Home Colunistas Coluna do Cláudio Humberto “Desregulamentem e desburocratizem suas áreas”

“Desregulamentem e desburocratizem suas áreas”

 Vice-presidente Hamilton Mourão sobre a orientação de Jair Bolsonaro aos ministros

Facções criminosas de prisões ameaçam Bolsonaro

Com ajuda da Polícia Federal e especia­listas em segurança na internet, o novo go­verno descobriu que organizações crimino­sas que controlam presídios estão na origem das ameaças ao presidente Jair Bolsonaro e sua família, daí a preocupação em reforçar a segurança na cerimônia posse, nesta terça­-feira (1º). Sobretudo em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, cujos governadores decla­raram guerra sem trégua ao crime.

Não dava para ignorar

As ameaças foram sufi­cientemente graves para não ser ignoradas, e as investiga­ções transcorrem em sigilo.

Neutralizando ameaças

Autoridades policiais fize­ram busca inclusive em pre­sídios de São Paulo, Distrito Federal e Goiás, a fim de neu­tralizar as ameaças.

Não é inédito

No anos 1990, a polícia abortou o plano de uma fac­ção criminosa para seques­trar familiares do então presi­dente Fernando Collor.

Alckmin como alvo

Mais recentemente, tam­bém foram descobertos pla­nos de facção criminosa para sequestrar e até matar Geraldo Alckmin, em São Paulo.

Bolsa Família: recorde é de Temer, ‘pai dos pobres’

Dois anos e meio na Presi­dência foram suficientes para Michel Temer mostrar ser pos­sível fazer mais por brasileiros pobres do que o PT sempre ale­gou fazer. Com a economia em frangalhos, o Bolsa Família pa­gou R$ 31 bilhões aos benefici­ários do programa em 2018. O valor estabelece novo recorde superando, em muito, as maio­res marcas dos governos Dilma (R$ 27,8 bilhões) e Lula (R$ 14,3 bilhões).

Disparidade

Os R$ 31 bilhões foram pa­gos a 14 milhões de famílias. Parece muito, mas equivale a um mês de salários pagos a ser­vidores da União.

Sem frutos

Temer já havia batido o re­corde em 2017, quando o pro­grama distribuiu R$ 29 bilhões, mas o esforço não se reverteu em popularidade.

13º a caminho

A expectativa é de pente­-fino nos cadastros, prometido por Jair Bolsonaro, além da extensão do programa, que também vai pagar 13º.

No limite da papagaiada

A posse desfigurou a bela fachada do Planalto, com excesso de grades e torres de metal que só alegram a empresa que as forneceu. E faixas com a inscrição “Pos­se Presidencial” desneces­sárias, enfeiando tudo.

Cada segundo importa

Ninguém contou com atrasos na posse de Bolso­naro. Para os militares, pon­tualidade é um valor básico, elementar. Nos ensaios para a posse, cada etapa não foi medida no celular ou reló­gio, mas no cronômetro.

Nem um minuto a mais

A Petrobras, que não está nem aí para a governabili­dade, não perdeu tempo e aumentou o preço do diesel nas refinarias a partir de on­tem, com o fim do subsídio do governo às 23h59 do úl­timo dia de 2018.

Geringonça feita para cair

O novo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), não irá utilizar uma das mordomias mais ambicio­nadas por governantes: he­licóptero. Além de avesso a mordomias, ele acha que essa aeronave foi feita para cair.

Questão pessoal

A escolha de Eduardo Eu­genio Gouvêa Vieira (Firjan) para presidir o conselho do Sesi confirma o caráter pes­soal a restrição de Bolsonaro a Magno Malta (PRB). Era o cargo que sobrava para o se­nador capixaba.

Fica, Temer

No último dia como presi­dente, Michel Temer cansou as mãos de tanto assinar pos­ters com sua foto, para políti­cos e servidores do Planalto. Fez com gosto sem reclamar um minuto sequer. A fila era grande.

Foi um prêmio

Temer deu ao ex-ministro Carlos Marun (Governo) um belo cargo em Itaipu Binacio­nal por reconhecimento. Se no cargo Geddel Vieira Lima só cuidou da própria vida e Antonio Imbassay não cui­dou nem da vida dele, nem dos colegas, Marun serviu ao governo em tempo integral.

Pensando bem…

…a cerimônia deste dia 1º mostrou a diferença en­tre a escolta militar que ho­menageia e aquela que pren­de, como na chegada de Lula a Curitiba.

Poder sem pudor

Cavalo militante

Em campanha para deputado no Paraná, Mário Pereira e Luiz Henrique Bonaturra chegaram juntos a Guaraniaçu para falar no salão paroquial. Perei­ra discursou primeiro e Bonaturra foi precedido de grande foguetório. Ao final do barulho, ele já ia falar quando um homem entrou esbaforido: “Mataram meu cavalo!” Todos saíram à rua, e o cavalo saiu em disparada. Aquilo gerou muita conversa e todos ficaram lá fora, en­quanto Bonaturra permanecia diante de cadeiras vazias. Retornou só o homem do cavalo: “Desculpe, doutor. Vai ver, ele só desmaiou de susto com o foguetó­rio…” Bonaturra sempre desconfiou que a história foi uma armação de Pereira.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com