Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto Não somos uma fábrica de desigualdades?”

Não somos uma fábrica de desigualdades?”

Ministro Paulo Guedes (Economia) sobre desonerações bilionárias a grandes empresas

Bolsonaro e Toffoli articulam Pacto Republicano
O presidente Jair Bolsonaro não perdeu a primeira chance e conversou longamente com o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o Pacto Republicano que propõe. A conversa, a sós, ocorreu durante a recepção no Itamaraty, três horas após a posse, quando os convidados receberam sinais para não interromper. A ideia é que os presidentes dos Três Poderes assumam o compromisso de enfrentar questões emergenciais para o País.

Destravar é preciso
“O Brasil precisa destravar”, disse o ministro Dias Toffoli a esta coluna, ao confirmar o entendimento com Bolsonaro.

Três prioridades
Reformas tributária e da previdência e enfrentamento da criminalidade serão os temas prioritários no Pacto Republicano.

Outros temas
Toffoli também admitiu a inclusão, no Pacto Republicano, de outros temas que os presidentes dos Três Poderes considerem relevantes.

Falta o Legislativo
Bolsonaro e Toffoli aguardam a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado para uma reunião objetiva dos chefes dos Três Poderes.

Por Dodge, cerimonial ‘furou’ precedência na posse
Tão admirada pelos colegas quanto temida pelos políticos, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recebe tratamento de chefe de “quarto poder” em eventos oficiais, mesmo contrariando o protocolo. Pelo decreto 9.338, que fixa a ordem de precedência nas cerimônias oficiais, a chefe da PGR está em 17º lugar na lista de autoridades encabeçada pelo presidente da República. Mas, na posse de Jair Bolsonaro, ela esteve entre os oito ocupantes da mesa principal.

A lista é longa
Após presidente da República e vice, a ordem de precedência aponta presidentes do Congresso, da Câmara, do STF e ministros de Estado.

Precedência invertida
Cardeais, embaixadores estrangeiros, presidente do TSE e ministros do STF têm precedência sobre a PGR, integrante do Poder Executivo.

Deferência ao MP
O cerimonial do Senado diz que o regimento do Congresso é omisso. E que o convite a Dodge foi “deferência” ao Ministério Público.

Netanyahu quer voltar
O premier israelense Benjamin Netanyahu sentiu-se tão à vontade no Brasil que ontem, durante a posse, ele segredou a diplomatas que já programa voltar no Carnaval. Ele e a mulher adoraram água de coco.

Primeira impressão
Se a primeira impressão é a que fica, o novo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ficou em má situação após seu discurso de posse, confuso e algo pretensioso. As redes sociais não o perdoaram.

Xô, papagaios
A atitude de Michelle Bolsonaro lembra outra Michelle primeira-dama, a Obama. A Michelle brasileira é dedicada defensora dos direitos de deficientes de audição. Atribui-se a ela até a iniciativa de espantar os papagaios de pirata que infestavam os ombros do presidente.

Ruído de vice
O general Hamilton Mourão não foi à transmissão de cargo de ministros no Planalto, ontem. Ele não gostou da decisão de Bolsonaro de manter a indicação do ex-ministro Carlos Marun como conselheiro de Itaipu.

Mais do mesmo
Após divulgar (28 de setembro) que Bolsonaro perderia para qualquer um no 2º turno, e (em 10 de outubro) que Haddad venceria “por 45% a 39%”, o Datafolha deveria rever os seus métodos antes de afirmar que a expectativa de êxito do novo governo é inferior a dos antecessores.

Fila de cumprimentos
Os militares de alta patente presentes na posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL) pareciam fazer questão de abraçar o ex-presidente José Sarney. Ele ainda provoca filas de cumprimentos.

Paleta de cores
O Palácio do Planalto retoma o antigo jeitão de quartel. Enxergavam-se nesta quarta (2) predominância das cores verde oliva, azul e branco, dos uniformes. São militares das três forças assumindo os cargos.

Tá feia a coisa
A cobertura juvenil na posse presidencial mostrou repórteres que não diferenciam chefe de Estado e de Governo, tampouco fazem a mais remota ideia do papel de primeiro-ministro e de um chanceler.

Pensando bem…
… o Executivo começa a trabalhar hoje, mas depende ainda do trabalho do Legislativo e do Judiciário, que só voltam ao batente em fevereiro.

PODER SEM PUDOR
Sinceridade arruína o comércio
Perguntaram ao premier israelense Benjamin Netanyahu, em sua recente visita a Buenos Aires, quem ele considerava o melhor de todos os tempos, Messi ou Maradona. Netanyahu esqueceu por um instante a condição de chefe de governo e falou como ex-jogador de futebol, dando a única resposta impensável em território argentino: “Sinceramente, eu acho que o melhor foi Pelé”. Depois, bem humorado, o ex-jogador “Bibi” admitiu ao embaixador brasileiro Roberto Azevêdo, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC): “Acho que arruinei as possibilidades de um bom acordo comercial com a Argentina…”.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

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