixeiro, com a presença do Observatório Social da Dubai brasileira, teve a presença do reitor da Univali, Valdir Cechinel, o Sábia, num gesto que demonstra mais uma vez que os muros da nossa universidade não mais separam o templo do saber da sociedade.

Univali
O reitor Cechinel veio pessoalmente responder um questionamento que teria sido levantado por um voluntário do Observatório Social de Itajaí, relacionado ao importante hospital Infantil Pequeno Anjo.

Pequeno Anjo
O reitor esclareceu algumas questões sobre os profissionais que lá atendem. As mudanças que ocorreram e trouxe ao pessoal do OSI peixeiro a realidade vivenciada. Falou das dificuldades, inclusive as que levaram à Univali a fazer uma parceria com o Instituto Santa Clara pra gestão administrativa do hospital Pequeno Anjo. Parabéns ao reitor e ao pessoal do Observatório Social de Itajaí.

Abraçar o mundo
O dublê de deputado estadual e coronel Onir Mocelin (PSL) sempre foi um cara do bem. Estava na reserva e acredita que recebeu um chamamento pra continuar a contribuir com a sociedade. O problema é que tem derrapado na missão. Talvez por ser afoito e querer abraçar o mundo, algo impossível e impensado.

Demandas
A região tem demandas sérias e graves. A sociedade almeja, aguarda e confia que as lideranças, os ungidos pelos votos de todos, arregacem as mangas e retribuam com trabalho. E, isso em coisas elementares, básicas e que podem ser feitas.

Promessas
Onir parece que aprendeu rápido o traquejo de muitos políticos. Estar aqui e ali, abraçar esse e mais aquele e prometer encaminhar e solucionar problemas. Assim fez na rodovia Antônio Heil que hoje tá com trechos inacabados, obra parada, colocando em risco a vida de quem necessita trafegar por lá.

Saúde
Outra demanda importantíssima é a Saúde. Mocelin posou todo sorridente com a irmã Mércia do maior nosocômio do estado, prometendo mais recursos para o hospital Marieta que ultima as novas instalações que vão elevar sobremaneira o número de leitos e capacidade de atendimento e também o seu enorme custeio. Até agora…

Ruth
Outra demanda é a grana pra custear o hospital Ruth Cardoso. A conta é bancada por Balneário Camboriú, faz sozinha, na cara e na coragem.

Pra baixo
Por fim, Mocelin, no jogo da política, e nas pressões e acertos sucumbiu, sendo retirado da liderança do governo e permanecendo como vice-líder. Agora, com essas e outras demandas citadas, resolveu ir até o governador Carlos Moisés para acompanhar comitiva do projeto megalomaníaco do BC Port.

Jogo
Algo que não tem como prosperar. Construir na boca da barra, no mar, ao lado de um morro preservado! E o pior, os últimos lances demonstram problemas. Mas querem enfiar goela abaixo, na base de que os ‘fins justificam os meios’. Documentos falsos, terreno de estacionamento apresentado não sendo os donos. Denúncia contra terceiros sem fundamento. Lamentável.

Centro de Eventos
Tem ainda o Centro de Eventos, que é obra de muitas mãos, mas terminá-lo de uma vez é questão de bom senso e lógica. A região perde dezenas de eventos a cada mês que atrasa a entrega da obra. Que até já foi entregue numa tentativa de oba-oba da velha política. O prefeito Fabrício Oliveira nem deu as caras na tal entrega. Fez bem.

Antes que
Agora tem que acabar o Centro de Eventos, antes que apareça algum projeto de aeroporto de disco voador pra ser instalado na ilha das Cabras, que o Mocelin ao que parece vai apoiar se surgir.

Deferência merecida
Nossas amadas excelências excelentíssimas da piramidal casa do povo peixeira promoveram na última sessão uma homenagem ao Seu Nino da Femepe, que mais do que merece a honraria pelo empreendedorismo e uma vida de muito trabalho que elevou o setor pesqueiro da região ao patamar de mais importante da América latina.

Prestigiada
Nomes como Augusto Dalçoquio, José Roberto Provesi, Maria Isabel Pinheiro Sandri, Denísio Dolásio Baixo e outra pá de figurões importantes, além da família e amigos mais próximos, prestigiaram o evento e levaram seus abraços ao homenageado.

Bafão
Mas a sessão foi prestigiada também por alguns manifestantes que alegam ter levado um verdadeiro calote da Construtora Ferplan, empresa que foi de dois netos do Seu Nino, o Leonardo Ferreira e o Orlando Ferreira (que no passado foi citado pra ser candidato a prefeito pelo PSDB), e que leva o mesmo nome do avô.

Querem o dindim
Com faixas e cartazes, os manifestantes pediam que os garotos entregassem os apartamentos ou devolvessem o dinheiro que as vítimas pagaram pelas unidades que nunca receberam. Ai, ai, ai que dor!

Justo #sqn
Ao que tudo indica os manifestantes tem toda a razão de quererem ser ressarcidos, e mais ainda em se manifestar, mas aquele com certeza não era o momento. Ainda mais com ameaça de porrada e coisa e tal. Até onde se sabe o seu Nino sempre foi muito bom pagador e não deve nada pra ninguém. Atiraram na pessoa errada.

Ferplan
Por outro lado, a construtora, que aparentemente foi vendida para tirar o dos meninos da reta e seguir com o calote, deve explicações para estas pessoas. Tem que começar imediatamente os prédios que prometeram e não entregaram. A legislação diz que os sócios retirantes são responsáveis até dois anos depois de saírem da sociedade.

Dona Justa
Por isso que o Judiciário também precisa ser rápido no julgamento das ações dessas pessoas prejudicadas, porque senão essa turma toda vai ficar a ver navios, ou no mato dos terrenos baldios, no caso. O certo mesmo era os netos do seu Nino honrarem o nome da família e pagarem o que ficaram devendo. Mas eles saíram pelos fundos da piramidal na hora do aperreio…

Cadê o Labtrans?
Em janeiro, a prefa divulgou o encerramento do estudo de mobilidade desenvolvido pelo laboratório de Transporte e Logística (Labtrans) para dar continuidade ao trabalho de contratação de uma nova empresa de transporte público e também entregar a minuta de contrato para iniciar o processo licitatório.

Descobriu
Essa minuta deveria ter sido encaminhada para análise do Tribunal de Contas da Santa & Bela Catarina, mas até agora nada. Quem descobriu que o TCE ainda não recebeu essa minuta foi o vereador galego Rubens Angioletti (PSB, por enquanto…).

Cansou
Desde fevereiro o edil tem ligado semanalmente ao tribunal questionando sobre o recebimento do arquivo para acompanhar o processo e os prazos, mas cansado de ouvir que não havia nenhuma minuta, resolveu verificar com a prefa peixeira.

Tava arquivada
Depois de ter levado um cansaço ao telefone passaram pro galego que a minuta não foi enviada ao TCE porque a prefa não tinha pagado o valor integral à Labtrans. Ou seja, o município atrasou, no mínimo, mais quatro meses o lançamento do edital para nova empresa de transporte. Enquanto isso, a Transpiedade fatura um mês sim e outro, também, cerca de R$ 400 mil.

JC
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
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