Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto “O Brasil está prisioneiro de uma armadilha de baixo crescimento”

“O Brasil está prisioneiro de uma armadilha de baixo crescimento”

“O Brasil está prisioneiro de uma armadilha de baixo crescimento”

Cláudio Humberto

Ministro Paulo Guedes (Economia) sobre a 
necessidade das reformas no Brasil

Brasil é o último em pesquisa de ciências sociais
O Brasil está em vexatório último lugar, no mundo, entre os 44 países que publicaram ao menos mil trabalhos científicos ao longo de 2017, ano do levantamento mais recente. O número de artigos foi razoável, 73,6 mil no total, mas os 5,1 mil trabalhos na área de ciências sociais não produziram impacto minimamente relevante: apenas 711 citações, de acordo com índice mundial de Citações Por Publicação (CPP), segundo estudo divulgado pela Scimago Journal & Country Rank.

Banho em pesquisas
Meca do “capitalismo opressor e insensível”, os Estados Unidos fizeram 64,5 mil pesquisas sociais, quase 13 vezes a mais que o Brasil.

À frente do Brasil
A produção acadêmica da Suíça em ciências sociais é metade da brasileira, mas tem mais que o dobro em citações (CPP): 1,5 mil.

Números só pioram
Considerados os 158 países cujas pesquisas em ciências sociais foram mais relevantes, o Brasil, oitava maior economia, está em 78º lugar.

Para onde foi o dinheiro
Estudo do professor Marcelo Hermes-Lima mostrou que 70% das pesquisas em ciências sociais no Brasil tratam de gênero (LGBT etc).

Damares demite Tia Eron
A ministra Damares Alves (Família etc) demitiu a ex-deputada Tia Eron (PRB-BA) da Secretaria de Promoção Social. A ministra não divulgou suas razões, mas fontes próximas dizem que ela atribui à ex-secretária as fake news sobre sua suposta saída do cargo. Eron e o ministério citaram “improdutividade” e “nomeação de petistas” como motivações, mas no ministério afirma-se que Tia Eron queria o lugar de Damares.

A substituta
O cargo de Tia Eron vai ser ocupado pela ex-deputada Rosinha da Adefal (Avante-AL), que atualmente é secretária-adjunta.

Futuro indefinido
Tia Eron não garantiu uma vaga na Câmara no ano passado. O partido agora discute o que fazer com a ex-deputada, que presidia o PRB-BA.

AMC Neto não quer
Segundo veículos de notícias da Bahia, “a única hipótese descartada é a volta da ex-deputada para a administração de ACM Neto”.

Já lá se vai a primeira
O governador do DF, Ibaneis Rocha, deflagrou a privatização do Metrô de Brasília. Ao cabo de quatro meses de governo, ele resgata um dos compromissos: promover a concessão de empresas públicas.

Otimismo em alta
Levantamento Paraná Pesquisas mostrou que alheio às polêmicas bestas envolvendo o filósofo da Virgínia, o Brasil se mantém otimista: 53,1% acreditam que o país está no rumo certo. Mesmo no nordeste, reduto da oposição, os otimistas superam os pessimistas.

Chegou chegando
O contra-almirante Sergio Ricardo Segovia Barbosa chegou chegando na Apex Brasil: ao assumir, nesta segunda (6), demitiu os ex-diretores Letícia Catelani e Marcio Coimbra. Antes de escolher os substitutos.

Algo mudou
Enquanto o presidente Jair Bolsonaro foi ao gabinete do ministro Paulo Guedes (Economia) para conversar e despachar. No governo de Dilma, o ministro da Fazenda era chamado ao Planalto só para ouvir gritos.

Olho nas meninas
Seguranças da Presidência da República participam da rotina do colégio particular de Brasília onde a filha e a enteada do presidente foram matriculadas. Discretos, fazem de tudo para não incomodar.

Tradição social
A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, vai à Câmara debater políticas públicas para doenças raras. Depois de inovar na posse presidencial, Michelle continua tradição de primeiras-damas atuarem na área social.

Aqui primeiro
O governo oficializou o que os leitores desta coluna e do Diário do Poder sabem desde 20 março: medida provisória vai dar transparência total, como no modelo chileno, à relação entre lobistas e autoridades.

Bem entre empresários
Pesquisa BTG/Pactual junto a empresários e executivos de empresas mostra que 59% avaliam o governo Bolsonaro como “ótimo ou bom” e só 10% classificam a nova administração como “ruim ou péssima”.

Pensando bem…
…com o início da comissão especial da reforma da Previdência, nesta terça (7), há finalmente uma chance de o Congresso iniciar os trabalhos em 2019.

PODER SEM PUDOR
O ‘furto’ que não houve
Brasília não merece mesmo a fama dos políticos que a frequentam. Quando renunciou ao mandato, na esperança de retornar ao poder pelas mãos dos militares e do povo, Jânio Quadros pediu ao ajudante de ordens, major Amarante, que deixasse no Palácio Alvorada um terno e sapatos. Mais tarde, em 1978, conforme relato de Murilo Melo Filho em seu soberbo “Tempo Diferente” (ed. Topbooks, Rio, 295 pp.), Jânio contaria uma lorota à revista Manchete: “a Presidência da República não me deu nada. Pelo contrário, andou me tirando. Lá, furtaram-me um terno, uma camisa e um par de sapatos…
Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

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