O que fazer para regularizar moto sem documento?

01/11/2019 00:07

As motos são veículos práticos e que trazem inúmeras vantagens quando comparadas aos automóveis.

As vantagens podem ser vistas, por exemplo, na economia de combustível, na agilidade para trafegar em vias públicas e, dependendo do modelo, no preço.

Por essas e outras razões, muitas pessoas têm trocado os automóveis pelas motocicletas, optando por modelos novos ou usados. De uma forma ou de outra, é imprescindível ter a documentação em dia, realizando os passos para registrar devidamente o seu veículo.

Em alguns casos, são vendidas motos usadas, mas sem documentos, o que deveria ser motivo de desconfiança pelo comprador que, muitas vezes, em razão do baixo preço, acaba comprando uma moto sem nenhum documento.

Toda essa economia, no entanto, poderá sair bem cara no fim das contas, já que é proibido circular com motos (e outros tipos de veículos automotivos) que não estejam devidamente registradas e licenciadas.

O que fazer, então, para regularizar uma moto sem documento? E quais são as consequências previstas para quem for flagrado conduzindo moto em situação irregular? É o que você irá descobrir neste artigo. Boa leitura!

Motos sem documentos: quando isso pode acontecer?

Uma moto que não tenha documentos em dia pode estar em uma das seguintes situações:

– ser um modelo zero-quilômetro e que ainda não foi registrada, licenciada nem emplacada;

– ser um modelo usado ou seminovo, mas que não foi transferida de propriedade no ato da compra e venda;

– ser um modelo que recebeu baixa pelo DETRAN, ou seja, que não pode mais circular;

– ser um veículo roubado/furtado;

Podemos ver que há duas situações que podem ser solucionadas quando falamos sobre motos sem documentos: se a moto é nova ou se não foi transferida de propriedade.

Nos outros dois casos, há particularidades. Motos ou outros tipos de veículos cuja baixa foi dada pelo DETRAN não podem mais circular. Geralmente, são vendidas ou leiloadas como sucata, sendo aproveitadas apenas como ferro-velho ou para retirada de peças.

Já para os casos nos quais se tratam de veículos roubados, a atenção deve ser ainda maior. Por isso mesmo, desconfie de quem vende motos sem documentação e não dê prioridade a preços baixos.

Caso compre uma moto em situação irregular (sem documentos) e que tenha sido roubada, você poderá responder judicialmente por isso, mesmo que não tenha tido nada a ver com o ato do roubo em si. Assim sendo, nunca compre um veículo que não tenha documentação.

Vejamos, a seguir, o que fazer para regularizar uma moto sem documentos nas outras duas situações das quais falamos acima.

Como regularizar uma moto sem documentos?

Motocicleta nova (zero-quilômetro)

Ao comprar uma motocicleta nova, é preciso realizar o seu registro, gerando, com isso, o Certificado de Registro de Veículo (CRV), como estabelece o art.  120 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Concomitantemente ao CRV, realiza-se o emplacamento da motocicleta.

Depois desse passo, será necessário realizar o licenciamento da motocicleta, gerando, agora, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

Esse Licenciamento deve ser pago anualmente, juntamente com outras taxas e impostos obrigatórios, a saber, o IPVA e o Seguro DPVAT.

– Motocicleta seminova ou usada

Se o caso é referente a uma motocicleta que se encontra sem os documentos em dia porque não foi feita a transferência de propriedade, é importante que se realizem os passos obrigatórios, sendo eles:

  1. Assinatura do DUT, no verso do CRV

No verso do CRV da motocicleta, consta o Recibo de Compra e Venda do veículo, utilizado, justamente, para casos em que o veículo será vendido a um novo dono.

Deve-se, então, preencher todos os campos desse Recibo e, por fim, reconhecer as assinaturas (tanto do comprador quanto do vendedor) em cartório.

Se o vendedor tiver perdido o CRV, há a possibilidade de solicitar uma segunda via.

Alguns estados brasileiros pedem uma vistoria no veículo para a liberação da segunda via, bem como o pagamento de uma guia.

Em outros, basta solicitar pela internet, pagar a taxa e aguardar a chegada do documento no endereço informado.

  1. Realizar a Transferência de Propriedade

Quando muda o proprietário do veículo – no caso, da moto –, um novo CRV deve ser gerado, constando, agora, o nome do novo dono.

Para que isso aconteça, o comprador deve fazer a transferência de propriedade da moto em até 30 dias após a assinatura do Recibo de Compra e Venda, apresentando, no DETRAN, cópia autenticada do Recibo de Compra e Venda, o laudo da vistoria, o CRLV em dia, uma certidão negativa de furto e, por fim, um comprovante de quitação de débitos.

Conduzir moto sem documento dá multa?

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu art. 230, inciso V, conduzir veículo que não esteja registrado e licenciado é uma infração gravíssima. Então, sim, essa conduta pode gerar multa no valor de R$ 293,47, além de 7 pontos na CNH do infrator e a apreensão do veículo.

Quer saber quais são as multas mais comuns em motos? Leia um artigo sobre o assunto.

O que é o desempeno de motos e qual a sua importância? Descubra aqui!

20/10/2019 13:14

As motos são veículos práticos e que, na maioria das vezes, demandam menos gastos do que outros tipos de veículos, especialmente no que diz respeito ao uso de combustível e a aspectos mecânicos, como reparos e substituição de peças.

Ainda assim, para que a sua moto funcione como você deseja, mantendo um bom desempenho e zelando pela sua segurança no trânsito, é indispensável que todas as peças estejam em bom estado de conservação e em conformidade com as condições normais e ideais.

Pensando nisso, um assunto muito importante – e que nem sempre tem o devido destaque na mídia – é o desalinhamento do chassi da motocicleta ou, como se costuma dizer popularmente, o empeno de motos.

Caso você seja o proprietário ou o condutor de uma moto, dar atenção para o chassi e garantir que ele esteja alinhado deve estar entre seus cuidados e preocupações.

Se você não está por dentro desse assunto, não se preocupe! Neste artigo, vou explicar tudo o que você precisa saber. Confira!

O que é o desempeno de motos?

O chassi de uma moto acaba sendo uma peça que fica bastante exposta, especialmente em casos de impactos, colisões ou quedas.

Muitas pessoas pensam que o empeno do chassi acontece somente em motocicletas utilizadas em trilhas ou em esportes, como o motocross, mas isso não é verdade!

