Como investir para comprar um carro zero?

30/06/2019 14:14

Se fizermos uma rápida pesquisa sobre quais são os grandes desejos dos brasileiros, conseguir comprar um carro próprio com segurança estará entre eles.

Ter um veículo próprio significa não depender do transporte público, nem da carona de terceiros, e poder transitar com mais independência e liberdade.

Muitas pessoas optam por comprar carros usados ou seminovos. No entanto, o grande sonho da maioria é adquirir um carro novo, zero quilômetro.

O empecilho está nos altos preços, principalmente dependendo do modelo escolhido.

Uma solução à qual se tem recorrido bastante é encontrar formas de investir o próprio dinheiro, dedicando os lucros para o mesmo fim: comprar um carro 0km.

Mas como fazer isso? Qual é a melhor maneira para investir e comprar um veículo novo? E como funciona o financiamento de um veículo?

Neste artigo, separamos dicas valiosas sobre esses temas. Se você está pensando em comprar seu carro ou moto, confira tudo o que separamos aqui!

Boa leitura!

Como funciona um financiamento de veículo?

Uma das formas mais utilizadas pelos brasileiros para comprar um carro ou moto novos é o financiamento.

O financiamento é um tipo de empréstimo em que uma financeira (como uma agência bancária, por exemplo) empresta o dinheiro necessário para que a parte financiada possa comprar um veículo novo.

Para o financiamento de veículos, especificamente, os bancos e demais organizações financeiras costumam pedir uma entrada e dividir em parcelas o restante do valor.

Para as parcelas, são cobrados taxas e juros, o que acaba encarecendo o valor final do veículo.

No financiamento, o cliente passa a dever à agência ou instituição financeira e não à concessionária onde comprou o veículo.

É simples entender por que isso é assim. Concretado o financiamento, a agência bancária quita todo o valor do veículo na concessionária ou distribuidora.

Então, o cliente pagará as parcelas diretamente para essa própria financiadora daí em diante.

O financiamento é interessante porque dá a possibilidade de dividir um valor alto em parcelas menores, mas traz como desvantagem a cobrança de taxas e juros. Esses últimos, especificamente, podem ser bem altos.

Para pedir um financiamento, o primeiro passo é decidir onde fazer isso, ou seja, em qual agência bancária ou financiadora.

Para que a sua solicitação seja aceita, é realizada uma avaliação da sua renda e do seu histórico, a fim de evitar fraudes.

O valor da sua renda mensal interferirá no número de parcelas e a situação do seu nome no mercado dirá se o seu pedido de financiamento será ou não aprovado.

Como investir dinheiro para comprar um veículo?

O financiamento não é um investimento propriamente dito, embora demande organização financeira por parte do solicitante para que não aconteça o acúmulo de dívidas.

Quem tem alguma quantia de dinheiro na poupança, por exemplo, ou quem, por diversos motivos, recebeu uma quantia extra, pode investir esse dinheiro, evitando, assim, ter que financiar o veículo e arcar com os juros desse tipo de transação financeira.

Veja, abaixo, onde investir, que são algumas das mais comuns no nosso país:

Investir no Tesouro Direto

Considerado pelos especialistas como um dos mais seguros, nesse tipo de investimento, acontece a compra de títulos públicos do Tesouro Nacional.

Dentro dele, estão subcategorias. Para a compra de veículos, o Tesouro Selic é a melhor opção, já que tem rendimentos acima da inflação.

Ou seja, nesse tipo de transação, você estará investindo em algum título do Estado. Para isso, não há valor mínimo e você escolhe qual título comprar.

– CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é outro tipo de investimento bem comum no Brasil, sendo que suas principais vantagens são a simplicidade da transação, que não conta com grandes burocracias, e a inexistência de um valor mínimo para investir.

Nesse tipo de investimento, o cidadão “empresta” dinheiro para as instituições financeiras e é remunerado por isso à medida que o seu dinheiro vai rendendo.

Outro benefício desse investimento é a possibilidade de retirar o dinheiro a qualquer momento ou definir um prazo fixo para isso.

– LCI e LCA

Por fim, na nossa lista de investimentos de fundos de renda fixa, estão o LCI e o LCA. LCI significa Letras de Crédito Imobiliário e LCA Letras de Crédito do Agronegócio.

Esse tipo de investimento tem o valor mínimo de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e oferece isenção do imposto de renda e rendimentos superiores à poupança comum.

