Como tratar a calvície

07/04/2020 16:58

Calvície: como tratar

No mundo inteiro milhões de homens e mulheres queixam-se de queda de cabelo todos os anos, uma das causas mais comuns disso é a alopecia androgenética (ou calvície), que, como o próprio nome diz, tem origem genética e hormonal.

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Créditos: https://www.altoastral.com.br/

Quem tem calvície possui grande sensibilidade ao hormônio testosterona, que, faz crescer cabelos, mas não no couro cabeludo de quem tem genética para a calvície, para eles o cabelo afina lentamente até desaparecer completamente em alguns casos.

O problema pode começar já na adolescência, e é comum iniciar nos homens com as famosas entradas, até atingir a coroa capilar. Neles, a área posterior do couro cabeludo não possui muita sensibilidade à testosterona, portanto, os cabelos dali estão menos susceptíveis à queda. Nas mulheres o afinamento pode ocorrer por todo o cabelo.

Diagnóstico

Se não quer ficar calvo, ao primeiro sinal de afinamento dos cabelos, ou se está conseguindo enxergar o couro cabeludo, por exemplo, ao molhar o cabelo, procure um dermatologista, que irá fazer uma tricoscopia, exame com um aparelho que aumenta o tamanho das estruturas capilares.

Na calvície há um afinamento capilar característico, e o dermatologista consegue detectar isso mesmo que não perceptível pelo paciente.

Tratamentos

As drogas utilizadas no tratamento da alopecia androgenética masculina são a finasterida e o minoxidil, e para as mulheres prescreve-se anticoncepcionais com efeito anti-androgênico, minoxidil e espironolactona.

O uso dessas drogas deve ser monitorado por um especialista, não recorra à automedicação, que pode causar efeitos colaterais, além da possibilidade desses produtos não serem adequados para o seu caso.

Há também outros tratamentos, como com laser de baixa fluência que estimula o crescimento capilar, infiltração de medicamentos (que aumentam a fase de crescimento capilar), e o transplante capilar, que deve ser realizado se a calvície masculina ou feminina estiver estável por pelo menos seis meses a um ano, e não é apropriado se ela estiver progredindo, daí a

Gordura no fígado: o que é?

Gordura no fígado: o que você precisa saber

Você conhece alguém que tem gordura no fígado (esteatose hepática)? Você sabe a importância disso?

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Créditos: https://segredosdomundo.r7.com/

Grande parte das doenças crônicas do fígado é assintomática, dificultando o diagnóstico delas principalmente nas fases iniciais, assim ocorre com a esteatose hepática, ou seja, muitos não sabem que a tem.

Causas do acúmulo de gordura no fígado

  • Consumo exagerado de álcool
  • Obesidade
  • Diabetes
  • Colesterol
  • Pressão alta
  • Uso de determinados medicamentos
  • Doenças crônicas do fígado, como hepatites B e C

Por conta dos hábitos de vida modernos, com pouca atividade física e dieta hipercalórica, obesidade e diabetes estão cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo. O resultado disso é que a esteatose hepática está se tornando um importante problema de saúde pública, e estima-se que 25 a 30% da população mundial tenha-a, que não por acaso é a doença hepática crônica mais comum.

Se você tem fatores de risco para gordura no fígado, recomenda-se fazer uma avaliação desse órgão.

Consequências da gordura no fígado

Quem tem gordura no fígado tem risco aumentado de doenças cardiovasculares, como enfarto e derrame, que são as principais causas de mortalidade no Brasil e no mundo.

A doença gordurosa no fígado costuma aparecer antes do infarto ou do derrame, ou seja, funciona como sinal de alarme.

Se você tem gordura no fígado, além de se preocupar com ele, é importante prevenir as doenças cardiovasculares associadas. Isso porque o acúmulo de gordura no fígado está intimamente relacionado à síndrome metabólica – conjunto de alterações compostas por obesidade, diabetes, elevação do colesterol e da pressão arterial.