Mesmo que não aconteça com a mesma facilidade e frequência do que em situações mais extremas, como os esportes ou trilhas, o empeno também ocorre em motos usadas no dia a dia, tanto em rodovias como em outros tipos de vias.

Mas o que é esse empeno?

Na prática, “empeno de motos” ou “ter uma moto empenada” nada mais é do que o desalinhamento do chassi, uma situação que, além de ser um problema visual, coloca em risco a segurança do condutor, principalmente por interferir na realização de certas manobras comuns no cotidiano de todo motociclista.

E o que fazer nesses casos? É o que veremos a seguir!

Como realizar o desempeno do chassi?

Quando, por diversas razões – por exemplo, uma batida com outro veículo ou uma colisão – o chassi fica empenado, é possível realizar o desempeno dessa peça, ou seja, fazer com que ela esteja alinhada novamente.

Erroneamente, algumas pessoas decidem realizar o desempeno da moto por conta própria, utilizando métodos que podem danificar seriamente a motocicleta.

Um desses procedimentos equivocados é usar ferramentas, como a marreta, para tentar reacomodar o chassi e desempenar a moto.

Esse método não é apenas prejudicial para a moto, como também é ineficaz. Ou seja, ao final do processo, além de ter uma moto danificada, ela continuará desalinhada/empenada.

O que fazer então?

A melhor saída é, sem dúvida alguma, levar a sua moto até uma mecânica de sua confiança, preferencialmente aquelas que sejam especializadas e podem, de fato, desempenar a sua moto sem causar maiores danos.

Hoje, as técnicas utilizadas para o realinhamento do chassi são excelentes, com uma prática aprimorada e o uso de materiais de ponta, como o laser, que garante a total precisão no posicionamento das peças.

Tais técnicas permitem que, ao final do processo, a moto tenha características idênticas ou praticamente idênticas àquelas que tinha quando saiu da fábrica.

Os preços cobrados para desempenar uma moto variam de mecânica para mecânica. Além disso, o modelo da sua moto e o ano de fabricação também influenciarão.

No entanto, se você avaliar bem o custo-benefício, verá que pagar pelo desempeno feito por profissionais sairá muito mais barato do que tentar fazer por si mesmo, utilizando martelos, marretas ou ferramentas similares.

Trafegar com motocicleta em mau estado de conservação pode gerar multas?

Conduzir motocicleta ou quaisquer outros tipos de veículos automotores em mau estado de conservação é, segundo o art. 230, inciso XVIII do CTB, uma infração grave.

A penalidade é a multa no valor de R$ 195,23, além dos cinco pontos na CNH. Como medida administrativa, está prevista, ainda, a retenção do veículo para regularização.

Vejamos: trafegar com uma moto empenada não é, por si só, uma infração de trânsito, já que o CTB não fala especificamente sobre isso em nenhum de seus artigos.

Ainda assim, dependendo do quão grave seja esse empeno, ele pode prejudicar o bom desempenho da moto e colocar em risco a segurança do condutor.

Nesses casos, o agente de trânsito pode entender que o artigo do qual falamos anteriormente pode ser aplicado e, portanto, o condutor provavelmente será penalizado com as devidas consequências.

 

Assim, cuidar da sua moto é, ao mesmo tempo, manter o zelo pela sua segurança e pela boa conservação do seu veículo.

Procure sempre manter a sua moto em boas condições e levá-la para revisões periódicas em uma oficina de sua confiança! Você também pode procurar um serviço confiável de proteção veicular para motos que ofereça o serviço de desempeno.

Você conhece o serviço de carro por assinatura? Saiba tudo sobre o assunto aqui!

12/09/2019 11:46

Possuir um carro é, sem dúvida, uma forma de ter mais conforto para se locomover até o trabalho, realizar tarefas (ir ao supermercado, por exemplo) e também para o lazer, é claro. Mas os custos de se manter um automóvel são altos. Além do valor do veículo, na maioria das vezes comprado por financiamento, onde já há taxas de juros e outras tarifas, o proprietário deve arcar com gastos como combustível, estacionamento, revisões, seguro, IPVA e eventuais multas de trânsito. Uma alternativa para facilitar a vida do condutor tem se tornado cada vez mais popular no Brasil: o carro por assinatura. Quer saber mais? Confira.

Transporte por aplicativo

A modalidade de transporte por aplicativo, como Uber, 99 e Cabify, veio para ficar. Esse tipo de serviço se tornou uma saída para quem não possui veículo e até para o transporte seguro após a balada ou happy hour. Os usuários indicam que gostam de utilizar o serviço pelo preço, facilidade, rapidez e eficiência.

Além disso, o transporte por aplicativo se tornou uma forma de complementar a renda de muitos brasileiros. Só no Uber, entre 2017 e 2018, havia o total de 500 mil motoristas cadastrados e mais de 20 milhões de usuários.

Ao contrário do que alguns poderiam imaginar, a popularização desse tipo de transporte não diminuiu o número de vendas de automóveis no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT, durante o ano de 2017, a frota de automóveis no país era de quase 42 milhões de unidades, o que dá uma média de aproximadamente 5 brasileiros por carro. Em 2007, a média era de um veículo para cada 7,3 habitantes.

Portanto, podemos concluir que, mesmo usando cada vez mais o serviço de aplicativo, é possível que as pessoas estejam substituindo os transportes públicos ou deixando seus carros na garagem em determinadas situações.

Mas não pense que todo motorista de aplicativo é dono de seu próprio veículo. Devido à alta demanda pelo serviço, o aluguel mensal ou anual de automóveis, recurso já consolidado na América do Norte e Europa, vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Você conhece como funciona? Sabe onde encontrar este tipo de serviço?

Carro por assinatura

O carro por assinatura é uma modalidade de aluguel de carro por plano mensal ou anual oferecida por locadoras de veículos, seguradoras e até por aplicativos.

A grande vantagem desse serviço é que o cliente, ao invés de financiar um veículo, paga um valor mensal por um veículo 0 km. O principal atrativo é que o aluguel de carro inclui serviços de revisão, impostos como IPVA e seguro. Assim, não é preciso se preocupar com estas demandas do carro, pois já estão embutidas no preço da mensalidade.

Esta é uma alternativa também para quem já é ou deseja ser motorista de aplicativo, sem ter que financiar e se preocupar com a manutenção de seu próprio automóvel.