Vale lembrar que, aqui, ao contrário do que acontece no CDB, há uma data de saque predefinida, ou seja, você não poderá sacar o dinheiro a qualquer momento, se decidir por esses investimentos.

Para decidir qual é a melhor opção para você, conversar com o seu gerente na sua agência bancária é importante.

Assim, você poderá se informar sobre as vantagens e desvantagens de cada um desses investimentos, ou se é melhor utilizar o dinheiro que juntou para dar entrada no financiamento direto de um veículo.

Fale com o Doutor Multas!

Você sabia que as leis brasileiras garantem a isenção de impostos para portadores de algum tipo de deficiência física? E que, por “deficiência física” nossa legislação inclui uma série de casos?

Saiba mais sobre isso neste link e veja se você tem direito a comprar um carro com desconto.

Foi multado? Entre em contato com a nossa equipe de especialistas pelo telefone 0800 6021 543 ou escreva um e-mail para doutormultas@doutormultas.com.br.

Se este artigo foi útil, compartilhe com seus amigos para que eles saibam como investir para comprar um carro zero.

Dirigir com sono – entenda os riscos e penalidades de trânsito

22/06/2019 16:45

Você sabia que o sono é a segunda maior causa de acidentes ao volante? De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), dois em cada dez acidentes de trânsito são provocados por algum distúrbio do sono ou pelo excesso de cansaço.

Por mais que muita gente imagine ter controle sobre a situação, o sono é muito mais perigoso do que parece. Para saber mais sobre o assunto, faça a leitura deste artigo.

Aqui você conhecerá também a possibilidade de incidência de multa por dirigir com sono. Ficou curioso? Então confira.

Algumas estatísticas sobre sono ao volante

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Neurologia (ABN) com 495 condutores apresentou resultados alarmantes. A maioria dos entrevistados admitiu já ter dirigido mesmo com sono, e cerca de 40% já andaram em zigue-zague na pista por conta da sonolência.

Imagino que você já tenha ouvido falar que especialistas recomendam em torno de oito horas de sono por noite para preservar a saúde. A privação do sono reflete diretamente sobre o desempenho ao volante.

Ter dormido menos de 7 horas na noite anterior dobra o risco de acidente ao volante. Se o total de horas dormidas for inferior a 5, então, o risco aumenta em quase cinco vezes.

Se o condutor teve uma boa noite de sono, então, está fora de risco, certo? Errado. Os movimentos e até o som de dentro do carro podem funcionar como uma “canção de ninar” para o motorista.

Além disso, alguns horários específicos indicam maior incidência de sonolência ao volante e, consequentemente, de acidentes. Segundo a ABN, os horários de risco são entre 12h40 e 14h, quando as pessoas costumam ficar mais sonolentas por conta do período pós-almoço, e das 22h às 6h. No período noturno, a situação é ainda mais crítica das 3h30 às 5h50 da manhã.

E não para por aí. Mesmo que tenha dormido bem na noite anterior, após 19 horas acordado, o corpo sofre efeitos semelhantes a quem consumiu seis copos de cerveja. O sono é traiçoeiro, pois é praticamente impossível lutar contra ele.

Segundo Dirceu Alvez Júnior, médico da Abramet, não há nível seguro de sonolência ao volante. Semelhante ao efeito do álcool, o condutor não tem controle sobre os efeitos limitantes da coordenação motora e da atenção.

Segundo Dirceu, a maioria das pessoas que se envolvem em acidentes no trânsito por conta do sono nem percebe que tenha fechado os olhos.

Como agir em caso de sonolência ao volante

Dirigir com sono é tão perigoso quanto conduzir veículo sob o efeito de álcool. Então, o que fazer para combater a sonolência?

A maioria das pessoas adota estratégias semelhantes: parar para tomar um café ou outra bebida estimulante, como energético ou refrigerante, lavar o rosto, colocar música alta, mascar chiclete e abaixar os vidros são as principais delas.

Contudo, tais estratégias são apenas paliativas e seus efeitos duram muito pouco. O efeito do café ou similar, por exemplo, é eficaz a princípio, mas desaparece após aproximadamente 10 minutos.

O som alto acaba sendo mais um elemento de distração que pode atrapalhar a percepção do condutor sobre o que está ocorrendo ao seu redor na via. O vidro aberto, o chiclete e a água no rosto funcionam também por pouquíssimo tempo.

Então, o que fazer?