A gordura no fígado pode prejudicar diretamente o funcionamento dele, a depender do indivíduo e da gravidade do caso.

Pode-se ter gordura no fígado sem grandes repercussões disso, trata-se da chamada esteatose simples, que é a mais comum, entretanto, alguns podem ter inflamação associada – chamada esteato-hepatite –, cicatriz no fígado (fibrose hepática),  e até mesmo cirrose ou câncer.

Grupos de risco

As pessoas que têm maior risco de complicações relacionadas à doença são as com vários componentes da síndrome metabólica, principalmente diabetes e obesidade, além de idosos, menopausadas, e quem tem alterações persistentes nos exames do fígado (chamados de enzimas hepáticas).

Diagnóstico

Exames de imagem como ultrassom e ressonância magnética, além de algumas alterações em exames laboratoriais, podem sugerir essa afecção e indicar uma investigação mais completa.

Tratamento

Confirmado o diagnóstico de esteatose hepática, não siga o tratamento de amigos e nem faça dietas mirabolantes. Procure um gastroenterologista clínico ou um hepatologista, que frequentemente trabalham em conjunto com nutricionistas, nutrólogos, endocrinologistas ou cardiologistas.

Autor:

Paulista de Taubaté, Aldo José dos Santos é médico generalista graduado pela UNITAU. Colabora também no portal Leet Doc.

Exames pré-nupciais no homem e na mulher: para que servem?

06/04/2020 11:04

Importância dos exames pré-nupciais

Realizar exames pré-nupciais é uma maneira de se preparar para um casamento bem sucedido, não apenas do ponto de vista do relacionamento interpessoal, mas também considerando a constituição da família.

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Créditos: https://laboratoriodamulher.com.br/

Exames na mulher

No caso da mulher, são realizados exames de sangue que visam analisar a parte hormonal, além de determinadas sorologias para averiguar possíveis infecções, afinal, algumas podem ser perigosas para o bebê.

A mulher também deve fazer o exame de papanicolau como preventivo do câncer de colo do útero e de doenças sexualmente transmissíveis, além de uma ultrassonografia a fim de investigar o estado do útero e dos ovários.

Exame no homem

Homens precisam se submeter apenas ao espermograma, exame destinado à contagem de espermatozoides e que estabelece se o indivíduo detém uma fertilidade normal.

O próprio ginecologista pode solicitar um espermograma para o parceiro da paciente, que, se preferir, pode se consultar com um urologista, apto a conduzir o exame e apurar a saúde do aparelho genital masculino.

Detecção prévia de problemas

Os exames citados permitem a detecção e tratamento de diversos problemas. Existem análises mais sofisticadas, contudo, elas costumam ser efetuadas somente em situações em que o casal já tiver tentado iniciar uma gravidez, mas sem sucesso.

Tendo em vista uma avaliação básica da saúde sexual do casal, os exames de sangue, ultrassonografia e espermograma são suficientes.

Doenças sexualmente transmissíveis e infertilidade

DSTs são facilmente detectadas pelos exames comentados anteriormente, e muitas delas provocam o entupimento das trompas uterinas (na mulher) ou dos vasos deferentes (no homem), o que causa infertilidade. Desse modo, o uso de preservativos, visando evitar o contágio das doenças sexuais, favorece um futuro reprodutivo saudável.

Impacto da idade sobre a fertilidade feminina

Quanto mais velha a mulher, menores as chances dela engravidar. O casal não deve prorrogar demasiadamente o início da gravidez, que é facilitada pela precocidade da investigação médica da mulher. Se esta tiver mais que 35 anos e o casal já estiver tentando, sem sucesso, a gravidez há mais de seis meses, é justificável buscar investigação médica e um eventual tratamento.