Se for alugar carro por assinatura, vale destacar a importância de estar atento ao contrato. Leia-o atentamente e confira quais são os direitos e deveres do fornecedor e do cliente. Caso você tenha um contrato em vigência e tenha identificado alguma prática abusiva, procure os órgãos de defesa do consumidor.

Mas será que vale a pena?

Depende. De acordo com reportagem do Estadão de 2017, alguns usuários do serviço apontam porque o escolheram. Há quem acredite que a vantagem de não ter que se preocupar com a manutenção do veículo vale a pena. Além disso, após o término do contrato, é possível trocar o carro por um modelo novo, sem perder dinheiro com a depreciação do automóvel. Além disso, o suporte oferecido pela empresa proprietária do automóvel costuma ser rápido e eficaz. Algumas trazem o carro até o cliente, e as manutenções costumam ser rápidas.

Porém, alguns especialistas indicam que, dependendo do período do contrato, vale mais a pena investir no financiamento. Por isso, o melhor a se fazer é pesquisar as ofertas, fazer as contas, pechinchar e escolher o melhor custo-benefício.

Carro por assinatura para motorista de aplicativo

Se a sua intenção é alugar um carro para gerar renda como motorista de aplicativo, eu fiz uma simulação. O contrato de um Onix 1.0 Flex, da Chevrolet, manual, 4 portas e com ar condicionado, na Porto Seguro, sai a partir de R$ 1555,00 por mês no contrato de um ano e até 18 mil km rodados.

Um motorista de aplicativo recebe pelo menos R$ 58,00 por 30 km rodados (valor médio pelo aplicativo 99). Rodando mil quilômetros por mês, o retorno financeiro será de, em média, R$ 2 mil.

Conheça aqui maiores informações sobre leilão de veículo. E saiba onde investir.

Calculadora Doutor Multas

Na hora de fazer as contas de qual recurso é mais vantajoso, o Doutor Multas tem uma ferramenta que pode ajudá-lo. Nossa ferramenta foi desenvolvida para calcular a média de quanto custa ter um carro por hora. Utilize-a clicando aqui para auxiliá-lo a escolher entre alugar ou comprar um carro.

Recursos de multas

Nós do Doutor Multas, além de trazermos conteúdo relevante para nossos leitores, somos também especializados em recursos administrativos de multas de trânsito.

Foi autuado indevidamente? Exerça seus direitos! Você pode recorrer de qualquer penalidade de trânsito recebida, com três chances de sucesso.

Portanto, se precisar de orientação profissional para elaborar o seu recurso, conte conosco. Entre em contato pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou pelo telefone 0800 6021 543. Faremos uma análise gratuita de seu caso. Nosso índice de sucesso é de 7 para cada 10 casos!

E aí, o que você achou do carro por assinatura? Ficou com alguma dúvida? Quer dar alguma sugestão? Fique à vontade para deixar seu comentário aqui embaixo. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o com os seus amigos. Continue nos acompanhando e aproveite mais dicas como as deste artigo.

Limpeza automotiva: qual é a melhor opção para o seu carro?

14/07/2019 17:24

Ter um carro próprio traz inúmeras vantagens, não é mesmo? A possibilidade de viajar para outros lugares, a agilidade para se locomover no dia a dia e a independência em relação ao transporte público são algumas delas.

No entanto, ser dono de um veículo implica em algumas obrigações, como o pagamento de impostos e os cuidados permanentes para lograr o bom funcionamento e a limpeza do automóvel, zelando pelo próprio bem-estar e dos seus passageiros.

Uma dúvida muito comum entre proprietários de automóveis surge na hora de limpá-los. Afinal, existem diferenças entre lavagem e limpeza automotiva? Qual é a melhor forma de higienizar o seu veículo sem causar danos mecânicos?

Neste artigo, separei as principais informações sobre esse assunto. Siga a leitura e esteja por dentro de tudo o que precisa saber para manter seu carro limpo e em perfeito estado!

Limpeza ou lavagem? Entenda as diferenças antes de contratar um profissional!

Se você buscar profissionais especializados em higienização de automóveis, provavelmente eles irão perguntar se o que você deseja é uma limpeza ou uma lavagem. Por isso, é importante saber as diferenças entre esses dois procedimentos.

A lavagem pode ser tanto a comum quanto a semi-seca. Na comum, que é a mais frequente, é utilizada água para retirar os resíduos do veículo, geralmente quando o nível de sujeira é alto e os estofados ou bancos têm manchas de difícil remoção.

Nesses casos, a lavagem com água antecipará a limpeza química, da qual falarei mais adiante.

O outro tipo de limpeza é a semi-seca, que também utiliza água, mas em proporções muito menores do que a comum.  Nesse processo, costuma-se usar a sucção para retirar resíduos e o que popularmente se chama de “sujeira grossa”.

A limpeza automotiva, por sua vez, é um processo que praticamente não usa água. Para realizar a higienização do veículo, são aplicados produtos químicos que atuam na eliminação de manchas, resíduos grossos e finos, odores e o que mais houver de sujeira.

A limpeza, justamente por não usar água, leva menos tempo. No entanto, vale destacar que esse tipo de procedimento deve ser feito apenas por profissionais.

Isso porque o uso de produtos químicos necessita de um conhecimento específico, tanto para otimizar o processo, quanto para garantir que não haverá danos para o veículo e para as pessoas que o utilizam.

Quer saber como limpar seu veículo em casa? Então, veja as dicas a seguir.

Vou limpar o meu carro em casa, quais cuidados devo ter?

Mesmo que os serviços de limpeza e lavagem estejam mais acessíveis do que em tempos atrás, muitos proprietários ainda optam por realizar a higienização dos seus veículos por conta própria.

Se você é uma dessas pessoas, saiba quais cuidados deve ter para lavar o seu carro sem prejudicar a pintura, a parte interna e, principalmente, sem causar danos para o bom funcionamento do motor.

  1. Cuidado com a temperatura!

Um domingo de sol é ideal para lavar o carro, não é? Bem, é preciso ter cuidado quanto a isso, já que altas temperaturas podem ser um risco na hora de lavar o veículo.

Isso acontece porque o calor faz com que produtos químicos utilizados reajam entre si, o que traz a possibilidade de danos para a pintura. Por essa mesma razão, não é aconselhável lavar o veículo com o motor ainda quente, ok?

  1. Esteja atento para os produtos químicos que for utilizar!

Hoje em dia, encontramos produtos para limpar e lavar veículos nos mais diversos tipos de estabelecimentos, até mesmo em supermercados. Toda essa facilidade é positiva, mas também traz consigo a necessidade de estarmos atentos na hora de escolher o que comprar.

