“Vou precisar”

“Vou precisar”

Cláudio Humberto

Deputado federal eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) 
ao ouvir votos de boa sorte na Câmara

Bolsonaro soma 74,5% e Haddad 25,5% no DF
Levantamento do Paraná Pesquisas para o site Diário do Poder, no 2º turno da eleição presidencial, mostra liderança folgada de Bolsonaro (PSL) nos votos válidos, com 74,5%, contra 25,5% de Haddad (PT), no Distrito Federal. No primeiro turno, Bolsonaro teve 58,37% dos votos no DF. Incluindo brancos e nulos, Bolsonaro tem 62,9% contra apenas 21,6% do petista, mas 4,7% não sabem e 10,8% não escolheram. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o nº BR-06352/2018.

Maioria entre homens
Entre eleitores masculinos de Brasília, Jair Bolsonaro tem 70,1% das intenções de voto no segundo turno. Haddad, 20,1%.

Maioria entre mulheres
Bolsonaro também lidera a disputa pelo voto feminino no segundo turno, no DF: 56,6% contra 22,8% do petista.

Só o ensino fundamental
O melhor resultado de Haddad é entre os que têm no máximo o ensino fundamental completo: 27,3%. Mas Bolsonaro também lidera: 56,5%.

Só o ensino médio
Entre os eleitores de ensino médio, o índice de apoio a Bolsonaro vai a 65,5%, enquanto o apoio a Haddad cai a 18,9%%.

Ibaneis 73,6% e Rollemberg 26,4%
Levantamento do instituto Paraná Pesquisas encomendado pelo site Diário do Poder mostra situação bem confortável para Ibaneis Rocha (MDB) na disputa de 2º turno pelo governo do DF. Considerando os votos válidos, ele tem 73,6% das intenções de voto, contra 26,4% do governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Considerando os votos brancos e nulos, Ibaneis soma 64,6% e Rollemberg 23,1% Não sabem 5,3% e “nenhum” somam 6,9%. Pesquisa registrada no TSE: DF-04143/18.

Melhor resultado
Rodrigo Rollemberg (PSB) atinge seu melhor resultado entre os eleitores de nível superior de escolaridade: 29%.

Voto casado
Entre os eleitores de Bolsonaro, 70,8% dizem que vão votar no candidato do MDB ao governo do DF, Ibaneis Rocha.

Entre petistas
No DF, 55,7% dos eleitores do petista Fernando Haddad também dizem que votarão em Ibaneis Rocha, que presidiu a OAB-DF.

62 milhões de votos
A pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta (10) revela que Jair Bolsonaro passou dos 62 milhões de votos (58% dos 107 milhões de votos válidos do primeiro turno). Registro no TSE: BR-00214/2018.

Aula prática
Ao fazer a “defesa da democracia”, a candidata a vice Manuela D’Ávila (PCdoB), cujo partido bajulava a violenta ditadura albanesa de Enver Hoxha, dá pista do que ela quis dizer, em freudiano ato falho, quando recomendou a liderados usar a hipocrisia como argumentação política.

Abraço de derrotados
O “apoio crítico” à candidatura do petista Haddad, decidido pela executiva do PDT, foi alvo de críticas de deputados do partido que saíram inconformados com o que chamam de “abraço dos derrotados”.

Prieto na IATJ
Um dos nossos mais admirados juízes, o desembargador federal Fábio Prieto (TRF-3) foi reeleito para o conselho da International Association of Tax Judges, formado por 11 magistrados de diferentes países.

Outra tacada certa
O bem avaliado prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), decidiu apoiar Bolsonaro, após evitar um inútil enfrentamento com o governador Rui Costa (PT-BA), afinal reeleito com mais de 70% dos votos na Bahia.

Programa melhor
O economista do Banco Votorantim, Roberto Padovani, afirmou em entrevista que o programa econômico do candidato Jair Bolsonaro, até pela clareza, seria o melhor para o momento do Brasil.

Apoio pesado
O vereador Gordo do Aurá, de Ananindeua, acusado de tráfico de drogas, é o maior obstáculo ao apoio de Bolsonaro a Marcio Miranda (DEM), que disputará em 2º turno o governo do Pará contra o clã Barbalho. Com Aurá no palanque, a turma de Bolsonaro está fora.

Reorganização partidária
Os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), não veem problemas na fusão de partidos que não atingiram a cláusula de desempenho e sofrem risco de extinção.

Pensando bem…
…a proposta de Bolsonaro de criar 13º para Bolsa Família é mais eficaz que a nova logomarca-melancia de Haddad, vermelha por dentro.

PODER SEM PUDOR
O papa na campanha
Após uma derrota para o Senado, Américo Farias candidatou-se ao governo de Santa Catarina, apesar das escassas possibilidades, e visitava Rio do Sul, no Vale do Itajaí, quando encontrou o deputado Alexandre Traple:
– Como vai, meu senador? – saudou-o o deputado, simpático.
– O senhor está falando com o futuro governador!… – cortou Farias.
Traple não resistiu à piada:
– Piacere, sone il Papa (Prazer, eu sou o Papa).

Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com