Muitas mulheres optam por engravidar em uma fase mais tranquila da vida, mais experientes, quando já alcançaram muitos objetivos profissionais. Por esta razão, não raro casais que tentar ter filhos somente anos depois da união acabam exibindo dificuldades. Por outro lado, existe uma série de tratamentos disponíveis para isso.

Riscos de uma gravidez em idade mais avançada

Além da diminuição da fertilidade, a maior possibilidade de abortos espontâneos e de anomalias cromossômicas no bebê, como a síndrome de Down, se tornam bem mais significativas em gestações que começam após os 35 anos de idade.

Uso indiscriminado de esteroides anabolizantes

Muitos jovens que frequentam academias têm o hábito de usar esteroides anabolizantes para otimizar o ganho de massa muscular. Isso pode afetar a produção espermática, e destarte, muitos se tornam estéreis na juventude.

Os efeitos colaterais tendem a persistir mesmo após a suspensão do consumo desses compostos, portanto, se um jovem ingeri-los na adolescência, mais tarde poderá ter problemas na síntese de espermatozoides.

Autor:

Paulista de Taubaté, Aldo José dos Santos é médico generalista graduado pela UNITAU. Colabora também no portal Leet Doc.

Meu cabelo está caindo e agora?

14/05/2019 14:59

Tratamentos para a calvície

A alopecia pode ter várias causas, e para a androgenética há dois tratamentos consagrados, que são com minoxidil e finasterida, existem também outras formas de terapêutica, como com a mesoterapia capilar, e como última alternativa, há o transplante capilar, cujo preço varia a depender do grau da calvície e de outros fatores relacionados ao profissional que o executará.

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Créditos da imagem: https://tricosalus.com.br/

Na mesoterapia aplica-se substâncias no couro cabeludo, inclusive, o próprio minoxidil, o protocolo de tratamento geralmente demanda uma sessão mensal durante cerca de 6 meses, porém, isso varia de acordo com o paciente.

Alguns dermatologistas prescrevem aplicação de minoxidil duas vezes ao dia em todo o couro cabeludo, e um comprimido de finasterida 1mg todos os dias, com uso contínuo.

Os resultados não são imediatos, e podem ser notados geralmente com três a quatro meses de tratamento, pois o cabelo demora certo tempo para crescer.

Efeitos colaterais

Não é comum ter efeitos colaterais decorrentes do uso do minoxidil, porém, alguns sentem discreta irritação nos locais de aplicação do produto, se isso ocorrer suspenda a administração do medicamento e consulte um dermatologista para avaliar a possibilidade de voltar a utilizá-lo.

Com relação à finasterida, trata-se de um remédio bastante seguro, há décadas usado para tratar câncer de próstata. Na bula da medicação, consta que como reação adversa pode haver alteração em relação ao desempenho sexual masculino, mas que na maioria das vezes os homens que reportaram esse efeito eram ansiosos, e então há dúvida se esse ele é de fato gerado pelo medicamento. Independente dessa polêmica, se suspendida a medicação, cessam os efeitos colaterais.

Usar chapéu faz cair cabelo?

Não, porém, alguns têm micose no couro cabeludo, e o boné serve como forma de transmissão dela. Isso ocorre mais frequentemente em crianças. Mas esses acessórios não têm associação com a alopecia de padrão genético.

Queda de cabelo e minoxidil

28/02/2019 09:00

A queda de cabelo pode causar transtornos tanto para homens quanto para mulheres.

Calvície, queda de cabelo e alopecia androgenética são a mesma coisa?

Alopecia é um termo que se usa para queda de cabelo independente da origem dela, e existem vários tipos de alopecia, como a androgenética, a areata, e a frontal fibrosante.

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Créditos: https://pleno.news/

Como se caracteriza a calvície?

Mesmo jovens com dezoito anos podem apresentar início da calvície, e alguns, aos vinte anos, já a tem em grau avançado, e ocasionalmente tem que recorrer ao transplante capilar.