Um produto equivocado pode prejudicar estofamentos e pintura, trazendo prejuízos para o proprietário. Se você vai lavar o carro por conta própria, saiba que é recomendado o uso dos seguintes produtos:

  • cera;
  • limpa vidros;
  • hidratante de couro (caso o seu carro tenha couro no interior);
  • espuma multiuso;
  • silicone para o painel;
  • pretinho para os pneus; e
  • panos ou esponjas finas.

Uma observação: produtos como água sanitária e outros devem ser evitados!

  1. Limpe o carro na ordem correta!

Para que os resultados sejam os melhores possíveis, é necessário seguir uma ordem para limpar o seu carro.

Primeiro, limpe o interior, com cuidado para não danificar peças ou estofados. Depois, vá para a limpeza externa, sempre começando pelas partes mais altas do veículo e terminando pelas mais baixas.

Vale destacar que o interior do veículo exige certos cuidados, especialmente se os bancos e estofados forem de couro. Se esse é o seu caso, utilize produtos específicos para esse tipo de material.

  1. Vai lavar o motor? Pense duas vezes!

Lavar ou não o motor? A mídia especializada em automóveis tem opiniões divergentes quanto a isso. Para alguns, é preferível evitar lavar o motor. Para outros, no entanto, essa lavagem pode ser feita, desde que se cumpram alguns cuidados.

Bem, o que todos concordam é que a lavagem do motor deve ser feita preferencialmente por um profissional. Se, ainda assim, você decidir lavar o motor do seu carro por conta própria, evite usar produtos químicos (que podem ser corrosivos).

Além disso, tenha em mente que os carros com mais de dez anos de fabricação não têm os mesmos acabamentos internos que os de agora e que, para esses veículos, a probabilidade de danificação por entrada de água no motor é muito maior.

Como investir para comprar um carro zero?

30/06/2019 14:14

Se fizermos uma rápida pesquisa sobre quais são os grandes desejos dos brasileiros, conseguir comprar um carro próprio com segurança estará entre eles.

Ter um veículo próprio significa não depender do transporte público, nem da carona de terceiros, e poder transitar com mais independência e liberdade.

Muitas pessoas optam por comprar carros usados ou seminovos. No entanto, o grande sonho da maioria é adquirir um carro novo, zero quilômetro.

O empecilho está nos altos preços, principalmente dependendo do modelo escolhido.

Uma solução à qual se tem recorrido bastante é encontrar formas de investir o próprio dinheiro, dedicando os lucros para o mesmo fim: comprar um carro 0km.

Mas como fazer isso? Qual é a melhor maneira para investir e comprar um veículo novo? E como funciona o financiamento de um veículo?

Neste artigo, separamos dicas valiosas sobre esses temas. Se você está pensando em comprar seu carro ou moto, confira tudo o que separamos aqui!

Boa leitura!

Como funciona um financiamento de veículo?

Uma das formas mais utilizadas pelos brasileiros para comprar um carro ou moto novos é o financiamento.

O financiamento é um tipo de empréstimo em que uma financeira (como uma agência bancária, por exemplo) empresta o dinheiro necessário para que a parte financiada possa comprar um veículo novo.

Para o financiamento de veículos, especificamente, os bancos e demais organizações financeiras costumam pedir uma entrada e dividir em parcelas o restante do valor.

Para as parcelas, são cobrados taxas e juros, o que acaba encarecendo o valor final do veículo.

No financiamento, o cliente passa a dever à agência ou instituição financeira e não à concessionária onde comprou o veículo.

É simples entender por que isso é assim. Concretado o financiamento, a agência bancária quita todo o valor do veículo na concessionária ou distribuidora.

Então, o cliente pagará as parcelas diretamente para essa própria financiadora daí em diante.

O financiamento é interessante porque dá a possibilidade de dividir um valor alto em parcelas menores, mas traz como desvantagem a cobrança de taxas e juros. Esses últimos, especificamente, podem ser bem altos.

Para pedir um financiamento, o primeiro passo é decidir onde fazer isso, ou seja, em qual agência bancária ou financiadora.

Para que a sua solicitação seja aceita, é realizada uma avaliação da sua renda e do seu histórico, a fim de evitar fraudes.

O valor da sua renda mensal interferirá no número de parcelas e a situação do seu nome no mercado dirá se o seu pedido de financiamento será ou não aprovado.

Como investir dinheiro para comprar um veículo?

O financiamento não é um investimento propriamente dito, embora demande organização financeira por parte do solicitante para que não aconteça o acúmulo de dívidas.

Quem tem alguma quantia de dinheiro na poupança, por exemplo, ou quem, por diversos motivos, recebeu uma quantia extra, pode investir esse dinheiro, evitando, assim, ter que financiar o veículo e arcar com os juros desse tipo de transação financeira.

Veja, abaixo, onde investir, que são algumas das mais comuns no nosso país:

Investir no Tesouro Direto

Considerado pelos especialistas como um dos mais seguros, nesse tipo de investimento, acontece a compra de títulos públicos do Tesouro Nacional.

Dentro dele, estão subcategorias. Para a compra de veículos, o Tesouro Selic é a melhor opção, já que tem rendimentos acima da inflação.

Ou seja, nesse tipo de transação, você estará investindo em algum título do Estado. Para isso, não há valor mínimo e você escolhe qual título comprar.

– CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é outro tipo de investimento bem comum no Brasil, sendo que suas principais vantagens são a simplicidade da transação, que não conta com grandes burocracias, e a inexistência de um valor mínimo para investir.

Nesse tipo de investimento, o cidadão “empresta” dinheiro para as instituições financeiras e é remunerado por isso à medida que o seu dinheiro vai rendendo.

Outro benefício desse investimento é a possibilidade de retirar o dinheiro a qualquer momento ou definir um prazo fixo para isso.

– LCI e LCA

Por fim, na nossa lista de investimentos de fundos de renda fixa, estão o LCI e o LCA. LCI significa Letras de Crédito Imobiliário e LCA Letras de Crédito do Agronegócio.

Esse tipo de investimento tem o valor mínimo de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e oferece isenção do imposto de renda e rendimentos superiores à poupança comum.

Vale lembrar que, aqui, ao contrário do que acontece no CDB, há uma data de saque predefinida, ou seja, você não poderá sacar o dinheiro a qualquer momento, se decidir por esses investimentos.

