Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto “Quando acaba a saliva, entra a pólvora”

“Quando acaba a saliva, entra a pólvora”

“Quando acaba a saliva, entra a pólvora”

Cláudio Humberto

Presidente Jair Bolsonaro, na formatura da nova turma de diplomatas do Rio Branco

PSDB quer fusão ao DEM e PSD para se fortalecer
O projeto político do PSDB, já para as eleições municipais de 2020, passará por sua fusão a partidos em relação aos quais tem afinidade programática, como DEM de Rodrigo Maia e o PSD de Gilberto Kassab. A ideia da fusão surgiu com o significado do fim da coligação, obrigando os partidos com aspirações mais ambiciosas a lançarem candidaturas próprias a cargos majoritários. Ou podem desaparecer.

Dividir para reinar
Em São Paulo, o fim das coligações favorece por exemplo o PT, que enfrentará nas urnas adversários fracionados em vários partidos.

Luta não será fácil
O governador João Doria sabe que o PSDB terá adversários fortes, à esquerda e à direita, e já defende a fusão em conversas reservadas.

Somente em junho
Já houve contatos preliminares, mas os tucanos só vão agilizar a fusão após sua convenção nacional do próximo dia 31, em Brasília.

Doria no comando
Com apoio de João Doria, o ex-deputado e ex-ministro Bruno Araújo deve ser eleito presidente do PSDB com a missão de renovar o partido.

No STF, reforço na segurança
O reforço na segurança está garantido a ministros que o desejem, segundo informa fonte da cúpula do Supremo Tribunal Federal (STF). Quem não achar necessário, pode dispensar a medida. Há ministros resistentes a aparatos de segurança e tentam evitá-los a todo o custo, apesar da gravidade da descoberta de trama para metralhar membros da corte no desembarque do aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Trama na rede
A trama foi descoberta pelo inquérito sobre ameaças ao STF, ao serem detectadas mensagens de um possível atentado na rede “deep web”.

Preferem a discrição
Há ministros que evitam seguranças para não perder privacidade e evitar incômodo a outras pessoas que veem isso como um privilégio.

Ameaças covardes
Vários ministros do STF já sofreram ameaças covardes que incluem até familiares. Como no caso de Edson Fachin, relator da Lava Jato.

Supremo Malan
Na estupenda decisão suspendendo a “tunga” irresponsável de R$ 10 bilhões do Tribunal de Contas da União (TCU), que poderia provocar o colapso do Distrito Federal, o ministro Marco Aurélio (STF) citou o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan: “No Brasil, até o passado é incerto”.

Apelo ministerial
Na Agrishow, a ministra Tereza Christina (Agricultura) elogiou Letícia Catelani, diretora da Apex, cuja gestão não tem sido marcada exatamente por elogios. E pediu apoio da agência ao agrobusiness.

Novo inova
Sem usar dinheiro público para candidaturas, o partido Novo lançou promoção dando 30% de desconto na compra de produtos oficiais na loja online do partido como camisas, bonés, pulseiras e bandeirinhas.

Racismo não pode
Confederação Israelita do Brasil e Sociedade Israelita do Ceará movem ação por antissemitismo contra Ciro Gomes (PDT) por afirmar que eles “acham que porque são da comunidade judaica podem ser corruptos”.

Esta semana, na CCJ
O senador Zequinha Marinho (PSC-PA) quer elevar em até dois terços a pena na Lei de Improbidade Administrativa de envolvidos em desvios de dinheiro público direcionados à saúde e educação.

Crise de identidade
Mais famoso jornal do mundo, o New York Times ainda chama Nicolás Maduro de “presidente da Venezuela”. Juan Guaidó é “líder de oposição”. Já Kim Jong Un, da Coreia do Norte, no NYT é um “líder”.

Quem realiza o prejuízo
A própria Petrobras explica os preços absurdos da gasolina no Brasil, em seu site oficial. A maior fatia do custo (32%) é a “Realização da Petrobras”. Mas o prejuízo fica sempre com o consumidor.

Emissoras públicas
O presidente da Fundação TV e Rádio Educativa de Mato Grosso do Sul, Bosco Martins, comanda em Brasília, dia 9, o Fórum Nacional das Emissoras Públicas, que discutirá diversos temas importantes do setor.

PODER SEM PUDOR
Escolha ‘democrática’
Com o súbito falecimento do governador de Minas, Olegário Maciel, o ditador Getúlio Vargas teve de escolher o substituto. Pediu listas sêxtuplas a Antônio Carlos e a Gustavo Capanema e a ambos solicitou que nelas incluíssem um delegado de polícia de Pará de Minas: Benedito Valadares. Foi, claro, o escolhido. Interpelado depois sobre a decisão, Getúlio explicou: “Benedito era o único nome comum às duas listas…”
Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

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