Se perceber que os cabelos estão ficando mais finos, que a linha capilar frontal está retrocedendo, ou seja, a testa está aumentando, é hora de começar o tratamento para postergar o avanço da calvície – que muitos consideram que só existe quando a pessoa está careca, porém, há estágios da doença.

Causa mais comum de queda de cabelo

A causa mais frequente de queda de cabelo no homem é genética, mas também há as causadas por doenças inflamatórias, carências de nutrientes, dentre outras.

Muitas vezes o dermatologista solicita exames de sangue para afastar a possibilidade de algumas causas que possam estar levando à diminuição do cabelo.

Como resolver a calvície?

Atualmente, o que se tem de mais concreto para tratar a calvície é o tônico minoxidil, aplicado topicamente no couro cabeludo. Também existem medicações orais, porém, é necessário avaliar cada caso para averiguar se há indicação para elas.

O que é minoxidil?

Minoxidil não se trata de uma marca, mas de uma substância, existem várias nomes comerciais, mas não um original e outro falsificado. Vários laboratórios produzem-no e estampam seus nomes na embalagem do produto.

Fora do Brasil é comum supermercados terem a marca própria do produto, o mesmo vale para farmácias nos Estados Unidos. No Brasil há possibilidade de se mandar manipular o produto, e assim pode-se associar outros compostos à ele para inclusive melhorar a estética capilar, já que algumas versões do produto ressecam muito o cabelo.

O dermatologista leva em consideração o tipo de cabelo do paciente para prescrever uma fórmula mais ou menos oleosa, personalizando o produto.

A alopecia não envolve simplesmente a queda dos cabelos, mas a miniaturização deles. O minoxidil faz com que os fios voltem a ficar grossos, agindo no folículo piloso.

Quanto tempo demora para aparecerem os primeiros resultados?

Muitos que começam a usar minoxidil ficam ansiosos e querem resultados imediatos, porém, isso não ocorre. Contra a calvície, não há milagre, e freá-la já pode ser considerado satisfatório.

Homens têm uma grande vantagem, já que como a maioria usa cabelo curto, com dois a três meses de tratamento já é possível notar resultados sutis, com o encorpamento de alguns fios finos.

Como aplicar o minoxidil

Um erro muito comum é aplicar minoxidil na ponta dos cabelos, desperdiçando-o e não tendo resultados. Ele deve ser aplicado diretamente no couro cabeludo.

Quanto tempo dura o tratamento?

Por conta da calvície ser genética, demanda tratamento para a vida toda, como qualquer doença crônica, por exemplo, hipertensão ou diabetes.

Novidades contra a calvície

Existem muitos tratamentos inovadores para a queda de cabelo que estão sendo estudados, e aguardando resultados mais consistes para liberação de uso.

3 tipos de queda de cabelo frequentes

22/02/2019 14:17

Uma queixa frequente nos consultórios de dermatologia é queda de cabelo, cujo termo médico é alopecia. Você já teve? Conhece alguém que está tendo agora? Já fez tratamento para diminuí-la? É disso que trataremos aqui.

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Créditos: https://boaforma.abril.com.br/

Alopecia androgenética

Esse tipo de alopecia acontece em homens e mulheres, normalmente se caracteriza por queda de mais de cem fios ao dia, assim percebe-se rarefação no couro cabeludo. Nas mulheres, ela ocorre mais na área central da cabeça, poupando a frontal, enquanto que nos homens se manifesta mais nas entradas e na região central do couro cabeludo.

Ela tem causa hormonal, assim, o principal objetivo do tratamento é bloquear a ação hormonal e estimular o crescimento de novos fios. Ela pode iniciar na adolescência, a partir dos 18 anos, então fique atento e observe se há sinais dela, pois quanto antes iniciado o tratamento, melhores serão os resultados.

