Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto “São 60 dias [de tramitação]”

“São 60 dias [de tramitação]”

Cláudio Humberto

Rogério Marinho, sobre a expectativa de votar a reforma da Previdência no Senado

ONGs articularam ataque a embaixadas brasileiras
Órgãos de inteligências concluíram que ONGs estrangeiras que atuam na Amazônia estão por trás de atos de vandalismo contra a embaixada brasileira em Londres. Essas ONGs, que perderam espaço e poder no governo Bolsonaro, articularam ataques em várias capitais europeias, mas somente a ONG porralouca “Extinction Rebellion” (algo como “rebelião contra extinção”), do Reino Unido, topou a tarefa. O Brasil já endereçou reclamação ao governo local exigindo segurança.

PODER SEM PUDOR
Dos Thales, o maior
Dois gigantes do colunismo político, Carlos Castello Branco e Luiz Recena compartilhavam do privilégio de terem como fonte o deputado pernambucano Thales Ramalho. Certa vez, em resposta a notícias da escolha do conterrâneo Fernando Lyra para o ministério de Tancredo Neves, Thales perpetrou uma maldade que era também uma grande injustiça: “Fernando não pode ser ministro da Justiça porque é um analfabeto.”
Certa sexta-feira, já recomposto com Lyra, ele surpreendeu: “Castello, escreva pra domingo: Fernando será ministro da Justiça.”
“Pô, Thales, ele não era um analfabeto?” cobrou Castelinho.
A resposta foi na bucha: “Alfabetizou-se esta semana, Castello…”
Depois ligou para Recena: “Escreva isto também, vá que o Castello esqueça…”

Ideia era coincidir
A ONG deu à polícia pistas da articulação, como a intenção de coincidir o crime com o protesto de índias em Brasília, também nesta terça (13).

Impressão digital
Vândalos emporcalharam a fachada da embaixada com tinta vermelha e pichações citando, claro, questões ambientais e indígenas.

Jargão era petista
Os delinquentes protestaram também contra a eleição democrática do presidente do Brasil, repetindo frases petistas como “ele não”.

ONG terá de pagar
O embaixador Fred Arruda fez divulgar nota contra o vandalismo e vai à Justiça, se necessário, para a ONG pagar os prejuízos causados.

STF indicou filho de ministro
O Supremo Tribunal Federal (STF) não decidirá contra a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para o cargo de embaixador em Washington porque, caso houvesse ilegalidade, não teria indicado o filho de um ministro da própria corte, Carlos Veloso, ao Tribunal Superior Eleitoral. “O princípio é o mesmo”, diz o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), que apoia a indicação do filho do presidente até pelas qualidades que reconhece no deputado já no segundo mandato.

Sem ex-ministro
No ão há “ex-ministro” e sim ministro aposentado, por isso, se houvesse ilegalidade, o filho do ministro não teria sido indicado.

Sem nepotismo
O STF já firmou entendimento de que não há nepotismo, por isso avalizou a indicação de Carlos Veloso Filho para integrar o TSE.

Só para profissionais
É outro o erro de Bolsonaro, indicando o filho embaixador: diplomacia não é para amadores, sobretudo em posto como Washington (EUA).

Passou do ponto
Hélio José, senador entre 2014 e 2018, foi condenado a indenizar a deputada Paula Belmonte (PPS-DF) por danos morais. Ele ofendeu a imagem e honra da deputada, acusando-a de compra de votos.

Deboche
O desembargador do TJ-SP Luiz Soares de Mello, que mandou Alexandre Nardoni de volta para a cadeia, concorda: é um “deboche” com a população a concessão de “saidão” da cadeia no Dia dos Pais para quem matou os pais ou os filhos. “Sou população também”, diz.

Fica na Câmara
Apesar de ter sido expulso do PSL, o deputado Alexandre Frota (SP) não está sujeito a perda de mandato. Ele ficaria sujeito à perda de mandato se tivesse saído voluntariamente. Só senador pode fazer isso.

Pensando bem…
… a nomeação de Eduardo Bolsonaro está servindo de VAR: a maior ferramenta para os juízes que querem aparecer.

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com