Para decidir qual é a melhor opção para você, conversar com o seu gerente na sua agência bancária é importante.

Assim, você poderá se informar sobre as vantagens e desvantagens de cada um desses investimentos, ou se é melhor utilizar o dinheiro que juntou para dar entrada no financiamento direto de um veículo.

Fale com o Doutor Multas!

Você sabia que as leis brasileiras garantem a isenção de impostos para portadores de algum tipo de deficiência física? E que, por “deficiência física” nossa legislação inclui uma série de casos?

Saiba mais sobre isso neste link e veja se você tem direito a comprar um carro com desconto.

Foi multado? Entre em contato com a nossa equipe de especialistas pelo telefone 0800 6021 543 ou escreva um e-mail para doutormultas@doutormultas.com.br.

Se este artigo foi útil, compartilhe com seus amigos para que eles saibam como investir para comprar um carro zero.

Dirigir com sono – entenda os riscos e penalidades de trânsito

22/06/2019 16:45

Você sabia que o sono é a segunda maior causa de acidentes ao volante? De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), dois em cada dez acidentes de trânsito são provocados por algum distúrbio do sono ou pelo excesso de cansaço.

Por mais que muita gente imagine ter controle sobre a situação, o sono é muito mais perigoso do que parece. Para saber mais sobre o assunto, faça a leitura deste artigo.

Aqui você conhecerá também a possibilidade de incidência de multa por dirigir com sono. Ficou curioso? Então confira.

Algumas estatísticas sobre sono ao volante

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Neurologia (ABN) com 495 condutores apresentou resultados alarmantes. A maioria dos entrevistados admitiu já ter dirigido mesmo com sono, e cerca de 40% já andaram em zigue-zague na pista por conta da sonolência.

Imagino que você já tenha ouvido falar que especialistas recomendam em torno de oito horas de sono por noite para preservar a saúde. A privação do sono reflete diretamente sobre o desempenho ao volante.

Ter dormido menos de 7 horas na noite anterior dobra o risco de acidente ao volante. Se o total de horas dormidas for inferior a 5, então, o risco aumenta em quase cinco vezes.

Se o condutor teve uma boa noite de sono, então, está fora de risco, certo? Errado. Os movimentos e até o som de dentro do carro podem funcionar como uma “canção de ninar” para o motorista.

Além disso, alguns horários específicos indicam maior incidência de sonolência ao volante e, consequentemente, de acidentes. Segundo a ABN, os horários de risco são entre 12h40 e 14h, quando as pessoas costumam ficar mais sonolentas por conta do período pós-almoço, e das 22h às 6h. No período noturno, a situação é ainda mais crítica das 3h30 às 5h50 da manhã.

E não para por aí. Mesmo que tenha dormido bem na noite anterior, após 19 horas acordado, o corpo sofre efeitos semelhantes a quem consumiu seis copos de cerveja. O sono é traiçoeiro, pois é praticamente impossível lutar contra ele.

Segundo Dirceu Alvez Júnior, médico da Abramet, não há nível seguro de sonolência ao volante. Semelhante ao efeito do álcool, o condutor não tem controle sobre os efeitos limitantes da coordenação motora e da atenção.

Segundo Dirceu, a maioria das pessoas que se envolvem em acidentes no trânsito por conta do sono nem percebe que tenha fechado os olhos.

Como agir em caso de sonolência ao volante

Dirigir com sono é tão perigoso quanto conduzir veículo sob o efeito de álcool. Então, o que fazer para combater a sonolência?

A maioria das pessoas adota estratégias semelhantes: parar para tomar um café ou outra bebida estimulante, como energético ou refrigerante, lavar o rosto, colocar música alta, mascar chiclete e abaixar os vidros são as principais delas.

Contudo, tais estratégias são apenas paliativas e seus efeitos duram muito pouco. O efeito do café ou similar, por exemplo, é eficaz a princípio, mas desaparece após aproximadamente 10 minutos.

O som alto acaba sendo mais um elemento de distração que pode atrapalhar a percepção do condutor sobre o que está ocorrendo ao seu redor na via. O vidro aberto, o chiclete e a água no rosto funcionam também por pouquíssimo tempo.

Então, o que fazer?

Especialistas indicam que a melhor estratégia a ser tomada ao perceber que está sonolento é parar o veículo em local seguro e tirar um cochilo de meia hora. Parece pouco, mas esse período de sono será regenerativo e ajudará para que o motorista chegue ao destino em segurança.

Além disso, outras medidas podem ser tomadas para evitar ficar com sono enquanto dirige. Algumas delas são:

  • Dirigir com companhia;
  • Evitar o horário da meia-noite às 6h da manhã;
  • Fazer paradas periódicas;
  • Evitar dirigir após privação de sono; e, é claro,
  • Não dirigir após ingerir bebida alcoólica.

Posso ser autuado por dirigir com sono?

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não trata especificamente do termo sono, mas o condutor pode ser autuado caso o agente de trânsito identifique falta de atenção ao volante.

Segundo o art. 169, é infração de natureza leve dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança. Neste caso, o condutor terá que pagar multa de R$ 88,38 e receberá três pontos na CNH.

Além disso, entregar a direção para pessoa sem as condições necessárias de segurança também é infração de trânsito.

De acordo com o art. 166 do CTB, entregar direção de veículo à pessoa que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima, passível de multa de R$ 293,47 e acúmulo de sete pontos na carteira.

Sinais de sono ao volante

A melhor forma de se prevenir é colocar em prática as dicas apresentadas aqui e prestar atenção aos sinais do seu corpo. Fique atento a:

  • Bocejos frequentes;
  • Longas piscadas;
  • Visão embaçada;
  • Dificuldade em manter a cabeça erguida;
  • Dificuldade de manter a estabilidade na velocidade;
  • Desvio da pista.

Se perceber esses sinais, pare o veículo e tire um cochilo. Assim, você garante a sua segurança, dos passageiros e dos demais na via.

Dirigir com sono

Neste artigo, você conheceu alguns riscos de dirigir com sono. Se este artigo foi útil para você, compartilhe em suas redes sociais. Deixe opiniões ou perguntas nos comentários!

Lembre-se de que o Doutor Multas pode também auxiliá-lo caso precise de orientação para recorrer de multas de trânsito.

Entre em contato conosco pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou ligue para 0800 6021 543. Continue nos acompanhando para mais dicas como essas.

Como Declarar Carro no Imposto de Renda?