Alopecia fibrosante

A alopecia fibrosante é uma alteração inflamatória diagnosticada com frequência atualmente. Ela acontece geralmente em mulheres no pós-menopausa, iniciando nas sobrancelhas, muitas vezes gerando queda total delas, algumas mulheres fazem micropigmentação nas sobrancelhas, e não tratam isso como um problema médico, porém, a queda continua a evoluir, e começa-se a perceber que a região frontal do couro cabeludo e as costeletas estão ficando mais rarefeitas e a testa mais alta.

Ainda não se sabe o gatilho da doença, mas que existe uma inflamação no folículo piloso – que é de onde nascem os cabelos –, destruindo-os e impedindo o crescimento de novos fios ali.

O dermatologista muitas vezes pede uma biópsia do couro cabeludo para avaliar se é esse tipo de alopecia, que tem tratamento e pode ser controlada.

Eflúvio telógeno

Os eflúvios são quedas de cabelos transitórias, que acontecem normalmente dois a três meses após o parto, após quimioterapia, por anemia, distúrbios da tireoide, entre outras causas.

É importante averiguar se está perdendo mais de cem fios ao dia. O dermatologista faz uma avaliação detalhada, e solicita exames de sangue.

Tratamento

Existem vários motivos para a queda de cabelo, e nem toda é tratada com vitaminas, que hoje estão na moda, por isso procure um dermatologista.

Como evitar picadas de pernilongos

13/02/2019 14:33

Você já foi incomodado por pernilongos? Tem receio de ser picado e pegar alguma doença grave? Grande parte dos brasileiros tem essa preocupação, e alguns procuram como evitar a picada do pernilongo na internet e encontram muitas informações sem fundamento.

5 melhores estratégias comprovadamente eficazes para evitar picadas de pernilongos

1) Barreiras mecânicas

Entre as barreiras mecânicas, uma que tem bons resultados é o véu (ou mosqueteiro), que deve ser usado para cobrir toda a cama.

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Créditos: https://www.cemara.com.br/

É um método simples, barato e eficaz para evitar que os mosquitos piquem as pessoas principalmente à noite. Há mosqueteiros impregnados com repelentes, ou pode-se borrifar alguns tipos de repelentes neles, para evitar ainda mais a aproximação dos mosquitos.

O mosquiteiro deve ser lavado de tempos em tempos e isso pode retirar o repelente dele, então fique atento às informações do fabricante sobre o tempo de duração da proteção do mosqueteiro.

Essa estratégia pode ser usada por pessoas de qualquer idade, incluindo bebês, para os quais os outros métodos não são indicados, como o uso de repelentes.

Outro método de barreira é o uso de véu nas portas e janelas.

2) Repelentes

Dentre os repelentes existentes no mercado há três comprovadamente eficazes, o DEET (nas concentrações de 20 a 50%), a Icaridina 20% e o IR3535. Antes de comprar um produto consulte se ele tem algum desses compostos citados.

Os repelentes devem ser espalhados com generosidade em todas as áreas expostas aos mosquitos, se alguma ficar sem o produto, o mosquito pode picá-la.

Conforme o tempo passa, a eficácia do repelente na pele diminui, principalmente com altas temperaturas, suor e água. Por isso, reaplique o produto periodicamente.

O tempo de reaplicação do produto varia de acordo com cada marca, alguns devem ser repassados de duas em duas horas, outros de dez em dez, os com concentrações mais baixas duram menos tempo, então devem ser reaplicados em um intervalo de tempo menor.

Se usar, por exemplo, maquiagem, protetor solar ou creme hidratante, aguarde alguns minutos para o produto secar e depois aplique o repelente por cima.

Há comprovação do benefício de alguns repelentes em tecidos, e a Icaridina 20% protege-os por até três dias.

Gestantes podem usar repelentes, e mesmo crianças com pouco mais de seis meses podem utilizar alguns repelentes. Fique atento às instruções do fabricante.

3) Repelentes de tomada

Os repelentes de tomada são comprovadamente eficazes contra mosquitos, porém, eles não devem ser utilizados em ambientes fechados e sem ventilação, por isso, durante o uso do produto deixe a porta do quarto aberta.

