Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto “Guarda o fuzil em casa 
para não perder a cabeça”

“Guarda o fuzil em casa 
para não perder a cabeça”

“Guarda o fuzil em casa 
para não perder a cabeça”

Cláudio Humberto

Governador eleito do Rio, Wilson Witzel, advertindo 
bandidos que se exibem armados

TCU fiscaliza o que não pode e favorece suspeitos
O Tribunal de Contas da União (TCU) dá sinais de esquizofrenia ou há algo de podre em seus métodos. O TCU adotou duas posições divergentes ao mesmo tempo, quando decidiu fiscalizar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que não recebe um só centavo dos cofres públicos, e quando decidiu que não tem competência para fiscalizar a Confederação Nacional do Comércio (CNC), que administra cerca de R$10 bilhões por ano em verbas públicas, através do Sesc e do Senac.

Olha só que vergonha
Com essa decisão, o TCU favoreceu a diretoria recém-eleita da CNC, que, acusada de irregularidades, não foi suspensa e tomou posse.

TCU fechou os olhos
Entre os empossados na CNC está até um diretor declarado inelegível e afastado da Fecomércio-MG pela Justiça Criminal de Belo Horizonte.

Dois pesos
Na esquizofrenia do TCU, a Secretaria de Controle Externo (Secex) gaúcha tem entendimento diametralmente oposto à congênere paulista.

Procurador decente
Reserva de seriedade no TCU, o procurador Júlio Marcelo sustenta que o TCU deve fiscalizar a CNC, a maior entidade sindical do país.

Intervenção
O futuro ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, deixou claro ontem que o governo Jair Bolsonaro (PSL) não cogita renovar o decreto de intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Por enquanto, segundo ele, “está mantida a data de 31 de dezembro para o término”, afirmou o general nesta quinta (22), durante entrevista ao programa “Bastidores do Poder”, da Rádio bandeirantes.

Avaliação positiva
O general Fernando avaliou positivamente a intervenção federal no Rio, mas advertiu que é preciso dar continuidade ao trabalho.

Plano estratégico
“O legado é o mais importante”, disse o futuro ministro da Defesa, destacando o Plano Estratégico de Segurança Pública no Estado.

Prazo de validade
As Forças Armadas não se furtam ao chamamento da sociedade, disse o futuro ministro, mas a intervenção não pode ser para sempre.

Paternalismo
O setor de energia fez chegar ao governo de Transição uma súplica: que o futuro ministro da área não seja alguém sempre pronto a espetar as ineficiências do setor público na conta do pagador de impostos.

Para, quero descer
O procurador Guilherme Shelb, que até cumpriu pena de suspensão por excessos cometidos no cargo, que tinha fama de petista, agora é evangélico, bolsonarista e defensor do Escola Sem Partido.

Lugar de preso
Lula só perceberá que é um presidiário quando cessarem as regalias de que desfruta, diferentemente de toda a população carcerária, por exemplo, ao receber 572 visitas em cerca de sete meses.

Comunistas
Cerca de 430 médicos cubanos partiram ontem, de volta à tirania, carregando aparelhos de TV e computadores, que não são vendidos na sociedade que a esquerda brasileira acha paradisíaca. Periga serem todos confiscados para uso das autoridades que os escravizam.

Black fraude
Em vez de cobrar metade do dobro, como no Brasil, a companhia Aeroméxico deu show com passagem ida e volta de São Paulo a Nova York por R$1500. É o preço da Latam de voo entre SP e Porto Seguro.

‘Reforma ideológica’
Nabhan Garcia, futuro secretário de Assuntos Fundiários de Bolsonaro, prometeu acabar com a ideologia na reforma agrária. “Vamos fazer com quem tem vocação. Não vai ter reforma ideológica”.

Chicana
O clima continuou na tarde desta quinta (22) na Câmara, no bate-boca sobre o projeto Escola sem Partido. Foram quatro horas de obstrução do PT, PCdoB etc, a famosa chicana. Mas o relatório foi finalmente lido.

O tipo gaúcho pode
Após ir ao Supremo Tribunal Federal para acabar com vaquejadas no nordeste, ONGs de animais calaram sobre projeto que torna o rodeio crioulo (vaquejada gaúcha) em manifestação cultural nacional.

Pergunta de contribuinte
A nova Secretaria de Privatizações vai pedir a própria extinção quando concluir a missão, em que prazo?

PODER SEM PUDOR
O mundo dá voltas
Em 1993, Delfim Netto era deputado federal pelo PDS e entrou no plenário da Câmara para votar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, proposta pelo governo. Sentou-se ao lado do colega Paulo Delgado (PT-MG). Quando o projeto foi colocado em votação, Delfim observou que o petista votava “sim”, e brincou: “Se você vota Sim, então eu voto contra…” Onze anos depois, ambos participavam da base de apoio o governo Lula. E hoje, 25 anos depois, ambos nunca estiveram tão afastados do PT.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

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