Fazer a Declaração do Imposto de Renda (IR) ainda desperta dúvidas em muitos brasileiros que não sabem ao certo o que ou como declarar sem ser pego pelo chamado “leão”.

Os proprietários de veículos muitas vezes não sabem se devem ou não declarar esse bem, nem mesmo o que fazer para que a Declaração do IR esteja em dia.

Afinal, é necessário declarar um veículo no IR? Se sim, como fazer isso? Quais são as informações requeridas nesse processo?

Você também faz esses questionamentos? Saiba que não está sozinho! Pensando nisso – e sabendo que essas são dúvidas bastante comuns –, preparei este artigo com todas as informações necessárias sobre como declarar carro no Imposto de Renda. Vamos lá?

Sou obrigado a declarar meu carro no Imposto de Renda?

Para entender esse tópico, é preciso ter claro quem é obrigado a declarar o IR. No Brasil, são obrigados a fazer essa declaração aqueles que, no ano anterior, receberam um valor anual acima de R$ 28.123,91 com o chamado rendimento tributário, que, na prática, são receitas referentes a salários e aluguéis, por exemplo.

Se você se encaixa nessa condição, é obrigado a declarar o IR e é aí que entra a declaração do seu automóvel. Veja bem: como o nome já diz, o imposto de renda incide sobre a renda (e não necessariamente sobre um bem, como um veículo). No entanto, ao fazer essa declaração, será necessário detalhar a compra ou a venda de tais bens, assim como de quaisquer outras transações financeiras que impactam na renda.

Segundo o Capítulo 1 da Instrução Normativa, que estabelece as diretrizes sobre o IR, deve realizar essa declaração quem:

I – recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 (vinte e oito mil, quinhentos e cinquenta e nove reais e setenta centavos);

II – recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais);

III – obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

IV – relativamente à atividade rural:

  1. a) obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 (cento e quarenta e dois mil, setecentos e noventa e oito reais e cinquenta centavos);
  2. b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2017 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2017;

V – teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00 (trezentos mil reais);

VI – passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro; ou

VII – optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005”.

Como declaro meu carro no Imposto de Renda?

O tipo de imposto para pessoa física é chamado de IRPF (Imposto de Renda de Pessoas Físicas). Se você se enquadra em alguma das condições das quais falamos no tópico anterior, será necessário apresentar essa Declaração até a data limite estabelecida pelo governo, que geralmente é entre os meses de março e abril.

Mas como declarar o meu carro?

Bem, antes de falarmos sobre isso, é fundamental ressaltar que todos os veículos automotores devem ser declarados (se o proprietário se enquadrar nas categorias que vimos anteriormente), seja qual for o seu valor.

Dito isso, vejamos o passo a passo para declarar automóvel no IR.

  1. Na Ficha de Bens e Direitos, disponível no próprio programa de declaração do IRPF, procure pelo código 21, referente a Veículo Automotor Terrestre.
  2. A partir daí, busque o campo Discriminação e informe os dados solicitados sobre o veículo (modelo do veículo, ano de fabricação, número da placa), sobre o vendedor (nome, CPF ou CNPJ) e a forma utilizada para o pagamento. A partir deste ano, também será pedido o número do RENAVAM, então tenha esse dado em mãos, ok?
  3. Se o seu carro JÁ estiver pago, coloque o valor pago pelo automóvel no campo Situação em 31/12/2018. Nos casos em que o veículo não foi adquirido em 2018, mas, sim, em anos anteriores, basta usar as informações das últimas declarações do IRPF.

Pronto! Mesmo que pareça algo complicado, são apenas esses passos para declarar o seu carro no Imposto de Renda. É simples, não é?

Veja também onde investir para comprar o carro zero dos sonhos.

Agora ficou fácil saber se você precisa ou não declarar seu carro no Imposto de Renda, certo? Se ainda restou alguma dúvida, pode entrar em contato comigo e com a minha equipe. Nós poderemos ajudá-lo!

Nosso e-mail: doutormultas@doutormultas.com.br.

Telefone: 0800 6021 543.

Como deve ser um site sobre dicas de trânsito

17/05/2019 10:22

 

Se você quer uma ideia para investir em um projeto, que tal apostar em algo voltado para o trânsito? Motivos para isso não faltam, afinal, o trânsito é importante no dia a dia das pessoas, seja nas cidades ou nas estradas.

Em um site dedicado ao assunto é possível trazer pautas a respeito das multas, das infrações, de dicas de manutenção do automóvel, em suma, por falta de pautas o seu site não vai morrer.

As dúvidas básicas, nesse caso, talvez sejam como criar um site sobre esse assunto, ou seja, como deve ser o seu layout e como devem ser as imagens, os textos e os links.

Outro ponto interessante é pensar então na plataforma ideal. Se você perguntar para usuários – tanto para os experientes quanto para os novatos – qual é a plataforma mais indicada, com certeza eles vão falar no WordPress.

No entanto você pode optar por alternativas, como o Wix, o Webnode e o Joomla! Essas plataformas também podem ser úteis para a criação de um site.

Também é importante lembrar da hospedagem de site e do registro de domínio. Uma boa hospedagem de site garante estabilidade e mais profissionalismo para o seu projeto web.

Já um domínio traz mais autoridade para o seu projeto, pois ele é o endereço do seu site na internet e por meio dele as pessoas poderão acessar o seu site com mais facilidade. .

As principais características de um site sobre trânsito

Com uma plataforma eficiente e uma boa hospedagem de site, fica mais fácil para você determinar como será o seu site sobre dicas de trânsito.

No entanto, é interessante que o seu site tenha a dinâmica de um blog e que possibilite a realização de postagens constantes. Lembre-se que estamos falando de um espaço para falar sobre trânsito, algo que geralmente rende bons conteúdos.

Um site de perfil estático é mais indicado para empresas e organizações que necessitam basicamente apresentar um conteúdo institucional.

Também pense, posteriormente, em maneiras para divulgá-lo. Aí entram as técnicas de SEO, as redes sociais, enfim, alternativas que irão aproximar o seu projeto do público.

Como deve ser o seu site com dicas de trânsito

Na hora em que você criar o seu site sobre trânsito, leve em conta a navegabilidade que ele vai proporcionar para os usuários. Não custa nada lembrar que uma experiência agradável de navegação é essencial para o êxito do seu projeto.

Por isso, confira a seguir algumas dicas que você deve levar em conta em se tratando na criação do seu site.