Especialistas indicam que a melhor estratégia a ser tomada ao perceber que está sonolento é parar o veículo em local seguro e tirar um cochilo de meia hora. Parece pouco, mas esse período de sono será regenerativo e ajudará para que o motorista chegue ao destino em segurança.

Além disso, outras medidas podem ser tomadas para evitar ficar com sono enquanto dirige. Algumas delas são:

  • Dirigir com companhia;
  • Evitar o horário da meia-noite às 6h da manhã;
  • Fazer paradas periódicas;
  • Evitar dirigir após privação de sono; e, é claro,
  • Não dirigir após ingerir bebida alcoólica.

Posso ser autuado por dirigir com sono?

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não trata especificamente do termo sono, mas o condutor pode ser autuado caso o agente de trânsito identifique falta de atenção ao volante.

Segundo o art. 169, é infração de natureza leve dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança. Neste caso, o condutor terá que pagar multa de R$ 88,38 e receberá três pontos na CNH.

Além disso, entregar a direção para pessoa sem as condições necessárias de segurança também é infração de trânsito.

De acordo com o art. 166 do CTB, entregar direção de veículo à pessoa que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima, passível de multa de R$ 293,47 e acúmulo de sete pontos na carteira.

Sinais de sono ao volante

A melhor forma de se prevenir é colocar em prática as dicas apresentadas aqui e prestar atenção aos sinais do seu corpo. Fique atento a:

  • Bocejos frequentes;
  • Longas piscadas;
  • Visão embaçada;
  • Dificuldade em manter a cabeça erguida;
  • Dificuldade de manter a estabilidade na velocidade;
  • Desvio da pista.

Se perceber esses sinais, pare o veículo e tire um cochilo. Assim, você garante a sua segurança, dos passageiros e dos demais na via.

Dirigir com sono

Neste artigo, você conheceu alguns riscos de dirigir com sono. Se este artigo foi útil para você, compartilhe em suas redes sociais. Deixe opiniões ou perguntas nos comentários!

Lembre-se de que o Doutor Multas pode também auxiliá-lo caso precise de orientação para recorrer de multas de trânsito.

Entre em contato conosco pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou ligue para 0800 6021 543. Continue nos acompanhando para mais dicas como essas.

Como Declarar Carro no Imposto de Renda?

Fazer a Declaração do Imposto de Renda (IR) ainda desperta dúvidas em muitos brasileiros que não sabem ao certo o que ou como declarar sem ser pego pelo chamado “leão”.

Os proprietários de veículos muitas vezes não sabem se devem ou não declarar esse bem, nem mesmo o que fazer para que a Declaração do IR esteja em dia.

Afinal, é necessário declarar um veículo no IR? Se sim, como fazer isso? Quais são as informações requeridas nesse processo?

Você também faz esses questionamentos? Saiba que não está sozinho! Pensando nisso – e sabendo que essas são dúvidas bastante comuns –, preparei este artigo com todas as informações necessárias sobre como declarar carro no Imposto de Renda. Vamos lá?

Sou obrigado a declarar meu carro no Imposto de Renda?

Para entender esse tópico, é preciso ter claro quem é obrigado a declarar o IR. No Brasil, são obrigados a fazer essa declaração aqueles que, no ano anterior, receberam um valor anual acima de R$ 28.123,91 com o chamado rendimento tributário, que, na prática, são receitas referentes a salários e aluguéis, por exemplo.

Se você se encaixa nessa condição, é obrigado a declarar o IR e é aí que entra a declaração do seu automóvel. Veja bem: como o nome já diz, o imposto de renda incide sobre a renda (e não necessariamente sobre um bem, como um veículo). No entanto, ao fazer essa declaração, será necessário detalhar a compra ou a venda de tais bens, assim como de quaisquer outras transações financeiras que impactam na renda.

Segundo o Capítulo 1 da Instrução Normativa, que estabelece as diretrizes sobre o IR, deve realizar essa declaração quem:

I – recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 (vinte e oito mil, quinhentos e cinquenta e nove reais e setenta centavos);

II – recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais);

III – obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

IV – relativamente à atividade rural:

  1. a) obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 (cento e quarenta e dois mil, setecentos e noventa e oito reais e cinquenta centavos);
  2. b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2017 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2017;

V – teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00 (trezentos mil reais);

VI – passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro; ou

VII – optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005”.

Como declaro meu carro no Imposto de Renda?

