Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto “Não recomendamos que se façam novas contratações”

“Não recomendamos que se façam novas contratações”

“Não recomendamos que se façam novas contratações”

Cláudio Humberto

Ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) 
espantado com a farra das ONGs

Petrobras aumentou gasolina 21 vezes em 2019
Alheia à crise do país, que deixa a economia devagar quase parando, somente em 2019 a Petrobrás já decretou até agora 21 aumentos na gasolina, fora outros combustíveis, totalizando alta de 35,5% em um país de inflação anual de 5%. Não há negócio melhor: a Petrobras tem liberdade para fixar seus preços, fingindo que é uma empresa privada no céu, ou seja, sem concorrentes, e com a garantia do monopólio.

Lucro indecente
Dos 26 reajustes, este ano, apenas cinco foram para redução irrisória do preço. Mas seu lucro líquido explodiu no período: R$ 4 bilhões.

207 reajustes!
Implantada em julho de 2017, a política criminosa provocou 207 reajustes até maio de 2018, quando os caminhoneiros pararam o país.

Diesel nas alturas
No dia em que os caminhoneiros entraram em greve, há um ano, a Petrobras já havia aumentado o diesel em despudorados 69,78%.

Lucro com desemprego
Alheia à crise e ao esforço para gerar mais negócios e empregos, a Petrobras aumentou a gasolina em 56,12%, desde o ano passado.

Saída de Onyx
As críticas cada vez mais ácidas à articulação política, desgastando as relações do governo o Congresso, deixaram o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) em posição delicada. A perda de apoio do ministro se reflete nas críticas até mesmo de parlamentares do PSL, partido do presidente, inconformados com sua ausência de Brasília, nos últimos dias, e com a desarticulação que leva o governo a colecionar derrotas.

Centrão na oposição
Onyx também está com a bola murcha diante do “centrão”, conjunto de partidos fisiológicos que o Planalto não consegue agradar.

Falta articulação
“Onyx atrapalha a reforma e a articulação”, critica o líder do Cidadania, Daniel Coelho (PE). Alexandre Frota (PSL-SP) se associa às críticas.

Frigideira no fogo
“O ministro está em estado de pré-fritura”, define importante assessor do Palácio do Planalto, que prevê sua substituição iminente.

Urticária na UNB
O ministro Abraham Weintraub (Educação) sugeriu à reitora da Universidade de Brasília vigilância privada por policiais militares. Traficante pode, ladrão também, mao campus provoca urticária.

Trinta anos!
Nomeado pelo então presidente José Sarney, o mais antigo ministro do Supremo, o decano Celso de Mello, tomou posse no Supremo em 17 de agosto de 1989. Substituiu o ministro, já falecido, Luís Rafael Mayer.

Raposa no galinheiro
Chegou ao Planalto que um dos suportes dos governos Lula e Dilma, visitado recentemente pela polícia Federal, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) trabalha para indicar o presidente do Banco do Nordeste.

Dinheiro na cueca
O deputado José Guimarães (PT-CE) foi responsável pela indicação dos últimos presidentes do Banco do Nordeste. O governo diz que os apadrinhados dele respondem por supostos desvios de R$ 1 bilhão.

Mandato rico
O senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que foi eleito em outubro passado, chama atenção pela quantidade de servidores comissionados: 75 contratados em seu gabinete.

Privilégios sobre a mesa
A pedido de João Campos (PRB-GO), o secretário Rogério Marinho (Previdência) recebeu entidades das forças de segurança, que, claro, também querem preservar privilégios na reforma da Previdência.

Só falta brevê
Maria do Rosário (PT-RS) tem número de horas de voo de fazer inveja a muitos pilotos: já gastou R$ 19.304,57 com passagens por nossa conta. Só R$3.284,72 foram em janeiro, mês de recesso.

Produtividade
O deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) apresentou mais de 90 projetos de lei nos primeiros quatro meses desta legislatura. A média é de uma iniciativa legislativa por dia.

Pensando bem…
…no Rio tem muita coisa caindo, só falta o prefeito.

PODER SEM PUDOR
Improviso só escrito
O governo Itamar Franco vivia uma crise com o Legislativo e Judiciário, por causa do reajuste salarial com base na URV, quando o presidente decidiu que seu ministro da Justiça, Maurício Corrêa, faria um pronunciamento em rede de rádio e tevê, usando um texto que já estava pronto. Corrêa ponderou que preferia falar de improviso. E ainda fez um gracejo: “Se eu falar alguma besteira, o senhor me demite…”. Itamar encerrou a conversa: “Você eu posso demitir, mas a sua besteira seria indemissível.”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

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