Escolha um bom template

Se o assunto do site será sobre trânsito, não é exagero dizer que o template é para o seu site o que o chassi é para um automóvel. É o template que vai sustentar toda a estrutura do seu site.

Por isso, quando você optar por um tema, avalie se ele tem um bom nível de customização, pois vá que você precise efetuar algumas mudanças no layout (e acredite, provavelmente você vai precisar).

Uma das dicas para você não errar na escolha do seu template é acessar o Template Monster. Lá você vai encontrar algumas alternativas bem interessantes para o seu projeto.

Certifique-se também que o template escolhido por você esteja atualizado, bem como veja se ele não apresenta problemas de versões anteriores.

Apele para o famoso layout clean

Geralmente quando alguém fala em arquitetura de site logo coloca na conversa “que o layout deve ser clean”. Isso é justificável, afinal, layout “clean” indica que o seu site é limpo, livre daqueles elementos que tornam a visualização confusa e dificultam a navegação.

Sendo assim, é importante equilibrar a localização das imagens, deixar espaços entre elas, assim como não utilizar fontes gigantescas com cores berrantes.

Para um site sobre dicas de trânsito é possível encontrar layouts e templates que fazem referência às oficinas e lojas de carros. Lembre-se que quanto mais relacionado ao assunto, maior é a identificação por parte do usuário.

Não esqueça da integração com as redes sociais

Se você quer que o seu site seja visto por muita gente, não dá para esquecer das redes sociais. Trânsito é um assunto de interesse geral e no Facebook e no Twitter existem vários motoristas que podem aproveitar esse tipo de conteúdo.  

Usar as redes sociais é uma excelente alternativa para aumentar o alcance do seu conteúdo. Entretanto, é interessante pensar nas estratégias adotadas para cada canal.  

Pense na responsividade web

Outro ponto importante é criar um site com design responsivo, o tornando acessível também em dispositivos móveis.

Essa medida é importante porque hoje em dia é praticamente impossível encontrar alguém que não acessa a internet por meio dos dispositivos móveis.

Quais conteúdos abordar em um site sobre trânsito

O conteúdo do seu site de trânsito também é um detalhe tão importante quanto o layout e a navegabilidade.

Por isso, traga pautas que especificam melhor as leis de trânsito, assim como curiosidades gerais a respeito de automóveis e motos.

Muitos motoristas querem saber detalhes dos lançamentos realizados pelas grandes marcas. Falar sobre curiosidades sobre leis e projetos de outros países é uma boa pedida.

Outra forma interessante é abordar alguns assuntos mais técnicos sobre o funcionamento de algumas peças de um automóvel, os cuidados com o manuseio e o que fazer quando elas apresentam defeito.

Conclusão

Ter um espaço na web é uma das melhores alternativas para você divulgar conteúdo e ideias. Caso o seu site conte com muitos acessos, você vai poder até adotar maneiras de torná-lo rentável.

Portanto, faça do seu site um projeto profissional e veja o quanto você vai se beneficiar com isso.

 

Conheça alguns aplicativos para empreender com seu veículo e faturar uma renda extra!

31/03/2019 16:43

Encontrar um emprego fixo não é tarefa fácil no Brasil e, muitas vezes, mesmo com um emprego, as contas não fecham no fim do mês, não é verdade?

Nesse cenário, os brasileiros acabam buscando outras alternativas para faturar uma renda extra, com trabalhos que proporcionam a vantagem de ter horários flexíveis.

Nos últimos tempos, apareceu uma série de aplicativos, muitos deles com trabalhos que são feitos por quem tem um veículo próprio.

Você tem vontade de empreender com o seu veículo? Conhece alguns aplicativos populares que permitem esse tipo de trabalho?

Neste artigo, separei alguns desses apps, explicando como é a atividade em cada um deles. Informe-se e veja como ganhar uma renda extra com o seu automóvel ou motocicleta!

Uber

Quando pensamos em aplicativos para quem quer empreender com seu veículo, o Uber é um dos mais conhecidos pelas pessoas, não é?

Logo que o aplicativo começou a se popularizar no Brasil, houve muita polêmica sobre a liberação ou não do Uber. Hoje, no entanto, esse serviço já está disponível em várias cidades do país, principalmente nas capitais.

Se você sempre quis trabalhar como Uber, mas não sabe como fazer isso, a boa notícia é que o ingresso nessa plataforma é simples.

A exigência é que o candidato ou candidata tenha 21 anos ou mais e que possuam CNH categoria B.

Depois de cadastrado, para se manter como Uber autorizado, o condutor deve ter uma avaliação média dos usuários maior que 4.3 estrelas (que é a forma como os usuários avaliam o serviço do condutor).

O app também é fácil de manusear. Os “ubers”, como são chamados os condutores desse programa, podem atender aos pedidos dos passageiros e realizar as corridas que desejarem. Não há exigências de tempo mínimo por dia ou mês: o condutor faz seus próprios horários.

Para trabalhar com a UBER, o veículo utilizado é do próprio condutor.

Cabify

A Cabify é muito parecida com a Uber. No entanto, há uma diferença que pode ser uma boa notícia para quem quer trabalhar como condutor, mas não tem veículo próprio. Na Cabify, é possível trabalhar de três maneiras, sendo elas:

– condutor que usa o próprio veículo;

– condutor que usa o veículo da empresa;

– investidor, que é quem tem dois ou mais automóveis e quer cedê-los para serem usados por outros condutores.

Se você decidir trabalhar como um condutor, saiba que a plataforma do app é parecida com a do Uber. É o próprio motorista quem escolhe as corridas, bem como dias e horário para trabalhar.

Obviamente, também é necessário ser maior de idade e ter uma CNH categoria B.

Eu Entrego

Quem trabalha no Eu Entrego atua, basicamente, como um entregador independente. Esse aplicativo não transporta pessoas, como a Uber e a Cabify (dos quais falei nos tópicos anteriores), mas, sim, encomendas, como documentos, mercadorias e até alimentos.

Outra particularidade desse serviço é que o valor da corrida não se baseia apenas na distância do percurso entre o local de coleta e entrega, mas também em outros critérios, como o tamanho dos objetos a serem transportados.

Na Eu Entrego, é possível usar automóveis e também motocicletas.

UberEATS

O UberEATS é relativamente recente no Brasil. Esse app também faz parte da Uber, mas, ao invés de transportar passageiros, como o serviço tradicional, transporta alimentos.