O tipo de imposto para pessoa física é chamado de IRPF (Imposto de Renda de Pessoas Físicas). Se você se enquadra em alguma das condições das quais falamos no tópico anterior, será necessário apresentar essa Declaração até a data limite estabelecida pelo governo, que geralmente é entre os meses de março e abril.

Mas como declarar o meu carro?

Bem, antes de falarmos sobre isso, é fundamental ressaltar que todos os veículos automotores devem ser declarados (se o proprietário se enquadrar nas categorias que vimos anteriormente), seja qual for o seu valor.

Dito isso, vejamos o passo a passo para declarar automóvel no IR.

  1. Na Ficha de Bens e Direitos, disponível no próprio programa de declaração do IRPF, procure pelo código 21, referente a Veículo Automotor Terrestre.
  2. A partir daí, busque o campo Discriminação e informe os dados solicitados sobre o veículo (modelo do veículo, ano de fabricação, número da placa), sobre o vendedor (nome, CPF ou CNPJ) e a forma utilizada para o pagamento. A partir deste ano, também será pedido o número do RENAVAM, então tenha esse dado em mãos, ok?
  3. Se o seu carro JÁ estiver pago, coloque o valor pago pelo automóvel no campo Situação em 31/12/2018. Nos casos em que o veículo não foi adquirido em 2018, mas, sim, em anos anteriores, basta usar as informações das últimas declarações do IRPF.

Pronto! Mesmo que pareça algo complicado, são apenas esses passos para declarar o seu carro no Imposto de Renda. É simples, não é?

Veja também onde investir para comprar o carro zero dos sonhos.

Agora ficou fácil saber se você precisa ou não declarar seu carro no Imposto de Renda, certo? Se ainda restou alguma dúvida, pode entrar em contato comigo e com a minha equipe. Nós poderemos ajudá-lo!

Nosso e-mail: doutormultas@doutormultas.com.br.

Telefone: 0800 6021 543.

Calculadora de lucratividade ajuda o advogado a conhecer a situação financeira do escritório

10/06/2019 22:43

A principal forma de remuneração de um advogado é por meio dos honorários obtidos em cada processo para o qual ele atuou. Justamente por isso, no entanto, a rentabilidade mensal do profissional, e também do escritório, nunca consegue ser fixa: ela varia de acordo com o tipo e a complexidade de cada ação judicial que envolveu.

Nesse contexto, nem sempre é fácil manter o controle do quanto o escritório irá receber de entrada todos os meses, nem do quanto irá lucrar. Afinal, falta ao advogado o conhecimento suficiente para atuar com finanças, e também tempo para fazer tal acompanhamento de forma eficiente. Ao mesmo tempo, porém, se trata de um trabalho indispensável para o sucesso do negócio.

Sabendo disso, o SAJ ADV, software de gestão para escritórios de advocacia, disponibiliza a Calculadora de Lucratividade e Rentabilidade para ajudar o advogado a verificar o quanto o escritório de advocacia está rendendo em relação aos investimentos realizados. O recurso está disponível gratuitamente para download.

 

Como a calculadora funciona

Em um arquivo de Excel, o advogado conseguem identificar a margem de lucros do seu escritório, considerando os gastos da atividade. Para isso, preenche apenas duas colunas: os valores que indicam as entradas e os gastos que representam as saídas.

De resto, a própria plataforma faz. Após um cálculo automático, ela é capaz de apontar:

  • o lucro líquido;
  • a lucratividade em percentual;
  • a rentabilidade em percentual;
  • a margem de lucro em percentual;
  • o percentual das entradas que cobrem as despesas.

Assim, o advogado consegue visualizar se o seu negócio está rendendo bem e conseguindo alcançar o retorno esperado. Por meio dos números, ele compara os dados, visualiza as receitas e os custos da atividade e descobre se o saldo geral do escritório é positivo ou negativo.

A ideia da calculadora de lucratividade é imitar a função financeira realizada por um software jurídico, como o SAJ ADV., por exemplo Embora ela seja não capaz de atingir o cruzamento tão completo dos números, já consegue apresentar uma noção do que um sistema em nuvem consegue proporcionar ao advogado.

 

Para fazer o download da Calculadora de Lucratividade e Rentabilidade, basta clicar AQUI ou acessar o seguinte endereço: https://materiais.sajadv.com.br/lucratividade-rentabilidade.
Você também quer conhecer melhor gestão na advocacia? Faça seu cadastro no melhor software jurídico e receba materiais exclusivos em seu e-mail.