Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto “Temos pautas importantíssimas para discutir ao longo dos 4 anos”

“Temos pautas importantíssimas para discutir ao longo dos 4 anos”

“Temos pautas importantíssimas para discutir ao longo dos 4 anos”

Cláudio Humberto

Líder do governo na Câmara, 
deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), sobre a Legislatura

Prefeito flanava em Praga com SP debaixo d’água
Enquanto cinco pessoas morriam em deslizamentos e sete afogadas, centenas ficavam desabrigadas e milhares perdiam seus pertences, o prefeito Bruno Covas passeava na cidade de Praga, capital tcheca, e já tinha voo marcado para seguir em férias para Genebra, na Suíça. Ele escolheu sair de férias exatamente quando a cidade que administra enfrentava temporais que chegaram a derrubar mais de 600 árvores.

Cidade acéfala
Nesta segunda (11) pela manhã, a impressão era de acefalia. Com o prefeito ausente, ninguém aparecia para tomar as rédeas da situação.

Passeio suspenso
Informado do que se passava em São Paulo, Bruno Covas parece ter recuperado o juízo para retornar à cidade pela qual é responsável.

Erro repetido
Ao flanar em Praga, Bruno Covas repetiu o erro da então prefeita Marta Suplicy, que foi passear em Paris com a cidade debaixo d’água.

Companhia
A revista Veja São Paulo insinuou que Bruno Covas viajou na companhia de Gustavo Pires, “principal assessor e amigo”.

Chefe de gabinete do porta-voz
O coronel Didio Pereira de Campos será o novo chefe de gabinete do general Otavio do Rêgo Barros, porta-voz da presidente Jair Bolsonaro, e não “coordenador das redes sociais”, como indicava uma fake news. A estruturação do Gabinete do Porta-Voz ainda não está pronta, por isso Didio foi nomeado para cargo do mesmo nível, ligado à Secretaria de Comunicação (Secom): diretor do Departamento de Publicidade.

Além da imaginação
A nomeação de Didio Pereira de Campos excitou a imaginação de quem viu uma “intervenção” nas redes sociais do presidente.

Redes sociais, não
Sites de grandes jornais chegaram a noticiar que Didio foi “escalado” para coordenar redes sociais, “após polêmicas”. Nada, era falso.

Virou piada
Após instantes de perplexidade, a especulação sobre o papel do coronel Didio Pereira de Campos virou chacota no Planalto.

Estado paralelo
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) usam a expressão “estado paralelo” para definir a estrutura criada pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba com R$ 2,5 bilhões “doados” pela Petrobras.

Agente de viagens
Ex-assessora que escapou do atentado a Marielle, Fernanda Chaves contou ao jornal português Diário de Notícias que Dilma (PT) foi a sua casa oferecer “ajuda com contatos de entidades fora do Brasil”.

Tradução errada
Na conversa gravada, a jornalista Constança Resende, do Estadão, não diz que fez matérias com o objetivo de “arruinar” Flávio Bolsonaro. Apenas se revela orgulhosa do trabalho que fez no caso Queiroz.

Câmara vai às compras
Um mês depois de eleita, a mesa diretora da Câmara Legislativa do DF foi às compras: cinco carrões para mordomia de deputados, avaliados em quase meio milhão de reais. A licitação será no próximo dia 26.

Dirigindo na cadeia
Ao noticiar, como todos, a suspeita do MP paulista sobre o papel da morte de Celso Daniel, um jornalista de Itabuna (BA) foi processado por José Dirceu, que vai mofar na cadeia, mas ganhou com incrível rapidez a ação para tomar de Marcel Leal seu carro pago em 36 vezes.

Foco na Lava Jato
Após “intervenção” do presidente Bolsonaro no Ministério da Educação, que resultou numa dezena de demitidos, o MEC concentra seu foco na Lava Jato da Educação, anunciada pelo presidente.

Um foguete?
Ao tentar vender o carro em Brasília, leitor da coluna descobriu que foi multado por excesso de velocidade e, segundo a infração, trafegava a 530 km/h. Como a multa estava vencida, não teve como recorrer.

Checou, perdeu
Banco fatura alto nas tarifas escorchantes. O Santander cobra R$ 2,50 de clientes que desejam checar o saldo, no Caixa 24 Horas. O desavisado só não paga se isso está previsto no “pacote de serviços”.

Pensando bem…
…tem gente, inclusive no governo, precisando de tradutores melhores.

PODER SEM PUDOR
Rolando o lero
Heloisa Helena (Psol-AL) presidia uma sessão no Senado quando José Maranhão (PMDB-PB), antes de iniciar seu discurso, avisou que iria demorar. “Não tem importância, senador. Fique à vontade. Sou muito tolerante. E os senadores que aqui estão, e que também vão falar, serão pacientes.” Meia hora, Mão Santa (PMDB-PI) o aparteou, na maior ingenuidade: “Meu ilustre senador, por que não transforma esse discurso logo num livro?” Maranhão agradeceu a sugestão e mandou ver. Falou exatos 90 minutos.

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