Esses produtos não devem ser utilizados por asmáticos ou por quem tem alergias graves, como rinites, já que podem desencadear alguma crise.

O aparelho de tomada deve distar no mínimo dois metros da cabeceira da cama. Se você tem filhos pequenos, fique atento ao risco deles retirarem o aparelho da tomada, e ingerirem ou inalarem o líquido de dentro dele.

4) Inseticidas em spray

Inseticidas em spray são eficazes para matar mosquitos, mas possuem ação de curta duração. Eles podem ser aplicados no quarto, principalmente antes de dormir. Borrife o spray principalmente onde os mosquitos passam, e deixe o cômodo fechado até a hora de dormir.

Pessoas ou animais não devem permanecer no ambiente até certo tempo após a aplicação do produto.

5) Repelentes em espiral

Repelentes em espiral são semelhantes à incensos, e também funcionam contra mosquitos, entretanto, a fumaça que eles emitem pode ser tóxica e por isso não devem ser usados com frequência.

Outras estratégias

Em geral os mosquitos evitam locais frios, e para isso o ar condicionado é uma boa pedida.

O ventilador, se ventar em direção à pessoa, também pode ser benéfico, já que atrapalha o voo dos mosquitos.

Utilizando essas estratégias o risco de ser picado diminui bastante.

Quando se preocupar com a queda de cabelo?

07/02/2019 08:46

Muitos se queixam que o cabelo está ralo e não cresce, porém, ele tem um ciclo de vida, ou seja, se renova, assim, é normal cair aproximadamente cem fios por dia, porém, não é necessário contar os que caem, pode-se reparar se a quantia deles é excessiva, por exemplo, no travesseiro, no chão de casa ou no banco do carro. No banho normalmente o cabelo cai mais, mas a maioria desses já está solto.

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Créditos: Tua Saúde

Deve-se ficar atento à alguma rarefação importante no couro cabeludo ou então ao surgimento das famosas entradas.

É importante consulta para avaliar a causa da queda de cabelo. Durante o exame físico o médico faz testes para avaliar o padrão da queda, como a dermatoscopia, exame com microscópio para avaliar se o couro cabeludo está saudável ou se alguma patologia está provocando perda capilar, e se necessário, solicita exames laboratoriais ou então biópsia do couro cabeludo.

Calvície é o mesmo que queda de cabelo?

O termo calvície é reservado para um padrão de queda de cabelo de causa genética, cujo termo médico é alopecia androgenética, que acomete até 80% dos homens e 25% das mulheres, portanto, é muito comum.

Outro tipo de queda de cabelo, o eflúvio telógeno, acomete cinco mulheres para cada homem, e pode ser causado por deficiências nutricionais, disfunções hormonais, algumas doenças crônicas (principalmente as da tireoide), períodos pós-parto, anemia e estresse acentuado.

O uso inadequado de produtos, por exemplo, de tinturas, alisamentos ou de outras químicas capilares pode irritar o couro cabeludo e ocasionar queda de cabelo, até porque altera a estrutura dos fios, e isso pode danificar a saúde e o crescimento deles. Entretanto, isso depende de como o produto é aplicado e da procedência dele.

Ocasionalmente é necessário reestruturação dos fios para que eles cresçam saudável mesmo com a química capilar. Até mesmo o uso inadequado de secadores ou de chapinhas pode fragilizar os fios e aumentar a queda deles.

Queda de cabelo é definitiva?

A maioria dos tipos de queda de cabelo é reversível, por exemplo, a do eflúvio telógeno. Na alopecia androgenética é importante que o tratamento seja precoce, quanto mais cedo iniciado mais efetivo será. No entanto, em algumas outras variedades de queda de cabelo, por exemplo, a provocada por doença autoimune, a recuperação dos fios é menor, porque os folículos capilares se fecham formando cicatriz no couro cabeludo.