Quem se cadastra para trabalhar na UberEATS tem as mesmas exigências do que aqueles que vão trabalhar na Uber. Na prática, o mesmo condutor pode se cadastrar para atuar nos dois apps.

A UberEATS transporta, exclusivamente, alimentos de restaurantes credenciados.

Me Leva

O Me Leva é outra opção para quem quer trabalhar empreendendo com o seu veículo. A diferença entre esse aplicativo e outros apps de transporte de passageiros é que, nele, há uma rede privada entre motoristas e clientes.

Em outras palavras, além das corridas comuns, o Me Leva oferece a possibilidade de um condutor se fidelizar a um cliente e passe a fazer sempre as corridas pedidas por ele.

O que dizem as normas de trânsito no Brasil?

Como eu disse no começo deste artigo, os aplicativos sobre os quais comentei aqui são opções para quem quer empreender trabalhando com seu veículo.

Em 2018, a Lei 13.640 regulamentou o transporte individual de passageiros (como dos aplicativos).

Assim, esse tipo de atividade passou a ser nacionalmente regulamentada e prevista na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei federal 12.587/2012).

Os municípios, portanto, devem regulamentar e fiscalizar essa modalidade de transporte, mas sem a possibilidade de proibi-la.

Fale com o Doutor Multas!

Agora que você já conhece alguns dos principais aplicativos para empreender com o seu veículo, pode decidir qual é o que melhor se encaixa às suas necessidades.

Se ainda tiver dúvidas sobre esse assunto, ou se quiser saber sobre recursos de multas, entre em contato com a nossa equipe de especialistas, por meio do telefone 0800 6021 543 ou por e-mail (doutormultas@doutormultas.com.br).

Alagamentos e prejuízos ao veículo: o que você precisa saber sobre esse assunto!

19/03/2019 22:22

Infelizmente, ainda são comuns casos de enchentes e alagamentos em várias cidades do Brasil, especialmente no começo e no fim do ano. Os prejuízos podem ser altos, sem contar, é claro, no enorme risco à vida das pessoas.

Muitos proprietários de veículos acabam sofrendo danos, seja por perda total em seus veículos ou pela necessidade de trocar peças e realizar os mais diversos tipos de reparos mecânicos e elétricos.

Quando isso acontece, nem todos sabem dos seus direitos. Muitos também têm dúvidas sobre o que fazer em casos de enchentes e alagamentos. Por essa razão, neste artigo, vou falar mais sobre esse tema, trazendo valiosas informações para tirar, de uma vez por todas, as suas dúvidas. Confira!

O que fazer durante um alagamento enquanto estiver trafegando?

O ideal é evitar sair quando há alagamento, correto? No entanto, na maioria das vezes, esse tipo de situação pega os condutores de surpresa. Informe-se (pela rádio ou pelas redes sociais) e procure encontrar caminhos alternativos às vias alagadas sempre que possível. Mas o que fazer durante um alagamento se você estiver trafegando?

Bem, se você acabar numa via alagada, sem opção de saída, é importante manter a calma. Veja, abaixo, alguns cuidados a serem tomados nesse caso.

  1. Desligue todos os componentes do veículo que não são necessários para a sua circulação, como som, luzes internas, ar-condicionado, entre outros.
  2. Permaneça na primeira marcha. Com isso, você evita que o motor se apague. É preciso controlar a ansiedade e tentar não cometer um erro muito comum: o de acelerar.
  3. Desligue o câmbio automático. Este tópico é diretamente relacionado ao anterior. Para permanecer na primeira marcha, será necessário usar o câmbio manual.
  4. Quando sair da zona alagada, freie. Com isso, você diminui o risco de ter problemas nos freios, já que eles podem estar úmidos após passar por ruas alagadas.

E depois de um alagamento, o que fazer?

Quando o veículo acaba sendo atingido pelos alagamentos ou enchentes é preciso ter alguns cuidados antes de voltar a utilizá-lo. Um deles é levá-lo para uma revisão, mesmo que, à primeira vista, tudo pareça estar funcionando bem.

Esse cuidado é uma forma de evitar imprevistos que podem colocar em risco a sua segurança e a de quem mais trafega nas vias públicas. Na revisão, explique ao mecânico que o carro passou por um alagamento, e peça para que ele dê atenção aos aspectos mecânicos e elétricos.

Também será necessário trocar os filtros e o óleo do veículo, bem como fazer uma limpeza nos estofamentos e carpetes. Quanto antes isso for feito, menores tendem a serem os prejuízos no veículo.

Há mais outros dois cuidados que podem ser tomados. Veja abaixo.

– Verificar o óleo da transmissão, dos eixos diferenciais e do cânister.

– Limpar o sistema de ventilação, que pode ter sido contaminado durante o alagamento.

Quando acionar o seguro?

Como vimos até aqui, durante uma enchente, é necessário triplicar a atenção ao escolher os trajetos. Ainda assim, pode ser que o condutor se depare com vias inundadas. Nesse caso, manter a calma e procurar seguir os cuidados que eu trouxe neste artigo é muito importante.

Mesmo tomando as devidas precauções, muitas vezes os prejuízos são altos. Não são raras as situações em que o veículo sofre perda total, especialmente, se, durante o alagamento, ele ficou completamente submerso.

É por isso que, ao contratar um seguro para o seu veículo, é essencial verificar se ele cobre os danos causados por fenômenos da natureza, que podem ser, entre outros:

– enchentes;

– alagamentos;

– chuva de granizo;

– caída de árvores.

A maioria dos seguros totais conta com essa cobertura. Sendo assim, ao encontrar o seu veículo coberto pela água, é preferível acionar o seguro imediatamente, solicitando um guincho, do que tentar ligá-lo e removê-lo por conta própria. Desse modo, você não coloca a própria segurança em risco, especialmente depois de chuvas e enchentes.

Para acionar o seguro, cada seguradora tem um procedimento específico. Geralmente, basta entrar em contato com a seguradora com a qual você tem contrato para receber as informações necessárias.

É possível pagar menos na apólice do seguro? Descubra aqui.

Fale com o Doutor Multas!

Ainda tem dúvidas sobre o que fazer em casos de prejuízos por alagamentos? Precisa entrar com recurso e não sabe como fazer isso? Não se preocupe! Eu e minha equipe de especialistas em direito de trânsito podemos ajudar.

Se você foi autuado, envie uma cópia da Notificação de Autuação para o e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou ligue para 0800 6021 543. Nós avaliaremos o seu caso e retornaremos o quanto antes.