Outro tipo de queda de cabelo chama-se alopecia areata, em que ocorrem falhas geralmente arredondadas no couro cabeludo, porém, se tratadas, na maioria das vezes recupera-se o cabelo.

Tratamentos

Os tratamentos dependem da causa da queda, de acordo com a deficiência de cada paciente há suplementos nutricionais específicos, por isso ocasionalmente alguns não funcionam, pois não são dedicados à carência do paciente. Além disso, pode-se usar shampoos, loções e outros produtos com diversos ativos que revigoram o crescimento dos fios  ainda viáveis.

Para tratar a calvície pode-se usar finasterida, medicamento que atua diretamente na ação hormonal que causa afinamento dos fios, entretanto, antes de tomá-lo é preciso avaliação médica prévia, pois ele pode acarretar efeitos colaterais.

Podem ser realizadas também terapias com laser, que tem o poder de estimular o crescimento dos cabelos. Há também um procedimento chamado microinfusão de medicamentos percutâneos, realizado com microinjeções no couro cabeludo, e apesar de normalmente feito com anestesia é praticamente indolor. Inicialmente as sessões são semanais e posteriormente são mais espaçadas até atingir o objetivo desejado. Os resultados começam a ser percebidos a partir de quatro ou cinco sessões.

Implante capilar

O implante capilar é indicado como última alternativa aos tratamentos citados anteriormente, ou então para quem tem calvície avançada, em que os folículos capilares estão fechados, já que é o único procedimento que repõe cabelos. Nele, geralmente os fios da nuca são transplantados para as áreas calvas, e após nascerem, não cairão, porque mantêm característica genética da área doadora.

Como saber se estou tendo um enfarte?

29/01/2019 14:26

Sintomas de enfarte

O principal sintoma do enfarto é dor no peito, de forte intensidade, semelhante a um aperto, que pode irradiar para ombro e braço esquerdos, costas, pescoço, mandíbula, cotovelos, e normalmente dura mais que quinze minutos.

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Créditos: OrtoBraz

Além disso, também pode ocorrer queimação no estômago, sudorese profunda, palidez, falta de ar, ansiedade, tontura, sensação de desmaio, náuseas e vômitos, porém, não é necessário a manifestação desses sintomas de forma conjunta para caracterizar infarto, por exemplo, alguns diabéticos enfartam sem sentir dor.

Mais da metade das mortes por infarto acontecem na primeira hora após a ocorrência dele, portanto, o atendimento emergencial pode salvar vidas.

Tossir previne infarto?

Tossir não traz benefícios para quem está enfartando, isso é mito.

Tomar AAS é bom contra infarto?

Se o indivíduo não tiver alergias, contraindicações ao AAS, e estiver enfartando, mastigar três comprimidos de AAS infantil, aumenta as chances dele sobreviver, mas para ter certeza que é infarto precisa realizar no mínimo um eletrocardiograma, e ocasionalmente um exame de perfil cardíaco (enzimas cardíacas).

Doenças com sintomas semelhantes

Outras doenças podem mimetizar o infarto, como trombose pulmonar, dissecção de aorta, úlcera perfurada e pancreatite. Tomar AAS nesses casos pode ser prejudicial, por isso, não perca tempo, dirija-se o mais rápido possível ao pronto socorro mais próximo (e de preferência com serviço de cardiologia).

Quando estamos em um avião prestes a decolar, os comissários pedem para identificarmos as saídas de emergência mais próximas. Você sabe qual o atendimento emergencial mais próximo de sua casa? Qual o melhor para emergências cardiológicas da sua cidade? Ele atende o seu convênio? Essas são perguntas importantes para saber de antemão.

Na cardiologia, tempo é músculo, e o cardíaco é o mais importante do corpo.

Olá, mundo!

24/01/2019 19:05

Bem-vindo ao Diarinho. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!